Pasta em Casa reabre com novidade

O restaurante Pasta em Casa voltou a receber clientes com protocolos de segurança reforçados e uma novidade na sua famosa ilha de massas: a preferida …




Visite o Gabinete Português de Leitura com tour virtual


Fotos Divulgação

Uma visita virtual no formato 360º,  em uma das instituições culturais mais importantes do Estado, o Gabinete Português de Leitura, é a grande oportunidade do momento. Fundado em 2 de março de 1863, e com sede localizada na Praça da Piedade, o edifício neo-manuelino possui uma beleza arquitetônica que resgata grande parte da tradição lusitana na era dos descobrimentos. O endereço é http://www.bahiaview360.com.br/gplsalvador/.

Durante o passeio, o público tem a oportunidade de contemplar, além da fachada monumental, instalações como a Biblioteca Infante D. Henrique, composta por obras de diversas áreas do conhecimento, principalmente sobre História, Geografia e Literatura de Portugal e países de língua portuguesa, o Auditório Professor Agostinho da Silva, Salão Nobre (com rico acervo de pinturas).

Um Vitral (Peça manufaturada em 1921, em Paris, doado por um anônimo, na qual se reproduz o quadro do pintor Victor Meirelles, que retrata a celebração da primeira missa no Brasil, em Santa Cruz de Cabrália, no ano de 1500), e o Salão de Exposições (que acolhe a mostra “Réplica de barcos que acessaram a Baía de Todos-os-Santos”, construídos à mão pelo engenheiro naval José Nunes da Silva.

A programação do projeto ainda apresenta cursos de Gramática e Redação, Língua Iorubá e Metodologia da Pesquisa, restauração e higienização de obras raras, além de lançamentos de livros, encontros virtuais com escritores e pesquisadores brasileiros e portugueses, e exposições ligadas às relações culturais luso-brasileiras. A programação completa pode ser acessada no site www.gplsalvador.org e nas redes sociais do GPL.

O projeto recebe apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

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Shopping lança documentário “Salvador, Mulheres e Histórias”


Divulgação

Em homenagem ao mês da Mulher e ao aniversário de 472 anos da capital baiana, o Shopping Piedade lançou o documentário “Salvador, Mulheres e Histórias”, que traz a trajetória e os propósitos de vida de grandes mulheres de Salvador. São elas: Negra Jhô, Conceição Macedo, Daniele Nobre, Carla Lis, Tânia Toko, Aldaci dos Santos e Rita Cliff Conceição.

Para conhecer essas histórias ímpares que vão ressignificar concepções sobre o que é ser mulher e ser mulher em Salvador, é só acessar o site salvadormulheresehistorias.com.br/ ou o Youtube do Shopping Piedade (https://www.youtube.com/watch?v=fnNBMiifECo). No Instagram e no Facebook do shopping serão publicados os depoimentos individuais de cada personagem.

 O documentário

 São Salvador da Bahia, cidade histórica, berço de guerras e batalhas ao longo de 472 anos, representando em muitas passagens resistência, perseverança, inovação, berço de uma cultura ímpar e sempre se destacando pela sua beleza, alegria, leveza e uma gastronomia de lamber os “beiços”.

Poderíamos estar falando da história de uma mulher, de dezenas de centenas delas, muitas que habitam esta capital cheias de “encantos e axé”. Estas histórias se cruzam. Salvador é forjada por muitas Joanas, Quitérias e Filipas, todas de fibra, de perseverança, de dança, de afeto, de encanto, de luta, de resistir para existir.

Desde a fundação da cidade, a participação feminina sempre foi ativa, principalmente com mulheres do povo.

As Mulheres

Negra Jhô: Filha da terra do dendê e de uma cultura ancestral sagrada, Valdemira Telma de Jesus Sacramento, Negra Jhô. Suas mãos carregam o dom do resgate histórico através da estética e da emancipação da autoestima, a partir do òri (cabeça). Trancista desde os anos 70, ela fortalece os seus a partir da estética negra e de suas ações no Pelourinho. Trilhando caminhos e difundindo conhecimentos, a filha de Ogum e Oyá, Negra Jhô, carrega em si a essência que sempre foi negada, a sua ancestralidade.

Conceição Macedo: Responsável por criar, há mais de 30 anos, uma instituição que acolhe e busca integrar famílias de pessoas portadoras do vírus HIV (IBCM), Tia Conça, carinhosamente conhecida pelos seus voluntários e pacientes, é auxiliar de enfermagem aposentada e um verdadeiro exemplo de empatia e solidariedade para todos(as). Com suas ações voltadas a prostitutas, travestis e até mesmo crianças soropositivas que ao longo de 3 décadas se tornaram sua família. Tia Conça nos ensina a importância do cuidado e do afeto sem julgamento e com muito carinho.

 Daniele Nobre: Filha das matas e de uma beleza de rainha. Uma Deusa do Ébano! Empreendedora, secretária executiva pelo Centro Universitário Estácio da Bahia, dona de si. Quando criança não imaginava que sairia no maior bloco afro do Brasil, do Ilê Aiyê, iria torná-la uma representação para milhares de mulheres. O seu sonho tornou- se, além de possível, um caminho a ser trilhado. Daniele se tornou a Deusa do Ébano em 2019 e carrega em si uma força matriarcal que a faz guiar outras Danieles a outros títulos.

Carla Lis: Cantora, mãe de Zaion, uma voz em ação por onde passa. Desde a infância encanta a todos com sua voz marcante e contagiante. Vocalista da Banda Didá desde 1998, Carla é destaque baiano e por onde ela passa leva multidões com sua melodia, alegria e potência. Com formação inicial e técnica em música na Universidade Federal da Bahia, e posteriormente em Recursos Humanos pela Universidade Dom Pedro, Carla trabalha desde cedo a importância do estudo da música e do que ela representa.

Tânia Toko: Atriz, arte educadora, produtora, diretora e cheia de arte, Tânia Toko, nascida e criada na comunidade de Vila Rui Barbosa, Cidade Baixa, traz em seus mais de 30 anos de carreira nas artes cênicas, o sorriso largo e um olhar marcante. Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Tânia integrou grupos teatrais de referências nacionais, mas foi a partir do Filme “Ó Paí Ó” com a personagem “Neuzão” que ela ganhou ainda mais destaque nacional. Seu extenso currículo consta desde novelas globais a mais de 20 espetáculos teatrais. Tânia é uma profissional de tirar o chapéu. Uma baiana retada que “não come reggae” de ninguém.

Aldaci dos Santos, carinhosamente conhecida como Dona Dadá: Desde cedo precisou trabalhar para garantir o sustento da sua família. Sua vida, assim como a de muitas mulheres negras e pobres de Salvador, não foi fácil. Passou por grandes processos de violências e de perdas, mas isso não tirou suas maiores marcas, o sorriso e o dom de cozinhar. Sua arte nasceu em um “cantinho” na Federação, lá no Alto das Pombas, mas ganhou o mundo com os seus sabores de “lamber os beiços”. Referência na culinária baiana há mais de 30 anos, Dona Dadá, hoje no Pelourinho carrega em seus cardápios muitos ingredientes, mas os principais são o amor, humildade e afeto.

Rita Cliff Conceição: Ativista comunitária, candomblecista, descendente direta da irmandade da Boa Morte, antropóloga, fotógrafa, estudante de pedagogia da Universidade Federal da Bahia e fundadora da primeira ONG para meninas negras de Salvador, a Bahia Street. Em 2008, Rita recebeu da UNESCO, na sede das Nações Unidas em Nova York, o título de Dra. Honoris Causa, pela sua obra humanitária realizada através de sua ONG. Uma das precursoras da fotografia negra em Salvador. Uma potência ancestral em terra.


Antigos carnavais e festas populares da Cidade Baixa em websérie


Um dos criadores do trio elétrico e da guitarra baiana, Osmar, parceiro de Dodô, nasceu na Ribeira, onde a Fubica foi montada. Foi também lá que a cantora Margareth Menezes nasceu, se criou e deu os primeiros passos na carreira. A Cidade Baixa também era palco da Levada do Jegue, além da icônica Festa do Senhor do Bonfim e de Bom Jesus dos Navegantes.

É também de lá o Trio Saborosa, ícone do carnaval no final dos anos 70 e início dos 80, criado por uma fábrica de cachaça situada na Rua Barão de Cotegipe. Essas e outras histórias integram a websérie “Diga aí, CBX”, que estreou na quarta-feira (03), dentro da programação do VirtuArte Cidade Baixa, disponível no Instagram do projeto: @virtuartecbx. A programação é gratuita.

Natielly, Feira de São Joaquim. Foto Amós Costa/Divulgação

São quatro episódios com duração de até oito minutos, contando um pouco sobre o início do axé, carnaval e festejos populares, os primeiros cinemas de rua de Salvador, a história das fábricas e ainda um episódio dedicado à localidade de Alagados. Entre os entrevistados, Laurinha Arantes, a primeira cantora da “Cheiro de Amor” e primeira mulher a puxar um bloco de Carnaval; os jornalistas Jolivaldo Freitas e Valber Carvalho; o Padre Edson Menezes da Silva, Reitor da Igreja do Bonfim há 12 anos; Ybsen de Souza Britto, ex-coordenador da equipe da praia da Festa de Bom Jesus dos Navegantes; e Jamira Muniz, coordenadora do Espaço Cultural dos Alagados.

“O VirtuArte surge da vontade de fazer pulsar esse lugar de onde venho, onde nasci e me criei, que não tem visibilidade cultural. As pessoas precisam se deslocar de seu território para apresentar sua arte e se desenvolver enquanto artista”, pontua a idealizadora e produtora executiva e artística do projeto, Polyana Sá. “A gente conhece a CBX como um lugar turístico e um pouco das festas populares, como a Lavagem do Bonfim, que leva milhões de pessoas, uma vez ao ano, até lá, mas a gente não conhece muito mais sobre a parte histórica”, enfatiza.

Santuário Santa Dulce dos Pobres (antigo Cine Roma). Foto Amós Costa

Os episódios serão exibidos quinzenalmente: dias 03, 17 e 31 de março, e 14 de abril. Entre os conteúdos de resgate histórico, a trajetória de sucesso do primeiro cinema de rua da capital baiana: o Cine Roma (onde hoje é o Santuário de Irmã Dulce), inaugurado em 1948 e que recebeu artistas como Roberto Carlos e Waldick Soriano, foi palco de festivais de música, peças teatrais e concursos de beleza.

“Ali era o principal ponto cultural dos anos de 1950 aos anos 80, não só da Cidade Baixa como de Salvador. Era um cineteatro para duas mil pessoas, que recebia dos grandes filmes de Hollywood aos shows da Jovem Guarda. Foi também onde Raul Seixas praticamente estreou ao lado dos Panteras. Era mesmo um local de encontros”, pontua o historiador Matheus Buente, que está no primeiro e terceiro episódio da websérie.

Cultura em movimento

Ponta de Humaitá. Foto Jeferson Teixeira/ Divulgação

A programação do VirtuArte Cidade Baixa é totalmente online, com todas as atividades disponíveis no Instagram, e inclui a exposição fotográfica “Olhares sobre a CBX”, que estreou no último dia 23, reunindo o trabalho de oito profissionais da localidade; oficinas de dança afro brasileira, interpretação para audiovisual e Mobgrafia (vídeo com celular); workshop de profissionalismo na música independente; sete vídeos performances de artistas locais e variadas manifestações, como música, capoeira, dança e teatro (o primeiro episódio vai ao ar no sábado, com o duo João Melo e Edwã Victor, tocando Marimba na Praia da Ribeira);

E o “Fala aí, diretxr_”: um bate papo mediado pelo ator e diretor Heraldo de Deus, recebendo convidadas como as diretoras Cecília Amado (“Capitães de Areia”) e Vilma Martins (“5 fitas”) para discutir filmes ambientados na região – estreia 15 de março.
O projeto é contemplado pelo Prêmio Anselmo Serrat de Linguagens Artísticas, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.
Serviço:

VirtuArte Cidade Baixa

Quando: até 17 de abril
Programação (100% online):

Exposição fotográfica “Olhares sobre a CBX”: de 23 de fevereiro a 13 de abril

Vídeos performances: de 06 de março a 17 de abril

Diga aí, CBX – série de entrevista com historiadores e personagens da região: dias 03, 17 e 31 de março e dia 14 de abril

Oficinas:

Dança afro-brasileira (com Agatha Simas): dias 08 e 10 de março

Mobgrafia – vídeo com celular (com Ariel L. Ferreira): dias 23 e 24 de março

Interpretação para audiovisual (com Everton Machado): dias 05 e 07 de abril

Workshop de música independente:

08 abril (com Luan Tavares da “OFÁ” e Dieguito da “Vivendo do Ócio”)

13 de abril (com Jad Ventura da “Zuhri” e Gabriela Carmo)

Fala aí, diretxr_: bate papos com cineastas sobre filmes ambientados na Cidade Baixa, como “Tungstênio”, “Capitães de Areia”, “Navegantes” e “5 fitas”: dia 15 de março e 12 de abril
Gratuito

Mais informações: @virtuartecbx

 


Live de Pai para Filho com os Irmãos Macedo e Banda Macedinhos


Fotos/ Divulgação

Pipoca de Pai para Filho, é esse o título do projeto que estará no ar, em uma Live, no dia 27 de março, às 20h, no youtube, canal escolairmaosmacedo.

O folião que acompanha o trio elétrico Armandinho Dodô e Osmar nesses últimos 46 anos, curtindo a música baiana pelas ruas de Salvador, é fiel. Espera o ano todo para, junto com os filhos, naquele momento mágico, curtir a música trieletrizada. Sabe as músicas, canta, dança, faz a alegria do Carnaval.

A proposta da Live é justamente reviver esses momentos. Serão oito foliões representando uma legião de milhares. Nos seus depoimentos, vão contar as histórias vividas na avenida, a paixão pelo Carnaval, curiosidades, a música predileta, que será tocada na hora, ao vivo.

Durante a Live, um apresentador vai chamar os vídeos com os depoimentos dos oito foliões que, ao longo de décadas, participaram da pipoca do Trio Elétrico Armandinho, Dodô e Osmar. Após cada relato, a Banda Macedinhos executa a música citada pelo folião, num total de oito sucessos dos carnavais dos irmãos Macedo. Na sequência, o apresentador fala da autoria, data de lançamento e outras curiosidades sobre cada sucesso.

Nesse primeiro ano sem carnaval, é importante destacar essa história que foi passando de pai para filho, de geração em geração, exatamente como Osmar Macêdo fez com os próprios filhos, os Irmãos Macêdo! E a certeza de que a tradição será mantida, já no Carnaval 2022…

Vale lembrar que a Escola Irmãos Macêdo foi criada por causa da música trieletrizada. A Banda Macedinhos é formada por alunos desse projeto social, onde se ensina a música consagrada pelo talento de Armandinho, André, Aroldo e Betinho, (os irmãos Macedo) na história do Trio Elétrico.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Live de Pai para Filho, Histórias de carnaval que ligam gerações

Quando: 27 de março às 20h

Onde: canal do Youtube escolairmaosmacedo


Mostra do Festival de Teatro do Subúrbio


Foto Mila Souza/Divulgação

A mostra dos espetáculos do  Festival de Teatro do Subúrbio – FTS / Ano 5 será inteiramente online, de 23 a 28 de março de 2021 no Youtube do Festival, com acesso gratuito. Sem caráter competitivo, o Festival terá em sua programação apresentação de espetáculos convidados (com notório reconhecimento nacional).

Além de apresentação de espetáculos selecionados (após curadoria das inscrições) e apresentações do Painel Cênico (espetáculo teatral, de grupos,companhias e/ou artistas iniciantes e/ou amadores). Mais informações sobre esta edição podem ser obtidas nos perfis do instagram @coletivodeprodutores e @ftssuburbio.

Serão mostrados espetáculo teatral profissional e amador, de grupos, companhias e/ou artistas sediados e/ou oriundos dos subúrbios e periferias de todo Brasil. Idealizado pela 1A Múltipla – Ideias e Ações Culturais e o Coletivo de Produtores Culturais.

O evento nasceu da inquietação de jovens agitadores culturais da região, tendo como objetivo criar um circuito no qual os grupos das periferias de Salvador estivessem inseridos, numa troca constante com diversos profissionais do segmento. Desde 2009, quando da sua primeira edição, o Festival já alcançou mais de 6 mil pessoas e por ele já passaram mais de 40 espetáculos.

Edital – O Festival de Teatro do Subúrbio foi contemplado pelo Prêmio Anselmo Serrat de Linguagens Artísticas, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura Municipal de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundo da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

Festival de Teatro do Subúrbio

Mostra: 23 a 28 de março

Quanto: gratuito

Onde: Youtube do Festival de Teatro do Subúrbio 

Mais informações: www.coletivodeprodutores.com.br