Feira de Santana: Espetáculo “Eu, Eu Mesmo e Biancorino”


Foto divulgação Gleiton Guima

Domingo Tem Teatro traz espetáculo “Eu, Eu Mesmo e Biancorino” em única apresentação com o palhaço Biancorino que encerra a programação do mês no Teatro do CUCA, em Feira de Santana.

A arte do palhaço em toda a sua essência e diversidade está de volta ao placo no Domingo Tem Teatro. A grande atração que encerra a programação teatral do mês de setembro é o espetáculo “Eu, Eu Mesmo e Biancorino”, do Grupo Cia de Palhaço Orgânico de Salvador – BA. O espetáculo faz única apresentação nesse domingo (24), às 10h30 no Teatro do CUCA – Centro Universitário Cultura e Arte. O Domingo Tem Teatro é um Projeto realizado há 13 anos e nessa edição conta com o patrocínio da Pererê, Atacadão São Roque, BN Mascarenhas e do Governo do Estado, através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

Comemorando 18 anos de palhaçadas, o palhaço Biancorino volta ao palco do CUCA e irá apresentar para o público feirense os seus mais famosos números: Um salto mortal em um pequeno copo de água; um Ping-pong de piolho; e a cena de suspense mais boba de todos os tempos, intercaladas por canções singelas cantadas e tocadas em seu violino e por outros instrumentos inusitados.

O espetáculo estreou em novembro de 2016. Em fevereiro de 2017 fez duas apresentações na Casa Azul, novo Espaço Cultural em Itaberaba, participou do Festival Internacional Diamantino de Circo – na edição de 2017. Em março fez apresentações sob a lona do Circo Redondo, no espaço cultural em Ibicoara no distrito de Campo Redondo, em maio até o dia 4 de junho fez temporada no Teatro Moliere, Aliança Francesa em Salvador, no dia 11 de junho encantou o publico no palco do Domingo Tem Teatro, e neste domingo (24/09) é aguardado em única apresentação.

E a criança ou adulto que tem interesse em se tornar um fã de carteirinha do Domingo Tem Teatro os caminhos são: Fazer a sua inscrição aos domingos no horário das 09h00 às 12h30 ou pela internet através do e-mail: [email protected] Com a carteirinha em mãos o público passa a obter mais vantagens e benefícios no teatro e dos parceiros, como descontos nos ingressos e participação nos sorteios semanais e no Especial de Final de ano. No programa do Sócio não há cobrança de mensalidade ou taxas mensais. Todos os benefícios e vantagens são válidos para o ano de 2017.

Saiba mais sobre a programação do Domingo Tem Teatro que segue até dezembro e sobre o Programa do Sócio (vantagens e benefícios) no site:www.ciacucadeteatro.com.br e pelo telefone: (75) 3491-8992 / E-Mail: [email protected]

Espetáculo “Eu, Eu Mesmo e Biancorino”
Local: Teatro do CUCA (Rua Conselheiro Franco, 66 – Centro – Feira de Santana – BA)
Data: Domingo (24) – única apresentação
Horário: 10h30
Ingressos para Espetáculo: R$ 15,00 (Meia Promocional para adultos) – R$ 13,00 (Para sócios) – Ingressos a venda na bilheteria a partir das 09h
Informações e reservas de Ingressos para sócios: [email protected] | (75) 3491- 8992 | www.ciacucadeteatro.com.br | Facebook: Oficial Cia Cuca


Cachoeira: Grupo de jazz apresenta Movimento Afro Atonalismo do Recôncavo


O Coletivo Novos Cachoeiranos leva o Movimento Afro Atonalismo do Recôncavo para o Cine Theatro Cachoeirano, em Cachoeira, no domingo (24), às 20h30. O concerto trará composições autorais dos integrantes do projeto, demonstrando as técnicas desenvolvidas nas aulas.

O Coletivo é um projeto coordenado pelo professor Sólon de Albuquerque Mendes, dedicado à arte e educação comunitária focado no ensino de arranjo, composição, contraponto, harmonia e estética, em parceria com músicos das filarmônicas locais – Lyra Ceciliana e Minerva Cachoeirana. O repertório do grupo é dedicado à produção autoral, misturando elementos da musicalidade do recôncavo, com elementos da vanguarda musical, como atonalismo, dodecafonismo, da música barroca e do Jazz.

O projeto é uma parceria entre o Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas CECULT/UFRB, Proext e a Sociedade Cultural Orpheica Lira Cyciliana, com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda, Fundação Cultural e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.


Espetáculo “Manhã”, do Grupo Domo, em cartaz no Teatro Vila Velha


Foto divulgação Milla Russi

A proposta desta peça é uma viagem poética, sensorial e envolvente, para falar sobre a relação entre dois homens. Espetáculo fica em cartaz nos dias 22, 23 e 24

Após uma trajetória de sucesso, chega a Salvador o espetáculo teatral Manhã, do Grupo Domo, de Brasília. A montagem, que se apresenta na sexta (22) e sábado (23), às 20h, e domingo (24), às 19h, no Teatro Vila Velha – espaço apoiado pela SecultBA através do edital de Apoio a ações continuadas de instituições culturais, do Fundo de Cultura da Bahia –, propõe uma viagem poética, sensorial e envolvente, para falar sobre as relações humanas e, ao mesmo tempo, lembrar que amor é sempre amor, independente de credo, sexo e tradição.

O conflito entre o mundo como aspiramos e como na realidade ele se apresenta, dá o tom maior do enredo, construído a partir da relação entre dois homens, que se amam e procuram, em um momento crise, compreender-se para reencontrar um vínculo mais duradouro e verdadeiro. A peça se passa durante apenas uma noite na vida desses amantes, uma madrugada repleta de surpresas e decisões até o amanhecer, que traz a luz renovada, a claridade e a possibilidade de se fazer e ser o novo. A relação homoafetiva faz o pano de fundo da trama, mas os temas abordados são universais.

Com texto de André Garcia, a montagem do espetáculo “Manhã” envolveu um ano de trabalho contínuo, em um processo aprofundado de pesquisa e criação. A encenação tem como proposta revelar em cena os aspectos objetivos e subjetivos dos personagens para compor atmosferas variadas, emocionais e simbólicas. Os dois atores principais são auxiliados por dois atores “sombras”, duas figuras vestidas de branco, que movimentam a estrutura cenográfica e os objetos de cena – ou até os próprios atores -, participando como “motores” de toda a encenação. Esses atores são uma releitura da figura do “kôken”, do teatro Noh japonês, além de se tornarem personagens “curinga” ao longo do espetáculo.

Tendo sido contemplado com o Prêmio FUNARTE Mirian Muniz em 2012, o espetáculo já passou pelas capitais Porto Alegre, Belo Horizonte, São Paulo, além de Brasília. O espetáculo também foi selecionado para os festivais nacionais de teatro de Taubaté e Araçatuba, no interior de São Paulo, recendo cinco indicações a prêmios. Desta vez, o espetáculo vem a Salvador patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, que incentiva a divulgação dos artistas de Brasília no cenário nacional. Além de Salvador, esta turnê ainda inclui as cidades de Belém, Rio de Janeiro e Florianópolis.

Acessibilidade – Além de disponibilizar programas em braile, o espetáculo ainda promove a acessibilidade de portadores de necessidades especiais oferecendo aparelhos de audiodescrição para deficientes visuais, durante as sessões e uma visita guiada ao cenário, 30 minutos antes do espetáculo. Para reservar o aparelho ou agendar a visita guiada, basta entrar em contato com a produção do espetáculo, através do e-mail: [email protected]

Sobre o Grupo Domo – O Grupo Domo, fundado em abril de 1994 pelo ator e diretor André Garcia, vem contribuindo com a cena teatral brasiliense, desenvolvendo uma linha de pesquisa própria, baseada em um teatro autoral e reflexivo, sempre aberto à experimentação, com enfoque no constante aperfeiçoamento do trabalho físico, sensível e vocal do ator.

Manhã”- espetáculo teatral Grupo Domo
Local: Teatro Vila Velha
Data: 22 a 24
Horário: Sexta e sábado às 20 horas e domingo às 19hs.
Ingressos: R$20,00 (inteira)
Classificação Indicativa: 16 anos.


Festival Internacional de Compositoras acontece no Espaço Cultural Barroquinha


Mo Maiê, Emillie Lapa Lapa e Caio De Azevedo no Sonora 2016, em foto do Facebook

“Sonora – Ciclo Internacional de Compositoras”  é um festival internacional que surgiu no Brasil, a partir do anseio de mostrar e incentivar a força da mulher compositora, criando espaço para que compartilhe suas criações regadas a sensibilidade a quem quiser ouvir, discutindo sua posição na indústria da música. Será realizado em Salvador, de 22 à 24 de setembro, no Espaço Cultural da Barroquinha.

Por meio de encontros intimistas nos quais artistas e público estão em conexão direta, o Sonora promoveu em 2016 mais de uma centena apresentações, em 21 cidades em 6 países. Organizado e executado por mulheres, o processo foi todo feito de forma colaborativa, construindo uma grande rede de contatos e, principalmente, de compositoras-produtoras.

Este ano estão previstas mais de 500 apresentações, em 68 cidades, em 17 países diferentes. Uma rede que cresce exponencialmente e acompanha o movimento de empoderamento feminino.Em Salvador acontecerão 3 noites de apresentações, na abertura, dia 22, Neila Kadhí abre os trabalhos recebendo as convidadas Larissa Luz (foto do vídeo Território Conquistado) e Laila Rosa. No dia seguinte, dois shows muito peculiares: o coletivo A Intêra abre a noite com seu artivismo regionalista e performances marcantes.

Na sequência Marília Sodré e Alexandra Pessoa nos brindam com o Show Marés, canções que influenciam suas próprias marés emocionais e como produto: suas criações. Na terceira noite, 10 compositoras se alternam no palco oferecendo aperitivos musicais, serão elas Ive Farias, Guel Braga, Géssica Moura, Caru, Alma Afora, Camilla Campos, Gabriela Piñeiro, Eufrásia Neres, Eloah Monteiro, Laurisabel Assil. Cada uma terá 10 minutos no palco do Sarau Sonora, encerrando o festival em Salvador.

Sexta e Sábado os eventos começam às 19h
no domingo às 18h

As entradas custam R$ 10,00 | R$ 5,00
*link para compra de ingressos online: https://www.sympla.com.br/sonora-salvador-2017__187714


Exposição inédita de três expoentes baianos da pintura


Obras de Presciliano Silva, Alberto Valença e Mendonça Filho compõem a mostra Grandes Mestres Baianos, em cartaz a partir de 14 de setembro até 15 de outubro. A exposição também integra a programação da 11º Primavera dos Museus.

A Santa Casa da Bahia realiza para convidados, no dia 14 de setembro, a partir das 18h30, a abertura da exposição Grandes Mestres Baianos – Presciliano, Valença e Mendonça, no Museu da Misericórdia. A mostra apresentará em conjunto telas dos pintores Presciliano Silva, Alberto Valença e Mendonça Filho, três dos principais representantes da Escola Baiana de Pintura na primeira metade do século XX. Muitos desses quadros são desconhecidos do grande público, que poderá apreciar o acervo a partir de 15 de setembro. A mostra, que segue em cartaz até 15 de outubro, também integra a programação da 11º Primavera dos Museus, promovida de 18 a 24 de setembro pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Ao todo, 23 telas vão compor a exposição, que tem a curadoria de Aníbal Gondim e Simone Trindade. Os três pintores são baianos e expoentes representantes da arte moderna marcada pelo estilo impressionista. Para Aníbal Gondim, o grande mérito da exposição é dar destaque à tradição artística realizada no século XX. “Presciliano, Valença e Mendonça não apenas foram importantes em sua época, como também são responsáveis por formar gerações artísticas que atuam até hoje”, revela.

Alto de Santo Antônio, de Alberto Valença

Os três são provenientes da Escola de Belas Artes da Bahia e, além de terem formação semelhante, também frequentaram os mesmos círculos de amizade. Presciliano foi aluno de Manuel Lopes Rodrigues, Mestre da Escola de Belas Artes da Bahia, e acabou exercendo certa influência sobre Valença e Mendonça, pois foi o primeiro a trazer as novidades artísticas da Europa. Para quem ainda não conhece a obra dos três artistas, Simone Trindade aponta as principais características de cada pintor e destaca as telas que os visitantes da exposição não poderão deixar de conferir.

Missa na Sé, de Presciliano Silva

“Presciliano é considerado o mestre dos interiores religiosos e, por isso mesmo, chama a atenção um retrato de uma mulher sensual pintado por ele em 1906, pois é algo inesperado”, conta a curadora. Em uma de suas pinturas, chamada Missa na Sé, é possível ver ao fundo o prédio que hoje abriga o Museu da Misericórdia. Já Valença é conhecido pelas paisagens baianas. “Ele retratou uma Bahia que não existe mais e, sob influência de Presciliano, pintou em 1923, pela primeira vez, o interior de uma sacristia”, pontua Simone. Já Mendonça tem como característica principal a pintura de marinhas. Um de seus quadros, Mariscada, recebeu a Medalha de Ouro no Salão da ALA das Letras e das Artes de 1938.
“Agradeço aos Irmãos da Santa Casa da Bahia que gentilmente nos cederam as obras para a exposição. Com esta mostra, a instituição escreve mais um capítulo da sua história de contribuição com a Cultura”, afirma o provedor da Santa Casa, Roberto Sá Menezes.

Sobre Presciliano Silva
Nascido em Salvador, em 1883, Presciliano iniciou seus estudos no Liceu de Artes e Ofícios, sendo aluno de Manoel Lopes Rodrigues, dando continuidade à sua formação na Escola de Belas Artes da Bahia. Em 1905, recebeu bolsa de estudos para a Academia Julian, na França. O artista assina as pinturas decorativas na nave central e capela-mor da Igreja da Piedade e também foi responsável pela pintura histórica Entrada do Exército Libertador, que se encontra na Câmara Municipal de Salvador. Professor das Escolas de Artífices e Belas Artes da Bahia, foi premiado em vários Salões nacionais. Em 1960, recebeu o título de professor emérito da Universidade Federal da Bahia. Presciliano faleceu no Rio de Janeiro, em 1965.

Sobre Alberto Valença
Natural de Alagoinhas (1890), Valença estudou no Liceu de Artes e Ofícios e na Escola de Belas Artes da Bahia. Trabalhou como desenhista técnico na Companhia de Energia Elétrica. Em 1925, foi estudar como bolsista na Academia Julian, em Paris. Na Bahia, ele tornou-se consultor do Museu do Estado da Bahia e foi contratado pela Empresa de Planejamento Urbano da Cidade de Salvador para desenhar uma série de casarios da Bahia Antiga. Valença foi professor da Escola de Belas Artes da Bahia de 1933 até se aposentar, em 1961, ano em que recebeu o título de Professor Emérito da UFBA. Abandonou a pintura devido à catarata. Ele faleceu em 1983, na cidade de Salvador.

Sobre Mendonça Filho
Nascido em 1895 na capital baiana, Mendonça estudou na Escola de Belas Artes da Bahia. Recebeu prêmio de viagem de estudos para a Europa, aperfeiçoando sua técnica na Itália e França de 1922 a 1929. Ele foi professor no curso de Desenho na Escola de Belas Artes da Bahia e assumiu a cadeira de Desenho Figurado, Ornatos e Elementos de Arquitetura na década de 30. Em 1947, assumiu a Direção da Escola de Belas Artes, cargo que ocupou por quatro mandatos, até 1961, quando se afastou para se dedicar exclusivamente à arte. Mendonça faleceu em Salvador, em 1964.

Sobre o Museu da Misericórdia
Instalado no prédio que abrigou o primeiro hospital da Bahia e a sede administrativa da Santa Casa da Bahia, em prédio erguido no século XVII e tombado pelo IPHAN em 1938, o Museu da Misericórdia é um dos mais importantes espaços culturais do estado e possui em seu acervo obras que contam parte da história da Bahia e do Brasil. Pertencente à Santa Casa da Bahia, o museu também tem em seu espaço a Igreja da Misericórdia, um dos mais significativos monumentos religiosos de Salvador, considerada uma grande representante dos estilos barroco, neoclássico e rococó.

O quê: exposição Grandes Mestres Baianos
Quando: 15 de setembro a 15 de outubro
Horários: 8h30 às 17h30 (terça a sexta-feira), 9h às 17h (sábados) e 13h às 17h (domingos e feriados)
Onde: Museu da Misericórdia – Rua da Misericórdia, nº 6, Praça da Sé, Pelourinho.
Quanto: R$6 (inteira) e R$3 (meia)