TCA exibe “Loucura Pouca É Bobagem”

“Um bate-papo sobre as muitas faces da loucura e outros desatinos cotidianos” – esta é frase de apresentação do projeto “Loucura Pouca É Bobagem”, que …



Saberes Passados e Tabuh! serão reexibidos


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O #ConexãoFGM desta semana traz de volta as séries financiadas pelo edital Arte na TV: a infanto-juvenil, Tabuh!, com roteiro e direção de Sofia Federico e Saberes Passados, produção da Origem Produtora de Conteúdo, da DPE Produções e da Liberato Produções Culturais.

De segunda (01) a quinta (04), das 08h às 21h, será exibido um episódio por dia, de cada série. Já na sexta (05), serão exibidos todos os episódios, que ficarão disponíveis em horário especial, das 07h às 00h, do domingo (07). É possível assistir do computador, smart TV, tablet, celular… qualquer dispositivo eletrônico com acesso à internet, através do canal do YouTube da FGM ( https://bit.ly/2vQgnJz ).

Tabuh! é uma série de ficção infanto-juvenil, com roteiro e direção de Sofia Federico. Com naturalidade, leveza e humor, crianças refletem e vivenciam histórias sobre morte, sexo, gênero, racismo e outros temas tabu. No episódio, “Canarinho”, a ser exibido na segunda (01), o menino corre atrás da bola, corre atrás da vida e tenta entender a morte. Já na terça (02), em “Monalisa”, para salvar o vizinho, uma menina frágil, que morre de medo do escuro, precisa viver sua fantasia de ser o homem-morcego.

Mas antes terá que combater muito preconceito. Na quarta (03), em “Algodão Doce”, Nino quer saber de onde vêm os bebês, mas não está fácil encontrar todas as respostas. Uma pista pode estar guardada num algodão doce azul, como o céu. Quinta (04), em “Mestiça” mostra uma menina e um menino muito comuns. Entre eles, uma boneca super diferente e o desejo de estar juntos.

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O projeto foi contemplado pelo edital Arte na TV, com realização da Docdoma Filmes, produção associada da Benditas Projetos Criativos, produção executiva de Marcos Povoas e Tatiana Carvalho, direção de produção por conta de Karina Paz, assistência de direção de Rita Vieira. No elenco: Luca Moura (Vicente), Cristiane Ferreira (Lúcia), Rui Manthur (Zelador), Ainá Regnier (Monalisa), Malu Vale (Menina Robin), Felipe Pires (Joaquin), Sócrates Barreto (Garoto Vizinho), Ítalo Parras (Magrelo), Zion Marley (Nino), Yure Duane (Guto), Felícia de Castro (Mãe / Palhaça), João Lima (Pai / Palhaço), Victória Paquelet (Garota Adolescente), Gabriel Vieira (Peu), Iasmin Simões (Alice) e participação especial de Rui Manthur (Homem) e Analu Tavares (Mãe Malévola).

Saberes Passados é uma produção da Origem Produtora de Conteúdo, da DPE Produções e da Liberato Produções Culturais, realizada a partir do edital Arte na TV, da Fundação Gregório de Mattos, em parceria com o FSA/Ancine. A série, produzida ao longo de 2017, trata da ancestralidade africana, mostrando personagens importantes da cultura brasileira e baiana que são mestres em seus respectivos ofícios e como eles enxergam a passagem do conhecimento que possuem para quem deseja levar adiante tradições por vezes milenares.

Mateus Aleluia. Foto Vinicius Xavier.Divulgação

A primeira temporada com 4 episódios traz Ana Célia Batista Santos, notória chef de cozinha do restaurante Zanzibar, Mestre Olavo da Paixão, famoso mestre de capoeira e fabricante de berimbaus, Zé Diabo, artista conhecido internacionalmente por seu trabalho com ferro e ferramentaria de santo, e o grande Matheus Aleluia, brilhante músico e pensador da cidade de Cachoeira. Junto com eles brilham seus diversos aprendizes, com destaque para Neide Santos, Jones Santos, José dos Santos e Rebeca Tarique, talentos que despertaram a partir do convívio com seus respectivos professores.

Em paralelo a tudo, Saberes Passados também traz à tona a relação mística que esses mestres e aprendizes cultivam com seus santos africanos, os orixás, laureados em seus relatos pessoais e narrados em lendas extraídas do livro Mitologia dos Orixás, de Reginaldo Prandi, pelo fantástico ator, lenda viva do cinema novo, Antonio Pitanga.

A série conta com direção e roteiro de Ducca Rios, Produção Executiva de Maria Luiza Barros e Maurício Xavier, tendo Direção de Produção de CandidaLuz Liberato. Além disso conta com a Direção Assistente de Lula Oliveira, Direção de Fotografia de Lico Pimentel, Alberto Iannuzi e Hans Herold, Montagem Marcos Lé, Som Direto de Haydson Oliveira, Desenho de Som e Trilha de Luciano Silva e as participações especiais de Margareth Menezes e do cantor Carlos Barros.


Goethe-Institut realiza I Festival Digital Latitude


Carta de Koffi Mensah Akagbor para Émilie B. Guérette. Divulgação

“Repensando relações de poder – por um mundo decolonizado e antirracista” – este é o lema da Latitude, revista digital do Goethe-Institut que vai gerar o primeiro Festival Digital Latitude, entre 4 e 6 de junho, totalmente em ambiente virtual, a partir do site www.goethe.de/latitude-festival. Durante os três dias, a programação totalmente gratuita inclui contribuições artísticas e teóricas, centrada no questionamento sobre como as estruturas coloniais surtem efeito até o presente e como elas podem ser superadas.

O evento reúne posições internacionais da arte, ciência, cultura e política, com convidados de vários países. Entre os participantes, estão a politóloga Nanjira Sambuli (Quênia), a filósofa Denise Ferreira da Silva (Canadá), a performer Trixie Munyama (Namíbia), o historiador Ciraj Rassool (África do Sul) e o pesquisador de migração Mark Terkessidis (Alemanha).

Quão fortemente estruturas de poder influenciam o nosso dia-a-dia e a nossa convivência? Quais estruturas racistas atuam sobre nosso presente? Quais são as narrativas que intencionamos criar quando falamos sobre a desigualdade entre norte e sul? A restituição de objetos usurpados em contextos coloniais precisa ocorrer de maneira mais decidida?

Qual a relevância social que os museus do futuro têm como meta? Quais são as visões de uma internet do futuro partindo da perspectiva do Sul Global? Estas são algumas das perguntas que direcionam o festival, que foi inicialmente pensado para acontecer fisicamente e que amplia seu alcance ao ser transformado para o ambiente digital.

O evento se divide em quatro complexos temáticos que abordam a perpetuação de estruturas coloniais, refletindo sobre assimetrias e injustiças sociais: desigualdade econômica; racismo, identidade e memória; conduta frente a bens culturais; e (des)igualdade digital global. Ao lado de discussões, debates e entrevistas, se apresentam filmes, performances, concertos e shows ao vivo através de streaming e por vídeos gravados. Os trabalhos advêm de projetos de arte e discursos iniciados ou apoiados pelo Goethe-Institut em diversos países nos últimos anos.

Açúcar sobre capela. Tiago SantAna. Divulgação

Instituto cultural da República Federal da Alemanha, o Goethe-Institut, fundado em 1951, se dedica a fomentar o diálogo entre culturas e é a maior instituição de ensino de alemão no mundo. Com 159 unidades em 98 países de todos os continentes, cultiva a colaboração cultural internacional e transmite uma representação atual da Alemanha. Para a realização do Latitude Festival, diversas de suas filiais estão ativadas. No Brasil, o Goethe-Institut Salvador-Bahia se destaca pelo seu Programa de Residência Artística Vila Sul, que oferece diversos conteúdos ao evento.

DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO – A analista e consultora política Nanjira Sambuli (Quênia) vai discursar sobre as chances de inovações digitais apresentadas pela perspectiva africana. A teórica Denise Ferreira da Silva (Canadá) falará sobre racismo no pensamento ocidental moderno. A jurista Leora Bilsky (Israel) pergunta sobre o potencial da restituição de bens culturais para o Transitional Justice. As performers Laís Machado (Brasil) e Trixie Munyama (Namíbia) contribuirão com trabalhos digitais, especificamente desenvolvidos para o evento, que se preocupam de maneiras diversas com a questão de rituais. A coreógrafa Joana Tischkau (Alemanha) convidará, com o seu programa “Colonastics”, a decolonizar o corpo, o espírito e a alma. A blogueira gastronômica Ozoz Sokoh (Nigéria) perseguirá as interligações (pós-)coloniais de comidas. A abertura será feita pela ministra de Política Cultural do Estado Alemão Michelle Müntefering.

Outros nomes confirmados são Alex Herman (jurista, Inglaterra/Canadá), Ayisha Osori (escritora, Nigéria), Diego Araúja (artista transdisciplinar e diretor de teatro, Brasil), Eric 1key (poeta, Ruanda), John Nakuta (jurista, Namíbia), Keyna Eleison (curadora e crítica de arte, Brasil), Larissa Förster (antropóloga, Alemanha), Latika Gupta (historiadora da arte, Índia), Léontine Meijer-van Mensch (diretora de museu, Alemanha), Mi You (curadora e professora, Alemanha), Nelago Shilongoh (teatróloga e perfomer, Namíbia), Nikita Dhawan (cientista política, Alemanha), Pasacale Obolo (cineasta, França), Rachel Nyangombe (cantora, Congo), Renata Ávila Pinto (jurista e ativista, Guatemala), Souleyman Bachir Diagne (filósofo, Estados Unidos), Tonya Nelson (jurista e historiadora da arte, Inglaterra) e Urvashi Butalia (escritora e editora, Índia).

Um programa exclusivo de rádio será realizado em colaboração com a rádio independente de artistas reboot.fm e com a Radio-Netzwerk Berlin, transmitido continuamente durante o festival. Em cooperação com o Arsenal – Instituto de Cinema e a Videoarte, será exibido um programa de filmes através da plataforma Arsenal 3. Para ter um alcance ainda maior, a emissora Deutschlandfunk Kultur será um meio de comunicação parceiro e contribui com o festival com dois programas: um sobre o tema “Decolonializem-se!” e um debate sobre “Participação Digital”. E a revista virtual Latitude continuará publicando, a longo prazo, debates e colaborações de especialistas internacionais.

PROGRAMAÇÃO DO GOETHE-INSTITUT SALVADOR-BAHIA – Através de seu Programa de Residência Artística Vila Sul, o Goethe-Institut Salvador-Bahia promove variada programação dentro do Latitude Festival. Oficialmente inaugurada em novembro de 2016, a Vila Sul é a terceira residência artística no âmbito geral das unidades do Goethe-Institut e primeira e única da rede no Sul Global.

A sua proposta é fortalecer interlocuções entre o Brasil e demais países do hemisfério Sul a partir da presença de artistas de todo o mundo, genuinamente interessados em perspectivas sociopolíticas e culturais desta metade do planeta. Noventa agentes culturais foram acolhidos ao longo destes anos, incluindo os quatro atuais que estão vivenciando uma experiência diferente de trocas culturais, numa prática a distância: a cineasta Émilie B. Guérette (Canadá), o artista visual Koffi Mensah Akagbor (Togo/Burkina Faso), a jornalista, crítica de arte e curadora Renata Martins (Brasil/Alemanha) e o artista visual Thó Simões (Angola).

As atividades apresentadas pelo Goethe Salvador têm curadoria do artista visual baiano Tiago Sant’Ana. “A Vila Sul apresenta projetos que têm como eixo de investigação as possibilidades de trocas estéticas e políticas entre artistas num momento de exigência de distanciamentos”, conta ele. “Os projetos foram pensados especificamente para a exibição e acesso pela internet. Sendo assim, respeita as regras de distanciamento social físico e acredita no poder da criação e da união para além da separação obrigatória em tempos de pandemia global. A curadoria se dá por meio de uma insistência afetiva, mesmo que o toque seja substituído por pixels. Trata sobre como, apesar da clausura, é possível pensar para além dos muros”, completa Tiago.

Velas para barcos feitos para fundar, de Rebeca Carapiá. Divulgação

Projetos nas áreas de artes visuais, artes dramatúrgicas e cinema trazem a experiência de pessoas criadoras do Sul Global, levando em conta o que une as diferentes nações pertencentes a este eixo: seu passado de exploração colonial e a capacidade de resistência e de criação de linhas de fuga. Os materiais, gravados ou para visitação, ficam acessíveis durante toda a temporada do festival, e dois bate-papos serão realizados ao vivo.

A exposição “TransAções” exibe trabalhos de 10 artistas visuais do Brasil, selecionados por meio de um mapeamento público que vai lançar um espaço virtual inédito no país para a divulgação do trabalho de artistas transgêneros em suas mais variadas linguagens nos campos das artes visuais. O projeto nasce da proposição de Renata Martins, uma das atuais residentes da Vila Sul, que assina a seleção das obras junto com o Goethe-Institut Salvador, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), o Movimento Nacional de Artistas Trans (MONART) e a Casa Aurora – Centro Cultural e de Acolhimento LGBTQI+.

Na mostra “Metal contra as nuvens”, são reunidas obras dos artistas visuais Koffi Mensah Akagbor, residente da Vila Sul, e da brasileira Rebeca Carapiá. Os trabalhos, em fotografias e vídeos, têm como eixo de investigação a possibilidade de reaproveitamento de materiais com objetivos escultóricos e partem de processos colaborativos com pessoas de suas comunidades.

Já na mostra “Best regards”, as relações, as distâncias, as comunicações e seus ruídos são postos em tangência com o objetivo de entender a capacidade de intercâmbios interpessoais como estratégia de criação visual. Cartas escritas à mão e trocadas pelos atuais residentes da Vila Sul são tomadas como subterfúgio e como documentos que são aproximados de outros trabalhos artísticos, como “Carta para o Futuro”, do gaúcho Eduardo Montelli, e “Navio de emigrantes” e “Ao sul do futuro”, da carioca Leila Danziger, justapondo-se num tempo em que as relações humanas vivem momentos contraditórios diante da obrigatoriedade da distância e da necessidade da presença.

Aldri Anunciação. Divulgação

Os dramaturgos brasileiros Aldri Anunciação, Diego Araúja, Jhonny Salaberg, Maria Shu e Mônica Santana apresentam em leitura cênica, com os atores Caboclo de Cobre, Filipe Ramos, Laís Machado, Márcia Limma e Marina Esteves, o resultado do seu trabalho coletivo para a escrita de um texto inédito para teatro, criado ao vivo e publicamente em arquivo digital durante um mês de dedicação em meio às atuais condições de isolamento social. Com o título de “Ar-f-ar”, a obra foi produzida através da “Sala de Dramaturgia Virtual Brasil”, um projeto do Goethe-Institut Salvador-Bahia em parceria com a plataforma Melanina Digital.

No bate-papo “Crítica de arte como exercício de escrita: diálogo sobre a obra de Tho Simões”, Renata Martins e Tho Simões, residentes da Vila Sul, conversam ao vivo sobre o workshop de crítica de arte ministrado virtualmente por ela com participantes de distintos lugares do Brasil, tendo como tema análise das obras dele. Em um momento tão delicado para as relações humanas, essa atividade criou pontes geográficas e interpessoais entre Brasil-Angola-Alemanha. A live será no dia 4 de junho, às 12h15 (horário de Brasília).

Em outro bate-papo, “Alianças feministas e decoloniais no cinema”, também ao vivo, se encontram mulheres cineastas, de diversas origens, que têm em comum o desejo de questionar a ordem colonial e patriarcal do mundo através do seu trabalho artístico, no dia 5 de junho, às 12h15 (horário de Brasília). Émilie B. Guerétte (Canadá), residente da Vila Sul, Graciela Guarani (Brasil), Peggy Nkunga Ndona (Congo/Canadá) e Sabrina Fidalgo (Brasil) buscam responder como transcender as dinâmicas de poder tradicionais, tanto nas narrativas produzidas quanto no processo de produção, e como formar alianças saudáveis entre pessoas com privilégios e lugares de fala distintos, para potencializar narrativas críticas ou subversivas.

Para completar, será exibido vídeo de “Açúcar sobre capela” (2018), obra de Tiago Sant’Ana. As ruínas de uma capela rural pertencentes ao antigo Engenho Paramirim são cobertas por 100 quilos de açúcar. Na ação, o artista utiliza do açúcar como uma maneira destacar o engenho – hoje esquecido e deteriorado pelo tempo – como um espaço que catalisou os processos de violência racial escravocrata no Brasil.

Para fotos da programação da Vila Sul, acesse:

https://bit.ly/latitude-vilasul

Latitude Festival

Quando: 4 a 6 de junho (quinta a sábado)

Onde: www.goethe.de/latitude-festival

Programação online

Totalmente gratuita e aberta ao público

Página disposta em Alemão e Inglês

Conteúdos da Vila Sul em Alemão, Inglês e Português


Aulas abertas on-line do BTCA


Anna Paula Drehmer. Divulgação

Junho chegou e com ele mais uma maratona das aulas abertas do Balé Teatro Castro Alves (BTCA), que, desde maio, agora acontecem em ambiente digital. Ministradas pelos dançarinos da companhia, há turmas de Balé Clássico, Pilates e Dança Contemporânea, voltadas a pequenos grupos de pessoas com experiência intermediária ou avançada em dança, previamente inscritas, além de grandes aulões públicos em lives transmitidas pelo perfil do BTCA na rede social Instagram (@btca.oficial), e ainda o “BTCA Movimenta Home Office”, com prática de alongamento semanal.

As aulas para profissionais da dança são realizadas de segunda a quinta-feira, sempre às 14h30, em salas virtuais na ferramenta Zoom Meeting. Neste mês, as segundas-feiras serão de Balé Clássico, com Leonard Henrique. Nas terças-feiras, Pilates com Ticiana Garrido. Nas quartas, mais uma vez Balé Clássico, com Anna Paula Drehmer. E às quintas-feiras, é vez de Dança Contemporânea, com Jai Bispo. Para participar destas turmas, com 10 vagas cada uma, será necessário garantir lugar, por ordem de inscrição, no dia de cada aula, através de link disposto das 9h às 11h nas redes sociais do BTCA.

Nas sextas-feiras, os aulões são para todas as pessoas que desejem experimentar movimentar o corpo, comandadas por um professor e um convidado do BTCA, em transmissão ao vivo aberta no Instagram. No dia 5 de junho, tem Pilates, com Ticiana Garrido, junto a Lila Martins. No dia 12, Balé Clássico, com Leonard Henrique e Solange Lucatelli. No dia 19, Dança Contemporânea, com Jai Bispo e Paullo Fonseca. Por fim, no dia 26, Anna Paula Drehmer ensina Balé Clássico, ao lado de Douglas Amaral.

Completando a grade, o “BTCA Movimenta Home Office”, com a bailarina Dina Tourinho, é agendado às segundas-feiras, às 18h30, oferecendo uma aula de alongamento para pessoas que, por conta da quarentena, estejam em home office, muito tempo sentadas em frente ao computador e com pouca movimentação na rotina. São também 10 vagas ofertadas por dia, com inscrição prévia em link publicado das 14h às 17h nas redes sociais do BTCA.

BTCA – Companhia pública de dança contemporânea fundada em 1981, o Balé Teatro Castro Alves (BTCA) tem direção artística de Wanderley Meira e é um corpo artístico estável do Teatro Castro Alves (TCA), vinculado à Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e à Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia (SecultBA). Conta no seu repertório com mais de 90 montagens de importantes coreógrafos. Em sua história recente, destacam-se “Lub Dub” (2017), “Urbis in Motus” (2017), “Tamanho Único” (2018), “CHAMA: Coreografia para artistas incendiárixs” (2018) e “A História do Soldado” (2019), esta em parceria com a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA).

Balé Teatro Castro Alves (BTCA) apresenta:

Aulas abertas online

AULAS ABERTAS

Exibição em salas virtuais na ferramenta Zoom Meeting (link a ser divulgado aos participantes)

Para pessoas com experiência intermediária ou avançada em dança

Necessária inscrição através de link disposto das 9h às 11h em cada data, nas redes sociais do BTCA

10 vagas por turma

= Balé Clássico

Com: Leonard Henrique

Quando: 1, 8, 15, 22 e 29 de junho (segundas-feiras), às 14h30

= Pilates

Com: Ticiana Garrido

Quando: 2, 9, 16, 23 e 30 de junho (terças-feiras), às 14h30

= Balé Clássico

Com: Anna Paula Drehmer

Quando: 3, 10, 17 e 24 de junho (quartas-feiras), às 14h30

= Dança Contemporânea

Com: Jai Bispo

Quando: 4, 11, 18 e 25 de junho (quintas-feiras), às 14h30

AULÕES

Exibição através do Instagram do BTCA (www.instagram.com/btca.oficial)

Para quaisquer interessados | Não é necessária inscrição prévia

= Pilates

Com: Ticiana Garrido

Convidado(a): Lila Martins

Quando: 5 de junho (sexta-feira), às 15h

= Balé Clássico

Com: Leonard Henrique

Convidado(a): Solange Lucatelli

Quando: 12 de junho (sexta-feira), às 15h

= Dança Contemporânea

Com: Jai Bispo

Convidado(a): Paullo Fonseca

Quando: 19 de junho (sexta-feira), às 15h

= Balé Clássico

Com: Anna Paula Drehmer

Convidado(a): Douglas Amaral

Quando: 26 de junho (sexta-feira), às 15h

BTCA MOVIMENTA HOME OFFICE – ALONGAMENTO

Exibição em salas virtuais na ferramenta Zoom Meeting (link a ser divulgado aos participantes)

Para quaisquer interessados

Necessária inscrição através de link disposto das 14h às 17h em cada data, nas redes sociais do BTCA

10 vagas por turma

Com: Dina Tourinho

Quando: 1, 8, 15, 22 e 29 de junho (segundas-feiras), às 18h30


Imagens de Salvador em meio à pandemia em exposição no Metrô


Foto Márcio Rezende/Divulgação

Pontos turísticos vazios e ruas desertas devido à pandemia do Coronavírus. Esse foi o cenário encontrado pelo publicitário e fotógrafo Márcio Rezende durante suas andanças por Salvador. Munido de câmera, máscara e álcool gel, o fotógrafo desbravou a capital baiana em busca de imagens de um momento único e inusitado, e registrou a cidade de um jeito que quase ninguém viu. Os registros fotográficos vão dar vida à exposição Salvador como  nunca se viu que estará em cartaz nas estações Aeroporto e Pirajá de Metrô a partir desta quinta-feira (28) e segue até o dia 12 de junho. A mostra nas estações reúne 14 belas e excêntricas fotos de Salvador, mas a versão na íntegra com mais de 40 imagens pode ser conferida no site www.ccrmetrobahia.com.br.

A CCR Metrô Bahia retoma a programação de exposições fotográficas ampliando todo o conteúdo para o ambiente digital. Agora, a concessionária vai promover e disponibilizar Exposições Virtuais em seu site e todos aqueles que não estão utilizando o metrô neste momento podem conferir o acervo de fotos de qualquer lugar através de um computador ou smartphone com internet. Além de inovação, a iniciativa busca descontrair e dar leveza ao dia a dia dos clientes do metrô e valorizar ações culturais, oferecendo espaço para os artistas mostrarem a sua arte. A exposição tem visitação gratuita e integra o projeto Vem pra Cá, que promove eventos e ações que reforçam a pluralidade cultural, diversidade e inclusão durante todo o ano nas estações de metrô da cidade.


Convocação para Cadastro Cultural na SecultBA


A partir desta quinta-feira (28),a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) convoca para inclusão e atualização do Cadastro Cultural no Sistema de Informações e Indicadores em Cultura, disponível em: siic.cultura.ba.gov.br/cadastrocultural. O intuito da iniciativa é traçar um panorama dos agentes, espaços, grupos e instituições culturais dos 27 territórios de identidade baianos.

O cadastro possibilitará a criação de indicadores sobre a cadeia produtiva da cultura no estado, contribuindo no planejamento, monitoramento e avaliação das políticas públicas; na otimização dos mecanismos de fomento e no fortalecimento do processo de territorialização das ações culturais.

A plataforma funciona como um mapeamento online, dinâmico, georreferenciamento, sendo a responsabilidade da informação assumida pelo próprio usuário. Já os agentes culturais contarão com uma vitrine para difundir suas atividades e ampliar o diálogo com outros profissionais da área. As dúvidas podem ser encaminhadas no e-mail: [email protected] ou ainda por telefone no número: (71) 99688-1460.

Termo de Compromisso – No dia 19 de maio de 2020, a SecultBA e a Secretaria de Trabalho Emprego e Renda assinaram termo de compromisso para a criação de um cadastro de trabalhadores do campo cultural atuantes nos 27 territórios de identidade baiano.

A partir desse banco dados pode-se obter um reflexo de quantos são e como atuam esses trabalhadores dentro da cadeia produtiva da Cultura.