Teatro popular de Ilhéus no YouTube

Para manter uma programação para o seu público durante a quarentena, o Teatro Popular de Ilhéus agora está postando novo conteúdo em seu canal no …



Mostra com trabalhos de 22 artistas internacionais

Público poderá assistir online na página do  Goethe-Institut Salvador-Bahia (ICBA) uma série de filmes, espetáculos, shows, performances, palestras e debates na “Mostra Perspectivas Vila Sul”. Desde …



Cinemateca na TVE on line


Merê. Divulgação

Com o intuito de difundir e aproximar o público baiano das realizações audiovisuais produzidas no estado, a Cinemateca da Bahia, em parceria com a TVE, lança, a partir de 6 de abril, a Sessão Cinemateca da Bahia.

Serão exibidos na programação da TV Educativa da Bahia 12 programas temáticos compostos por filmes baianos que integram a Cinemateca, gerida pela Diretoria de Audiovisual da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Dimas/Funceb). Os programas irão ao ar às segundas e sextas-feiras, às 21h30.

A curadoria dos programas se articula em torno de afetos: sentimentos transversais e representativos das experiências sociais, culturais e íntimos dos cineastas e realizadores baianos. Trata-se de uma seleção que convida o telespectador a experienciar sessões com filmes variados e captados nos mais diversos suportes, do cinema em 16mm à produção digital.

Sessões temáticas

Astrogildo e a Astronave.Divulgação

Os doze programas que irão compor a programação da Sessão Cinemateca da Bahia são: Saudade, Amizade, Persistência, Surpresa, Pertencimento, Resiliência, Ardor, Esperança, Desencanto, Comunhão, Inspiração e Afeto. Saiba um pouco mais sobre cada um deles:

Programa Saudade – 06/04/2020
Valoriza a arte de recordar, palavra que remete a lembranças guardadas no coração. Muitas e muitos poderiam estar contemplados nesse programa, por ora, integram Walter Smetak e Roberto Pires, documentados em memórias cinematográficas, processos de pesquisa e realização;
Filmes: O Alquimista do som, de Walter Lima (1976)
O Cinema foi à feira
, de Paulo Hermida (2016)

Programa Amizade – 10/04/2020
Com estima e intimidade necessárias para falar daqueles que se misturam no cotidiano, uma voz reflexiva sobre a vida do polonês radicado no Brasil e morador de Cachoeira, Michal Bogdanowics;
Filme: Um filme para Michal, de Violeta Martinez (2013)

Programa Persistência – 13/04/2020
Documentários que apresentam perspectivas diferentes sobre Candomblé, comungam da obstinação de perpetuar uma sabedoria, um modo de vida, a necessidade de ter sua fé respeitada;
Filmes: Do que aprendi com Minhas mais Velhas, de Susan Kalik e Onisajé (2017)
O Papel da Mulher em Candomblés de Vitória da Conquista
, de Eliana Souza, Lucélia Ribeiro (2016)
Merê
, de Urania Munzanzu (2017)

Programa Surpresa – 17/04/2020
Curtas metragens que desafiam a realidade dos dias comuns, brincam com a linguagem cinematográfica investigando as formas de contar narrativas surreais dessa Bahia;
Filmes: Confronto Casual, de Marcus Barbosa (2016)
O Fantasma de Glauber Rocha
, de L.H. Girarde (2019)
Sensações Contrárias, de Amadeu Alban
, Jorge Alencar, Matheus Rocha (2007)
O rei do Cagaço
, de Edgard Navarro (1977)
Sair do Armário
, de Marina Pontes (2018)

Programa Pertencimento – 20/04/2020
Algumas facetas na realização audiovisual, atuação e performance social de pessoas negras. Elas e eles falam de si e sua comunidade, para e com sua comunidade;
Filmes: Náufraga, de Juh Almeida (2018)
Cinzas
, de Larissa Fulana de Tal (2015)
Sarau da Onça
, de Vinícius Elizário (2017)

Programa Resiliência – 24/04/2020
Com o perdão do clichê, “o sertanejo é um forte”, mitologia e imaginário, olhares sobre o Sertão;
Filmes: Boi Aruá, de Chico Liberato (1992)
Eu carrego um sertão dentro de mim
, de Geraldo Sarno (1980)

Programa Ardor – 27/04/2020
A exaltação, o furor, um programa dedicado “à pátria de chuteiras”, a paixão que é o futebol;
Filmes: Fora Corja, de Matheus Vianna (2013)
Argentina, Me Desculpe
, de Leandro Afonso (2015)
Pênalti,
 Adler Kibe Paz (2000)
Rádio Gogó
, de José Araripe Jr. (1999)

Programa Esperança – 01/05/2020
A arte também é loucura, sonho, imaginação. Um programa de curtas que convida a manter a fé, os combustíveis para continuar e realizar;
Filmes: Os insênicos, de Rafaela Uchoa (2016)
Astrogildo e a Astronave, 
de Edson Bastos (2016)
Jessy, de Paula Lice
, Ronei Jorge e Rodrigo Luna (2013)

Programa Desencanto – 04/05/2020
Dos problemas sociais de nossa capital, olhares sobre as habitações Soteropolitanas, os encantos e agruras da favela;
Filmes: Por exemplo: Caxundé, de Antonio Cury, Eduardo Cabrera, Fernando Belens, Homero Teixeira, Maria Edna Oliveira, Pola Ribeiro e Romero Azevedo; Guido Araujo foi Coordenador de Direção (1977)
Muros
, de Fabricio Ramos e Camele Queiroz (2015)

Programa Comunhão – 08/05/2020 
Das muitas comunidades daqui, um olhar sobre Jequié, Cachoeira, o litoral do Xaréu, o Pelourinho na suas diversidades de modos de vida;
Fimes: Efêmera Ilha, de Rogério Luiz Oliveira e Filipe Gama (2018)
Enquadrocanto
, de Lindiwe Aguiar (1994)
Xareú
, de Alexandre Robatto (1954)
Obra autorizada
, de Iago Cordeiro Ribeiro (2016)

Programa Afeto – 11/05/2020 
Sessão de curtas com encontros, docilidade no olhar de quem se deixa tocar, seja afetadx por uma benquerença.
Filmes: Vermelho rubro do ceú da boca, de Sofia Frederico (2005)
O velho Rei
, de Ceci Alves (2013)
Tempo,
 de Victor Uchôa (2018)

Programa Inspiração – 15/05/2020
Respiremos as aspirações dos saberes ancestrais de mulheres, dos artistas, da Insurreição de Canudos;
Filmes: Maré, de Amaranta César (2018)
Na Terra do sol
, de Lula Oliveira (2005)
O Bruxo Bel Borba
, de Tuna Espinheira (2001)

Serviço:
Sessão Cinemateca da Bahia
Quando: 6 de abril a 15 de maio, às segundas e sextas-feiras, às 21h30
Onde: TVE e www.tve.ba.gov.br


Mês da Dança com série de espetáculos na internet


Essa Tempestade. Foto Isabel Gouvêa/Divulgação

Companhia lança o projeto #BTCAplay para exibir online espetáculos de seu repertório durante a quarentena.

O Dia Internacional da Dança  é dia 29 de abril e o Balé Teatro Castro Alves (BTCA) celebra mais um aniversário . Criada em 1981, a companhia oficial de dança da Bahia, corpo artístico estável mantido pelo Teatro Castro Alves (TCA), Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia (SecultBA), chega aos seus 39 anos.

Com a programação presencial suspensa por conta das medidas para enfrentamento da Covid-19 (Coronavírus), o grupo adia as comemorações em espetáculos ao vivo, mas resgata e exibe na internet coreografias e videodanças de seu vasto repertório, dentro da série #BTCAplay, nas redes sociais do BTCA, no Facebook e Instagram (@btca.oficial), sempre às quartas e sextas-feiras, das 10h à 0h. A estreia do projeto ocorre no próprio dia 1º, com a disponibilização da íntegra de “A quem possa interessar” (2010), coreografia de Henrique Rodovalho.

Na lista de espetáculos do #BTCAplay, às quartas-feiras, haverá, no dia 8 de abril, “Essa tempestade” (2012), coreografia de Cláudio Bernardo; nos dias 15, 22 e 29, serão peças integrantes do projeto “Endogenias” (2016): “Dê Lírios”, de Tutto Gomes; “Generxs”, de Leandro de Oliveira; e “Youkali”, de Konstanze Mello, respectivamente.

Generxs Endogenias. Foto Matheus Buranelli/Divulgação

Na seleção de videodanças, às sextas-feiras, serão exibidos “Kick on taish too” (2014), de Alex Soares e idealização de Luiza Meireles, no dia 3; “Sob rasura” (2014), da mesma dupla de artistas, no dia 17; e “Voyeur do movimento: uma exposição de dança” (2016), concepção de Antrifo Sanches, Dina Tourinho, Evandro Macedo, Licia Morais e Paullo Fonseca, no dia 24.

“Um aniversário de 39 anos fica sempre como uma preparação para a chegada dos 40. Tínhamos planejado uma programação de comemoração que teve de ser interrompida por conta da situação mundial que estamos atravessando. Essa reclusão, no entanto, também tem sido produtiva, porque o que eu penso que alimenta o BTCA ao longo desses anos é a sua capacidade de se reinventar”, pondera Wanderley Meira, diretor artístico do BTCA desde abril do ano passado.

“Recebemos, este ano, oito novos bailarinos, e nossa comemoração será revendo a nossa história, revisitando nossa memória, para que os novos possam chegar com seus assuntos e os veteranos não esqueçam a potência que eles são”, completa Meira.

A Quem Possa Interessar. Foto Isabel Gouvêa/Divulgação

O BTCA é a primeira companhia pública de dança do Norte e Nordeste e a quinta companhia de dança no Brasil. Referência na dança moderna e contemporânea, conta com mais de 90 montagens de importantes coreógrafos, como Antônio Carlos Cardoso, Victor Navarro, Carlos Moraes, Cláudio Bernardo, Guilherme Botelho, Henrique Rodovalho, Ismael Ivo, Lia Robatto, Luis Arrieta, Mario Nascimento, Oscar Araiz, Tíndaro Silvano e Tuca Pinheiro. Nos últimos 13 anos, o BTCA realizou mais de 450 apresentações alcançando um público de mais de 100 mil pessoas.

“Desde 2007, quando se estabeleceu no TCA uma Direção Artística que se volta também aos corpos artísticos, ao passo em que se instituía na Bahia a sua Secretaria de Cultura, a gestão destes grupos se alinha a políticas públicas que os fazem buscar não somente a qualidade artística, mas também a democratização de sua produção, a conexão máxima com a contemporaneidade e a ampliação do acesso aos diversos públicos”, resume Rose Lima, diretora artística do TCA.

“A atuação do BTCA se compromete cada vez mais com uma troca ativa entre a companhia, a comunidade artística da Bahia, do Brasil e do mundo, os artistas em formação, as plateias cativas da dança e os novos públicos que são sempre desejados”, completa Rose.

 

#BTCAplay

1º de abril (qua): “A quem possa interessar” (2010), de Henrique Rodovalho
3 de abril (sex): “Kick on taish too” (2014), de Alex Soares e Luiza Meireles
8 de abril (qua): “Essa tempestade” (2012), de Cláudio Bernardo
15 de abril (qua): “Dê Lírios” (2016), de Tutto Gomes
17 de abril (sex): “Sob rasura” (2014), de Alex Soares e Luiza Meireles
22 de abril (qua): “Generxs” (2016), de Leandro de Oliveira
24 de abril (sex): “Voyeur do movimento: uma exposição de dança” (2016), de Antrifo Sanches, Dina Tourinho, Evandro Macedo, Licia Morais e Paullo Fonseca
29 de abril (qua): “Youkali” (2016), de Konstanze Mello


“Noites Navegantes Live” no Instagram com o musical NAU


Thiago Romero e Daniel Arcades. Foto Adeloyá Magnoni/ Divulgação

Serão duas noites de interações ao vivo no Instagram do projeto NAU e da Fundação Gregório de Mattos em uma ação conjunta

Em meio ao período desafiador que está sendo enfrentado, quando o isolamento social é a principal recomendação para lidar com a pandemia, o projeto NAU segue firme promovendo estratégias e ações remotas para o seu público. Dessa vez, navegará em ondas digitais com a proposta de apresentar o processo de criação artística do musical. A “Noites Navegantes Live” consiste em uma interação ao vivo via Instagram nos perfis da Fundação Gregório de Mattos (@fgmoficial) e NAU (@nauprojeto), e contará com debates, trechos de poesias, pedaços de leituras, canções e imagens de artes visuais com a participação dos diretores e artistas que compõem o projeto.

A estreia da “Noites Navegantes Live” será no dia 04 de abril (sábado), às 19h, com o tema “Como chegamos até aqui”. Além de apresentar o processo de idealização da NAU com a leitura de textos e materiais de estudo, os diretores Daniel Arcades e Thiago Romero receberão como convidados o historiador Dr. Leandro Bulhões e o diretor musical Jarbas Bittencourt.

No dia 11 de abril, às 19h, vai ser a vez da artista visual Tina Melo e da coreógrafa Edeise Gomes debaterem sobre o pensamento do Brasil na diáspora na live de tema “Atlânticas Narrativas” juntamente com a artista Denise Correia.

Selecionado pelo edital Fábrica de Musicais – Ano II, da Fundação Gregório de Mattos (FGM), da Prefeitura Municipal de Salvador, o espetáculo NAU conta a história de personagens historicamente ignorados da construção social brasileira que voltam ao país em uma barca com mais 11 mil espíritos para um acerto de contas. Além do musical antropofágico melodramático afro-diaspórico-tupiniquim, com direção de Daniel Arcades e Thiago Romero, o projeto propõe dez meses de atividades formativas em Teatro e Música.

Com realização da Via Press Comunicação e do Teatro da Queda, a montagem original contará com orientação cênica do ator Luiz Carlos Vasconcelos e da coreógrafa Ana Paula Bouzas, além de direção de produção de Paula Hazin. O projeto tem ações presenciais suspensas em atenção ao Decreto Municipal nº 32.256, de 16 de março de 2020, que rege sobre as novas medidas de prevenção e controle para enfrentamento da COVID-19 em Salvador. Toda a programação dos espaços culturais e atividades artísticas desenvolvidas pelo Município segue suspensa por mais 15 dias a partir de 1º de abril. As novas datas de lançamento, oficinas e demais ações do projeto serão divulgadas em breve.

 


Projeto digital de escrita dramatúrgica do Goethe-Institut


 

Aldri Anunciação/Divulgação

O Goethe-Institut Salvador-Bahia, em parceria com a plataforma Melanina Digital (www.melaninadigital.com.br), apresenta a “Sala de Dramaturgia Virtual Brasil”, inspirada por uma iniciativa da dramaturga alemã Anne Rave.

Através desta ação, será produzido um texto inédito para teatro, nascido ao vivo, diante dos olhos dos interessados, da escrita coletiva de cinco dramaturgos negros brasileiros: Aldri Anunciação (BA), que também responde pela curadoria do projeto, ao lado dos convidados Diego Araúja (BA), Jhonny Salaberg (SP), Maria Shu (BA/SP) e Mônica Santana (BA). Em meio à pandemia global do coronavírus, quais temas, que poética e que estética marcarão essa obra? Qualquer pessoa poderá acompanhar esta reflexão e criação em tempo real.

A “Sala de Dramaturgia Virtual Brasil” será iniciada no dia 8 de abril, às 19h, com uma videoconferência pública, na qual os cinco autores debaterão possíveis temáticas, argumentos e motes para o texto, além das regras que nortearão o trabalho. O público participa ao vivo desta conversa através de chat acessível pelo Facebook do Goethe-Institut Salvador: www.facebook.com/goethe.bahia.

Tomadas estas decisões, o grupo vai trabalhar online até o dia 9 de maio, em um arquivo digital já disponível em http://bit.ly/saladedramaturgia, tornando possível assistir à escrita da peça enquanto ela ocorre. Os cinco dramaturgos, além de terem dias fixos para produzirem em cima do material – Aldri Anunciação, às quintas pela manhã; Diego Araúja, às sextas à noite; Jhonny Salaberg, segundas e sextas; Maria Shu, às terças; e Mônica Santana, às quartas pela manhã –, poderão entrar a qualquer tempo no documento, escrever ou editar trechos escritos por outros, acompanhados das testemunhas que o estiverem acessando.

Finalizado o processo, em uma nova videoconferência no próprio dia 9 de maio, às 19h, os autores irão realizar uma leitura pública do texto, seguida de bate-papo sobre sua criação. A ideia é viabilizar, nesta temporada da quarentena tão impactante para o setor cultural, uma oportunidade de produção artística que também se conforma como método de partilha de práticas e saberes, gerando um produto concreto e representativo das dramaturgias negras contemporâneas brasileiras.

Confira currículos dos autores envolvidos:

Aldri Anunciação: https://melaninadigital.com/aldri-anunciacao

Diego Araúja: https://melaninadigital.com/diego-pinheiro

Jhonny Salaberg: https://melaninadigital.com/jhonny-salaberg

Maria Shu: https://melaninadigital.com/maria-shu

Mônica Santana: https://melaninadigital.com/monica-santana

 

Sala de Dramaturgia Virtual Brasil

Com: Aldri Anunciação (BA), Diego Araúja (BA), Jhonny Salaberg (SP), Maria Shu (BA/SP) e Mônica Santana (BA)

Videoconferência inicial: 8 de abril (quarta-feira), às 19h, no Facebook do Goethe-Institut Salvador (www.facebook.com/goethe.bahia)

Escrita coletiva compartilhada: 9 de abril a 9 de maio, em http://bit.ly/saladedramaturgia

Videoconferência com leitura dramática: 9 de maio (sábado), às 19h, no Facebook do Goethe-Institut Salvador (www.facebook.com/goethe.bahia)

Classificação indicativa: Livre

Atividades públicas e gratuitas

 


Festival de Forró em Itacaré tem nova data


Elba Ramalho e Geraldo Azevedo estarão no evento de Targino Gondim. Divulgação

Uma nova data para um dos festivais mais queridos da Bahia. Em virtude da pandemia de coronavirus que acontece em todo o mundo, a organização da quarta edição do Festival de Forró de Itacaré informa que o evento acontecerá de 4 a 6 de setembro.

Nestes dias, nomes como Targino Gondim, Geraldo Azevedo, Elba Ramalho se encontram no destino, que também contará com uma grade de programação que inclui além dos shows, comidas e bebidas típicas, aulões de forró e o Arrastão da Rural Elétrica, além dos fins de tarde com forró na Cabana Corais. Evento gratuito.

Targino Gondim em foto de Henriqueta Alvarez/Divulgação

O 4º Festival de Forró de Itacaré é promovido pela Prefeitura Municipal de Itacaré em parceria com Targino Gondim. Todos os dias, antes dos shows do palco maior, tem programação de frente para o mar. Em uma das praias mais bonitas de Itacaré, a da Concha, na Cabana Corais, às 16 horas, o curador do evento convida os amigos para um por do sol com música.

4ª edição do Festival de Forró de Itacaré
Dias: 4 a 6 de setembro
Horário: a partir das 16h
Onde: Orla de Itacaré, Sul da Bahia
Aberto ao Público.
Crédito da foto: Henriqueta Alvarez