Cinema, teatro, exposição, música e performances no Gamboa Nova


“Xica – Coletivo das Liliths”, em foto divulgação

O Teatro Gamboa Nova tem vasta programação neste mês de setembro com cinema, teatro, exposição;música e performances.

O espetáculo EUDEMONIA (Em Memória a uma Peça Nunca Encenada), de Letícia Bianchi, entra em cartaz na sua primeira temporada, no Teatro Gamboa Nova, durante os finais de semana de setembro.

Em um período em que todo conteúdo político passava pelo crivo da censura, uma mulher tem seus romances vetados. Cassandra Rios falava dos prazeres femininos, do gozo, do sexo entre mulheres, e foi acusada de apologia declarada ao lesbianismo.

EUDEMONIA pretende ser uma homenagem à peça original de Cassandra que, interrompida no primeiro ato, nunca foi completamente encenada. O espetáculo trata com leveza e bom humor das questões com relação ao feminino, à sexualidade e a censura no período ditatorial brasileiro.

Serviço

O que: Espetáculo Eudemonia (Em Memória a uma Peça Nunca Encenada)

Quando: 02, 09, 16, 23 e 30/09 (sábados), às 20h +  03, 17 e 24 (domingos), às 17h

Quanto: R$20 e R$10 (meia) –bilheteria abre às 17h e às 16h aos domingos

Onde: Teatro Gamboa Nova – Rua Gamboa de Cima 03, Aflitos (atrás do Passeio Público, ao lado do quartel)

Informações: 3329 2418

Classificação etária: 18 anos

CINEGAMBOA – gratuito

Tempo perdido

antes dos espetáculos com autorização prévia das produções (qua a dom)

Clipe do cover da música clássica da banda Legião Urbana, que faz parte da performance

Porra L O UCAS, de Lucas Nascimento com Pedro Sena, desenvolvido pela produtora ORUN.

EXPOSIÇÃO – gratuito

10 anos de Boa Nova

quarta a sab das 16h às 20h e dom das 15h às 17h

Mais um mês para conferir na Galeria Jayme Fygura, foyer do Teatro, as belas imagens que compõem as capas da programação nos últimos 10 anos do projeto Gamboa Nova.

TEATRO – R$20 e R$10 (meia)

Eudemonia (Em Memória a uma Peça Nunca Encenada)

02, 09, 16, 23 e 30 (sábados), às 20h
03, 17 e 24 (domingos), às 17h

Pretende ser uma homenagem à peça original de Cassandra que, interrompida no primeiro ato, nunca foi completamente encenada. O espetáculo trata com leveza e bom humor das questões com relação ao feminino, à sexualidade e a censura no período ditatorial brasileiro.

Classificação: 18 anos

Xica – Coletivo das Liliths

13, 14, 20, 21, 27 e 28 (quartas e quintas), às 20h

Mais uma ação artística do grupo que visa ampliar o debate sobre a questão de gênero e a quebra de paradigmas da sexualidade, através da história de Francisco Manicongo, negro africano escravizado, considerado como a primeira travesti não-índia do Brasil.

Classificação: 18 anos

Drag Pride – com apresentação de Nágila GoldStar e Convidadxs

15, 22 e 29 (sextas), às 20h

O show, composto por performances e bate-papos, compreende uma celebração da arte DRAG, para o qual serão convidadas artistas que representam diferentes estilos dentro desta cena soteropolitana.

Classificação: 18 anos

Coisa de Viado – Escola Bumbá – GRATUITO

16, 23 e 30 (sábados) – antes das apresentações (parte externa do teatro)

Encenação de Rino Carvalho, com Alex Gurunga, Eugênio Lima, Edivânia de Jesus, Ícaro Oliveira, Marcela Lima e Vitor Carter. Humor e provocação na performance que faz uma chamada sensorial ao público e tira o véu de temas como gênero, transexualidade, homofobia, homoafetividade, invisibilidade de lésbicas e apoio familiar.

Classificação: 12 anos


“A Desejada – Desvariações sobre o mito de Don Sebastião” no Teatro Sesi


“A Desejada – Desvariações sobre o mito de Don Sebastião”, espetáculo dirigido por Moncho Rodriguez, teve sua pré-estreia em Fafe, Portugal. O espetáculo é um exercício de interpretação que desvaria entre o mito del Rei D. Sebastião e as contradições da atriz e personagem. Uma viagem pelos universos do masculino e do feminino, do SER e do PARECER, a devastadora luta do indivíduo
e o seu destino. Oportunidade para que se reencontre a história, numa mescla entre a lenda e a arte.
“O espetáculo inspira-se na história de D. Sebastião”, relata Artur Coimbra – Historiador e Chefe de Divisão Cultura e Desporto da Câmara Municipal de Fafe. E completa: “Uma atriz vive o conflito de ter que habitar num corpo masculino de um rei, predestinado à morte para alimentar o sonho do seu povo, do seu reino de uma liberdade utópica. No meio do percurso da sua
interpretação descobre que o ama da mesma forma como se ama e que o quer salvar para salvar-se. Uma ficção poética que inquieta o universo sebastianista e agita as névoas do imaginário nevoeiro que um dia virá. Mágica interpretação de uma atriz de enorme talento e versatilidade, num texto denso, forte, às vezes desconcertante mas sempre poético, de Moncho Rodriguez.
Muitos parabéns.”

Horário: 20 horas
Dias: Sexta / 01, 08, 15, 22 e 29 de Setembro de 2017
Ingressos:R$ 30,00 inteira 15,00 meia


Festival de Mulheres em Cena: Tristes, Loucas e Más


Opera Nuda Isaura

Este festival promoverá circuito artístico feminino em Salvador com vasta programação no período de 11 a 17 de setembro na Casa do Benin, Teatro Gregório de Mattos, Centro Cultural Barroquinha e ruas do Centro Histórico

Com o fortalecimento dos movimentos de defesa e promoção dos direitos das mulheres e com a necessidade de assegurar espaços de atuação e representatividade feminina nas artes, as produtoras da Baluart Projetos Culturais e Gameleira Artes Integradas trazem para cena baiana o “Tristes, Loucas E Más: Festival de Mulheres em Cena”, que tem uma proposta de difusão e estímulo à produção cênica contemporânea de artistas criadoras da Bahia (naturais e/ou radicadas).

A programação do evento ocorrerá de 11 a 17 de setembro, com oficinas-encontros – para partilha sobre os procedimentos criativos de algumas artistas participantes do Festival, apresentações de 14 solos, conversas temáticas e um espaço de convivência feminista. Para abrir os ritos, as atrizes irão fazer uma junção performática de suas intensidades múltiplas numa apresentação coletiva que ocorrerá nas escadarias da Barroquinha, no dia 13 de setembro, às 19h.

“Será um momento em que as performers diluirão suas individualidades e se juntarão coletivamente quanto mulheres artistas. Será uma performance em que utilizaremos projeção e as atrizes irão interagir com as imagens que estão sendo projetadas”, explica Raiça Bomfim, uma das curadoras do festival.

A noite de abertura do festival contará ainda a discotecagem de DJ André Oliveira e Mana Maia, que se encontram para trazer o set “Mulheres do mundo”, baseado na pesquisa desenvolvida por André na direção musical do espetáculo “Isto Não É Uma Mulata”, solo de Mônica Santana, “Ofélia: sete saltos para se afogar”, solo de Raiça Bomfim e “Loucas do Riacho”, dialogando com a pesquisa musical de Mana Maia.

Entre as mulheres que vão soar nos autofalantes estão nomes como as The Lijadu Sisters, duo nigeriano da década de setenta, e Petrona Martinez, com toda sua musicalidade afro-colombiana, Kumbia Queers, grupo argentino. As ações ocorrerão gratuitamente na Casa Benin e ruas do Centro Histórico de Salvador; no Centro Cultural Barroquinha e Teatro Gregório de Mattos ingressos serão R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), com venda duas horas antes de cada performance, na bilheteria do teatro.

Festival
O Festival toma emprestado o título do livro “Tristes, loucas e más – a História das mulheres e seus médicos desde 1800”, da escritora polaca Lisa Appignanesi, que traça o perfil histórico das tendências psiquiátricas que formularam a teoria da propensão feminina à Melancolia, à Loucura e à Violência. Tristes, loucas e más assume como eixo curatorial trabalhos solos propostos por mulheres que trabalham feminilidades e feminismos diversos numa perspectiva de expansão das expressões e existências de mulheres.

Programação
· Abertura do Festival

– Quarta: Dia 13/09
Ação  Artística Coletiva das artistas participantes [19h, na escadaria entre Teatro Gregório de Mattos e Centro Cultural Barroquinha]

· Apresentações artísticas:

Ingressos a: R$ 5 (meia) e R$ 10 (inteira). Ações na rua e no espaço de convivência serão gratuitas.

– Quinta: Dia 14/09
Sagração, de Olga Lamas [16h, ruas do Pelourinho, GRATUITO]
Duas Calçolas para Tereza, de Lisa Vietra [18h, Espaço Cultural Barroquinha]
Obsessiva Dantesca, de Laís Machado [19h, Teatro Gregório de Mattos]

– Sexta: Dia 15/09
Sirva-se, de Olga Lamas [16h, Pelourinho, GRATUITO]
Paulada Silva Selva, de Paula Carneiro [18h, Teatro Gregório de Mattos]
Isto não é uma mulata, de Mônica Santana [19h, Espaço Cultural Barroquinha]

– Sábado: Dia 16/09
Ritos para invocação de Rosário, de Felícia de Castro [17h, Teatro Gregório de Mattos]
Remedeia, de Lara Duarte [18h, Espaço Cultural Barroquinha]
Ofélia: Sete Saltos Para Se Afogar, de Raiça Bomfim [19h, Teatro Gregório de Mattos]

– Domingo: Dia 17/09
Ópera Nuda, de Isaura Tupiniquim [17h, Espaço Cultural Barroquinha]
Set List, de Felícia de Castro [17h30, Espaço De Convivência – Espaço Cultural Barroquinha]
Aquecemos corações a sangue frio, de Roberta Nascimento [18h, Galeria do Espaço Cultural Barroquinha]
TorquatáLia, de Lia Lordelo [19h, Teatro Gregório de Mattos]
· Conversas Temáticas:

1. “Mulheres encarceradas” com a convidada Márcia Limma
[ Sábado, 16/09, 16h às 17h, espaço de convivência. Aberto ao público. Gratuito]

2. “Mãe artista” com a convidada Maria Mariguela
[ Domingo, 17/09, 16h às 17h, espaço de convivência. Aberto ao público. Gratuito]

· Oficina-encontro

– Segunda-feira: Dia 11/09
Eixo “Tristes” – encontro para partilha dos procedimentos criativos das artistas Olga Lamas, Raiça Bomfim, Lisa Vietra e Roberta Nascimento, com realização de proposições que envolvem aspectos e intensidades ligados à melancolia, silêncio, abismo, vertigem, solidão, morte, renascimento. [ Segunda, 11/09, das 9h às 12h, Casa do Benin: 20 vagas. Gratuito]

– Terça-feira: Dia 12/09
Eixo “Loucas” – encontro para partilha dos procedimentos criativos das artistas Laís Machado, Lara Duarte, Mônica Santana e Lia Lordelo, com proposições que envolvem aspectos e intensidades ligados à loucura, êxtase, extravasamento, deboche, excentricidade. [ Terça, 12/09, das 9h às 12h, Casa do Benin: 20 vagas. Gratuito ]

– Quarta-feira: Dia 13/09
Eixo “Más” – encontro para partilha dos procedimentos criativos das artistas Paula Carneiro, Isaura Tupiniquim, Michelle Mattiuzzi e Felícia de Castro, com proposições que envolvem aspectos e intensidades ligados à violência, crueldade, exaustão, grotesco, monstruosidade. [ Quarta, 13/09, das 9h às 12h, Casa do Benin: 20 vagas. Gratuito ]

 

 


Cachoeira: estreias mundiais e filmes engajados no festival de documentário


Festival de documentário acontece entre os dias 4 e 10 de setembro e também terá uma programação musical, com as atrações Àttøøxxá, Funfun Dúdú, Samba de Chula de São Braz, entre outras. O festival é gratuito e aberto ao público com apoio do Fundo de Cultura.

O VIII CachoeiraDoc – Festival de Documentários de Cachoeira traz nesta edição uma programação de filmes inéditos e engajados. O evento, um dos mais importantes festivais de documentário do país, acontece entre os dias 4 e 10 de setembro, em Cachoeira, no Cine Theatro Cachoeirano e no Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CAHL/UFRB).

O festival é uma realização da Ritos Produções e do Grupo de Estudos e Práticas do Documentário, do Curso de Cinema e Audiovisual da UFRB, e conta com o apoio financeiro do Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) desde a sua primeira edição, em 2010. Mais informações podem ser obtidas no site www.cachoeiradoc.com.br.

Neste ano, serão exibidos 65 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens. Deste total, cinco são inéditos e vão estrear no CachoeiraDoc: “Por trás da linha de escudos” (PE, 2017, 100 min.), de Marcelo Pedroso, “Escolas em luta” (SP, 2017, 77 min.), de Eduardo Consonni, Rodrigo T. Marques e Tiago Tambelli, “Em Nome da América” (PE, 2017, 96 min.), de Fernando Weller, “Onde começa um rio” (PE, 2017, 75 min.), de Julia Karam, Maiara Mascarenhas, Maria Cardozo e Pedro Severien, e “Quilombo Rio dos Macacos” (BA, 2017, 120 min.), do cineasta baiano Josias Pires, que abre o festival, no dia 5 de setembro, às 19h30, no Cine Theatro Cachoeirano. Entre os destaques desta edição estão as mostras Cinemas de Lutas (Corpos em Lutas, Memórias de Lutas e Sessões Especiais), que exibem documentários nacionais e internacionais, contemporâneos e históricos, de intervenção social, engajados e militantes. As mostras Corpos em Lutas e Memórias de Lutas tiveram a curadoria da renomada pesquisadora francesa Nicole Brenez, de Amaranta Cesar e do crítico de cinema Victor Guimarães (MG).

Homenagem a Luiz Paulino dos Santos – A oitava edição do CachoeiraDoc vai homenagear o cineasta baiano Luiz Paulino dos Santos. No dia 10 de setembro, às 14h, no Cine Theatro Cachoeirano, será exibido o documentário “Índios Zoró: antes, agora e depois?” (Brasil, 2016, 70 min.). O filme é um retorno do diretor Luiz Paulino à comunidade dos índios Zoró, após trinta anos da filmagem de um curta-metragem sobre os costumes e práticas dos índios. A sessão será comentada pelo cineasta Edgard Navarro.

Colóquio e oficina – Na programação do festival acontece também, nos dias 4 e 5 de setembro, o VI Colóquio Cinema, Estética e Política, organizado pelo Grupo Poéticas da Experiência, vinculado à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O colóquio busca a inclusão de novos saberes no espaço da universidade, com o convite a mestres, mestras e lideranças das comunidades indígenas, quilombolas e dos terreiros para compor sua programação.

O minicurso “Montagem, uma forma que pensa” será ministrado por uma das mais importantes montadoras do país, Cristina Amaral. A atividade acontece nos dias 6 e 7 de setembro. Cristina trabalhou com importantes diretores do cinema brasileiro, especialmente com Carlos Reichenbach e Andrea Tonacci, e foi premiada em festivais, como Gramado e Brasília.

O festival – O CachoeiraDoc – Festival de Documentários de Cachoeira busca fomentar a difusão e a produção de documentários, assim como a discussão sobre o gênero, por meio de oficinas, debates, ciclo de conferências e exibição de filmes. Nas sete edições anteriores, cerca de 15 mil pessoas assistiram a mais de 260 documentários, muitos deles inéditos na Bahia e Brasil.


Diversão e cultura com preços populares: peça infantil “Seu Rei Mandou”


Foto divulgação de Lana Pinho

O espetáculo infantil Seu Rei Mandou mistura ludicidade ao humor e à poesia em temporada de 1º a 10 de setembro na Caixa Cultural Salvador. A peça garante diversão por meio de histórias contadas em um castelo com cem reis

Produzido pela Casa Mecane e criado pela Cia Meias Palavras, ambas de Recife, a peça traz humor e poesia na ludicidade da interpretação, através de um trabalho de pesquisa no teatro narrativo, na oralidade e nas formas animadas. As apresentações acontecem sempre às 15h e os ingressos tem preços populares: R$10 (inteira) e R$5 (meia).

A montagem é inspirada no livro homônimo de contos escrito e também ilustrado por Luciano Pontes. É o reflexo da ampla pesquisa que Pontes desenvolve há anos sobre tradição oral e narração. Com histórias que tratam do universo fabuloso dos reis, através de releituras cômicas e poéticas, ora críticas, mas sempre lúdicas, Seu Rei Mandou recupera o prazer em ouvir histórias e devolve ao público o rico imaginário dos contos populares. As histórias falam sobre o universo fabuloso dos reis e da trajetória de tirania, bravura, esperteza e bonanças de três reis. Três contos são levados ao palco: A Lavadeira Real, O Rato que roeu a Roupa do Rei de Roma e O Rei chinês Reinaldo Reis.

A encenação recupera a tradição oral, a cantoria e o humor, transformando o palco em um castelo de cem reis. A diversão através da improvisação é garantida, já que o público também é convidado a ser o coautor do espetáculo, participando de cenas ou cantando junto com o elenco. Tocada e cantada ao vivo, a trilha original é composta a partir de criações autorais e outras recolhidas em pesquisa sobre a temática da realeza.

Incentivo à leitura – Paralelamente às sessões do espetáculo, a Cia Meias Palavras também realiza o Espaço Itinerante de Leitura nos Teatros, um projeto de incentivo à leitura. Através da iniciativa, o grupo instala um espaço para leitura partilhada de livros que serviram de inspiração para suas criações ou que tenham uma ligação temática com o enredo apresentado nos espetáculos.

A iniciativa pioneira idealizada por Pontes pretende promover e partilhar com as crianças, pais e espectadores os livros de literatura que serviram e servem de inspiração para as criações dos espetáculos da Cia Meias Palavras, desde 2012. Dispondo de um acervo temático de literatura infanto-juvenil, a intenção é manter os laços com o livro e a leitura, nos espaços públicos onde a companhia se apresenta. O acervo temático sobre histórias de reis reúne 27 títulos. O projeto conta ainda com mais de 30 títulos temáticos sobre oralidade, causos, cordéis e contos populares.

Espetáculo “Seu Rei Mandou”
Local: Caixa Cultural Salvador
Endereço: Rua Carlos Gomes, 57 – Centro
Data: 1º, 2, 3, 8, 9 e 10 de setembro de 2017
Horários: sextas, sábados e domingos, às 15h.
Duração: 45 minutos
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Classificação: LIVRE – indicado para crianças a partir de 06 anos
Vendas 2h antes de cada espetáculo.