Juazeiro: ‘Conexões Teatro e Juventude’ discute ações


Divulgação

O Teatro produzido para jovens e as artes cênicas como espaços criativos para a juventude são os eixos temáticos do projeto ‘Conexões Teatro e Juventude’, que realiza uma série de ações entre quarta (28) e sexta-feira (30).

A programação conta com videoperformances, espetáculo, mesa-redonda, mediação cultural com escolas públicas, leitura dramatizada e oficina de interpretação teatral. Todas as atividades são gratuitas e disponibilizadas de forma online.

Os detalhes da programação podem ser acessados no link https://abre.ai/mostraconexoes. Todos os dias, às 15h e às 18h, serão postadas videoperformances com atores da peça ‘Músicas Para Amar Demais’ no IGTV. Eles recitam músicas brasileiras que falam de amor, como fazem no processo de pesquisa do espetáculo. A peça também ficará disponível para o público durante a mostra, no canal Youtube a partir das 20h da quarta (28).

Na quinta-feira (29), será realizada uma mesa-redonda com o tema “Teatro e juventude em Juazeiro-BA”, contando com a participação da atriz Ananda Mariposa e dos atores Liniker Pereira e Pablo Luan. A mediação será feita por Andrezza Santos em uma Live no Instagram.

Já na sexta-feira (30), será transmitida uma leitura dramatizada do texto ‘Brevidades ou relembramentos de Maria Medeia’, ao vivo no Youtube. A leitura será com as atrizes Taís Veras, Zuleika Bezerra, Andrezza Santos e a também autora Fernanda Babel, que assina o texto com Thom Galiano.

O projeto ainda conta com atividades de mediação cultural para estudantes da rede pública de ensino de Juazeiro. Na quarta (28) e quinta (29), os alunos do Colégio Modelo Luiz Eduardo Magalhães participam da oficina “Alimentando Personagens:

Processos de criação e preparação cênica”, ministrada online pelo ator e diretor Rafael Moraes. Ainda na quinta (29), será realizado um bate-papo virtual com os estudantes do CETEP Sertão do São Francisco.

O público pode acompanhar as atividades no Instagram (https://www.instagram.com/musicasparaamardemais/) e no canal do Youtube do Portal Culturama (https://abre.ai/youtubeculturama). O projeto foi aprovado no Edital Usinas Culturais 2020 da Prefeitura Municipal de Juazeiro com recursos da Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 


“A Sagração da Primavera” reúne bailarinos africanos no Vivadança


Créditos: Dancing at Dusk [© polyphem Filmproduktion]
Estreia no Brasil remontagem de “A Sagração da Primavera”, de Pina Bausch, reunindo 38 bailarinos de 14 países africanos. Obra promovida pelo Goethe-Institut abre a programação da 14ª edição do Vivadança Festival Internacional em temporada online, no período de 29 a 7 de maio.

Com versão criada em 1975 pela coreógrafa alemã Pina Bausch (1940-2009), um dos maiores nomes da história mundial da dança, “A Sagração da Primavera”, baseada na mais célebre obra do compositor russo Igor Stravinsky (1882-1971), tem remontagem produzida com um elenco de 38 bailarinos de 14 países africanos, reunidos no Senegal para o registro em vídeo que agora estreia no Brasil.

O trabalho, que originalmente estava sendo preparado para uma turnê internacional, se reverteu em filme quando, em março de 2020, as medidas para conter a pandemia do coronavírus fizeram os planos se alterarem. Na praia senegalesa de Toubab Dialaw, a última passagem foi capturada pelo cineasta Florian Heinzen-Ziob, documentando um momento único.

Esta realização resulta do investimento da Fundação Pina Bausch de fazer as coreografias da artista alcançarem novos públicos e gerações de bailarinos, agrupando este elenco, em colaboração com a École des Sables (Senegal) e Sadler’s Wells (Inglaterra), especialmente para a empreitada.

É assim que surge o “Dancing at Dusk – Um momento com A Sagração da Primavera de Pina Bausch”, que o Goethe-Institut Salvador-Bahia promove como espetáculo de abertura da 14ª edição do Vivadança Festival Internacional, com estreia no dia 29 de abril, Dia Internacional da Dança, às 20h, na plataforma Festival Scope, acessível pelo site www.festivalvivadanca.com.br.

Nos últimos anos, a Fundação Pina Bausch vem transmitindo coreografias de Pina Bausch para companhias internacionais, porém os ensaios tiveram de ser suspensos e as apresentações, adiadas, por conta da pandemia.

Enquanto as datas da turnê presencial não podem ser reagendadas, a versão audiovisual está sendo disputada por festivais de todo o mundo e é trazida com exclusividade ao Brasil para curta temporada de exibição nacional, com patrocínio do Goethe-Institut Salvador.

O evento baiano Vivadança Festival Internacional, que este ano se apresenta integralmente em formato online, é o palco escolhido. A obra ficará disponível ao público até o dia 7 de maio, com ingressos a R$ 10.

Germaine Acogny, fundadora da École des Sables e conhecida como a mãe da dança africana contemporânea, e Malou Airaudo, ícone de primeiro escalão no Tanztheater Wuppertal, assinam a coreografia. Na peça, as duas lendas da dança, ambas com mais de 70 anos, exploram suas heranças artísticas.

A música é de Fabrice Bouillon LaForest e a dramaturgia de Sophiatou Kossoko. Compõem o elenco: Amadou Lamine Sow, Amy Collé Seck, Anique Ayiboe, Aoufice Junior Gouri, Armel Gnago Sosso-Ny, Asanda Ruda III, Astou Diop, Aziz Zoundi, Babacar Mané, Bazoumana Kouyaté, Brian Otieno Oloo, Carmelita Siwa, D’Aquin Evrard Élisée Bekoin, Didja Kady Tiemanta, Estelle Foli, Florent Nikiéma, Franne Christie Dossou, Gloria Ugwarelojo Biachi, Gueassa Eva Sibi, Harivola Rakotondrasoa, Inas Dasylva, Khadija Cisse, Korotimi Barro, Luciene Cabral, Oliva Randrianasolo (Nanie), Pacôme Landry Seka, Profit Lucky, Rodolphe Allui, Rokhaya Coulibaly, Sahadatou Ami Touré, Serge Arthur Dodo, Shelly Ohene-Nyako, Sonia Zandile Constable, Stéphanie Mwamba, Tom Jules Samie, Vasco Pedro Mirine, Vuyo Mahashe e Zadi Landry Kipre.

Este projeto foi financiado por German Federal Cultural Foundation, Ministry of Culture and Science of the German State of North Rhine-Westphalia e International Coproduction Fund do Goethe-Institut e gentilmente apoiado pelo Tanztheater Wuppertal Pina Bausch.

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Vivadança Festival Internacional – Tendo sua abertura em 2021 no Dia Internacional da Dança (29 de abril), o Vivadança Festival Internacional vem reafirmando a cada ano seu lugar de encontros, difusão e conexões no universo da dança, com uma programação que coloca a Bahia no circuito de festivais internacionais, abrindo possibilidades artísticas e mercadológicas.

Neste momento delicado, o Vivadança oferece soluções criativas para continuar com sua missão de conectar profissionais da dança ao redor do mundo, bem como trazer para o Brasil o melhor da dança contemporânea. O Vivadança Festival Internacional é uma realização da Baobá Produções Artísticas. O projeto foi selecionado pelo Edital Eventos Calendarizados com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

Abertura do Vivadança Festival Internacional 2021

Dancing at Dusk – Um momento com A Sagração da Primavera de Pina Bausch (40 min.)

Conteúdo extra: Pina Bausch The Rite of Spring – Rehearsals at École des Sables (7 min.)

Lançamento: 29 de abril (quinta-feira), 20h

Encerramento: 7 de maio (sexta-feira), 23h59

Plataforma de exibição: Festival Scope (acessível pelo site www.festivalvivadanca.com.br)

Quanto: R$ 10

Vendas: Pelo site www.festivalvivadanca.com.br

Classificação indicativa: Livre


“Inaê, a menina que nasceu água”, livro gratuito virtual


Inêa e Marcos. Foto Júnior Assis

A escritora e atriz baiana, Inaê Sodré, brincando com simbologias mitológicas e arquétipos que permeiam o imaginário de diversas sociedades do mundo afora, lançou recentemente seu segundo livro autoral, intitulado “Inaê, a menina que nasceu Água”.O livro, que trata da água personificada em uma jovem sereia e foi imaginado e escrito a partir do mergulho nas simbologias do seu nome, Inaê, que significa Rainha das Águas, em Iorubá, está disponível gratuitamente e pode ser acessado pelo link https://pt.calameo.com/books/006654487d791b794e717.

No livro, Inaê nasce do ventre de Iemanjá, dezesseis dias depois de sua festa, comemorada no dia 02 de fevereiro, no Rio Vermelho, em Salvador. A Sereinha conquista então os habitantes dos mares, mas sonha conhecer a antiga morada de sua mãe, o Rio Ogum, na Nigéria, em África. “Uma história que mistura belezas simbólicas do nosso imaginário e das forças de nossas ancestralidades”, conta Inaê. O lançamento aconteceu de forma virtual, através do YouTube, no canal inaeameninaquenasceuagua.

Lançado pela Editora VERNASE, com ilustrações de Marcos Costa, o livro de temática infantojuvenil conta com o apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal. A Editora VERNASE, criada em 2014, pertence ao design gráfico Lino Greenhalgh.

Sobre Inaê Sodré– Escritora, poeta, dramaturga, atriz e professora da Língua Portuguesa do Brasil, graduada em Letras-UFBA e mestre em Estudos de Linguagem- PPGEL-UNEB, Inaê Sodré nasceu em 18 de fevereiro de 1976, em Ipirá, Sertão da Bahia, iniciando sua carreira artística como cantora aos 16 anos. Em 2000, começa a estudar teatro com Meran Vargem no TCA.

Em seguida, assume dois papéis na peça Morte e Vida Severina de João Cabral de Melo Neto, direção de Marcos Machado, no Espaço Xisto. Como dramaturga e atriz, cria e interpreta Fêmeas; Mirante dos Astros; Palavra há Tempo; Estrela da quarta dimensão do Espaço: Tempo. Em 2016, coordena o projeto Garagem Literária (SECULT-BA), em Ipirá. Em 2018, lança o livro de poesia erótica Ardor e Ardências (2018). Em 2019, estreia Ardor e Ardências: Teatro.

Sobre Marcos Costa – Nascido em São Félix, no Recôncavo Baiano, Marcos Costa é Artista Visual formado em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da UFBA. Grafiteiro, com 20 anos de experiência, possui Prêmios com trabalhos em Ilustrações, Cenografia, Pintura Corporal e também com Arte Educação.

Recentemente, o artista foi premiado em 1° lugar no II Desafio criativo Quarentena Ilustrada, promovido pela Mil Muros e assinou contrato de parceria com a Cia. Francesa Eskis; é autor do estilo, por ele denominado, Afrograffiti, inspirado na arte africana tradicional e do enigmático cachorrinho “Boca Preta” que já é considerado uma de suas marcas. Marcos Costa administra O Cabuloso, Atelier de Arte e Cultura de Rua no Pelourinho, em Salvador-Bahia.

Crédito da fotografia: Júnior Assis


Clipe e documentário sobre samba de Cabaceiras do Paraguaçu   


Fotos/Divulgação

O projeto “Agora os netos vão sambar!” lançou o clipe “O Samba Não Pode Parar!” e exibe o documentário “Nossas Mestras e Nossos Mestres” no canal do Youtube Raízes do Paraguaçu, onde o público poderá assistir a produção até dia 15. A proposta é preservar a memória do samba de roda através das vivências entre os mestres e mestras da Cultura Popular com as crianças e jovens da cidade de Cabaceiras do Paraguaçu. O registro dessas histórias em audiovisual visa respeitar todos os protocolos de segurança do estado e município, unindo gerações de pessoas negras para discutir, preservar e vivenciar sua cultura.

Segundo os idealizadores do projeto, a preservação da cultura negra perpassa pela forma como ela atinge as futuras gerações e, “incutir nelas o amor que os mais velhos possuem por seus saberes e fazeres, é fundante para perpetuação da prática cultural.” A ideia é aproximar crianças e jovens das mestras e mestres para ouvir, aprender e despertar sobre a importância de alimentar a cultura da cidade, reconhecendo e valorizando aqueles que vieram antes, através de vivências realizadas entre fevereiro e março.

Essa é uma forma de resgatar a tecnologia ancestral baseada na oralidade, onde os mestres e mestras contaram suas histórias e experiências, objetivando inspirar as crianças e juventude da cidade, principalmente aquelas que integram o Grupo de Samba de Roda Mirim Raízes do Paraguaçu.

A iniciativa quer registrar essa experiência e manter vivas essas histórias, construindo um material referencial para se compreender a história e cultura local. O projeto busca ainda visibilizar mestres e mestras negros que, por ora, ainda são invisíveis quanto a sua trajetória de vida e resistência. Por isso, o minidocumentário Nossas Mestras e Nossos Mestres, produzido pela Souz Empreendimentos e o Grupo de Samba de Roda Mirim Raízes do Paraguaçu,cumpre o papel de, cada vez mais, partilhar narrativas e torná-las perenes aos mais novos.

De acordo com Naiane Araújo, “mobilizar crianças, adolescentes e jovens a se inspirar nos mais velhos, é reafirmar que o povo negro pulsa vida e resistência”, afirma a intrutora do Samba de Roda Mirim Raizes do Paraguaçu.

Para valorizar o trabalho realizado e estimular a autoestima das crianças e jovens, acontece o lançamento do clipe da música “O Samba Não Pode Parar!”, composta por Naiane Araújo e Priscila Sales, que busca convocar essas crianças e jovens a se ver como co-responsáveis pela continuidade da nossa cultura, a cultura do povo negro.

O Grupo de Samba de Roda Mirim Raízes do Paraguaçu é um grupo que nasce para trabalhar com a preservação do samba de roda por meio das crianças e adolescentes. Atualmente, conta com 45 membros e tem atuado diretamente para fortalecer e manter a cultura negra viva da cidade de Cabaceiras do Paraguaçu.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Programa Aldir Blanc Bahia – Criado para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, o Programa Aldir Blanc Bahia (PABB) visa cumprir os incisos I e III da Lei Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017, de 29 de junho de 2020) e suas regulamentações federal e estadual. As ações são: a transferência da renda emergencial para os trabalhadores e trabalhadoras da cultura, e a realização de chamadas públicas e concessão de prêmios.

O PABB tem execução pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, geridas por meio da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura e do Centro de Culturas Populares e Identitárias; e as suas unidades vinculadas: Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon, Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural.

 Agora os Netos Vão Sambar! 

Onde: Canal do Youtube (Grupo de Samba de Roda Mirim Raízes do Paraguaçu)  https://www.youtube.com/channel/UC6dqcScVusml5CvBMTZqYag

Quanto custa: Gratuito

Informações? @raizesdoparaguacu https://www.instagram.com/raizesdoparaguacu/

https://facebook.com/raizesdoparaguacu


‘Joelma’ conta história de uma das mais longevas mulheres trans


Foto: Alessandra Nohvais/Divulgação

O espetáculo “Joelma” será apresentado ao público, com acesso gratuito, no canal Território Sirius no YouTube, no dia 10 de abril, às 19h. A montagem revela a história de uma das mais longevas mulheres trans do Brasil, atualmente com 76 anos, e aborda questões de gênero e sexualidade.

“Joelma” encerra a programação do “Solos em Todos os Solos – SSA”, projeto digital de apresentação, valorização e conexão de artistas cênicos de Salvador, que chegou à segunda edição com sete espetáculos, quatro oficinas e lives semanais. O projeto reúne mais de 50 profissionais da cultura, alcançando mais de 3 mil pessoas.

“Expresso grande contentamento por ter gerado essa segunda edição de ‘Solos em Todos os Solos’ e ter propiciado que tantas e importantes obras artísticas pudessem ser acessadas por muitas pessoas de todos os lugares do mundo. Uma riqueza muito grande de criações e atividades que mostram a capacidade de readaptação dos artistas nesses tempos atuais e comprovam a potência transformadora da arte na vida das pessoas. Com ‘Solos em Todos os Solos’ plantamos muitas sementes de poesia, humor, crítica, ludicidade, beleza, informação e afeto na alma de nosso público”, ressalta Fábio Vidal, diretor do projeto e ator do espetáculo Joelma.

O projeto, desenvolvido pelos atores Fábio Vidal e Vinícius Piedade, apresenta virtualmente produções contemporâneas de artistas de Salvador e traz uma diversidade de espetáculos, reunindo diferentes gerações, grupos, dramaturgias e temáticas, marcado por interpretações e experimentações cênicas audiovisuais.

Diante do atual cenário de isolamento social, artistas adaptaram seus trabalhos ao formato digital e se utilizaram de estratégias para se manterem na arte. Na quinta-feira (8), às 18h, Fábio Vidal recebe Edson Bastos e Vinicius Piedade no “Encontro Solos”, espaço de diálogo no perfil do Territórios Sirius (@siriusterritorio) no Instagram.

“Solos em Todos os Solos – SSA” é uma realização do Território Sirius e Multi Planejamento Cultural, contemplado pelo Prêmio Anselmo Serrat de Linguagens Artísticas, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura Municipal de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

Sobre o espetáculo

“Joelma” traz à cena, a história de uma das mais longevas mulheres trans do Brasil. Para além dos aspectos sobre sexualidade e gênero, a narrativa também apresenta o universo religioso da personagem, que hoje, aos 76 anos, vive em Ipiaú (BA). A montagem afirma a trajetória de reinvenção de si, estabelecida por Joelma, mesmo frente a preconceitos e injustiças, instaurando respeito, dignidade e pautada numa postura ética de vida.

Trata-se de uma encenação que transita por diversas linguagens: teatro, cinema, música e dança. Em “Joelma”, há a presença do requinte da palavra e o refinamento do movimento em prol de possibilidades poéticas da cena. O espetáculo é dirigido por Edson Bastos e Fábio Vidal, que também assume a atuação da obra.

Programação

Encontro Solos
8/4 (quinta-feira), às 18h – Fábio Vidal convida Edson Bastos e Vinicius Piedade

Espetáculo
10/4, às 19h – “Joelma”

Gratuito