Casa Respeita as Mina suspende atividades

A Casa Respeita as Mina optou, por medida preventiva, pela suspensão das atividades até que a situação relacionada com o coronavírus seja estabilizada. O lançamento …



Acesso ao Codecon pela internet

Quem precisava ir até a sede da Diretoria de Defesa do Consumidor (Codecon), na Rua Chile, para fazer uma denúncia ou solicitar um formulário de …



Show “AcasoCasa” com Mariene de Castro e Almério


Em cena, o santo forte de Mariene se cruza com o de Almério, gerando show pontuado pelo lamento e pelo orgulho sertanejos. A força que vem da raiz de Mariene já é conhecida pelo público brasileiro. Já Almério tem carreira promissora e cada dia mais conquista um maior público, considerado uma das grandes promessas musicais da cena pernambucana contemporânea. Em tom intimista, os cantores são acompanhados por dois violões e um acordeom – presenças marcantes dos músicos Geo Barbosa, Juliano Holanda e Pedro Franco – e levam a um show repleto de emoções e lembranças, mergulhando num repertório que canta principalmente a história do interior nordestino brasileiro, aliado ao belo cantar carregado de sotaque dos nossos protagonistas. O roteiro é bem dividido, mesclando números em dupla e solos.

Mariene de Castro e Almério – “AcasoCasa”

Quando: 22 de março de 2020 (domingo), 20h

É terminantemente proibida entrada após início do espetáculo.

Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves

Quanto:

R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia), das filas A a P

R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia), das filas Q a Z6

R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia), das filas Z7 a Z11

Classificação indicativa: 12 anos

 


Musical “Simplesmente Elas” continua no Módulo


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O espetáculo “Simplesmente Elas” completa um ano em cartaz e o mês da mulher em curta temporada no Teatro Módulo, na Avenida Magalhães Neto. Serão quatro finais de semana, de 13 de março a 4 de abril, sempre às sextas e sábados, às 20h, com ingressos a R$50 e R$25 (meia). O musical, que tem apoio da Prefeitura por meio do programa Viva Cultura, traz uma abordagem poética e bem-humorada do rico universo feminino e que flerta com o teatro de revista.

Apresentado pelas atrizes Cristiane Mendonça, Evelin Buchegger e Luisa Proserpio, sob a direção de Marcelo Praddo, o espetáculo conta a história de três mulheres de idades diversas, personalidades ímpares e complementares, que ensaiam um musical no camarim de um teatro. Enquanto esperam, essas atrizes estabelecem uma conversa íntima e passeiam por temas como envelhecimento, amor, maternidade, mercado de trabalho, sexo e empoderamento.

Elaborado pelo ator Eduardo Albuquerque, o roteiro é uma colagem de textos, crônicas, poemas e músicas de autoras e compositoras brasileiras, como Lya Luft, Elisa Lucinda, Fátima Guedes, Rita Lee e Malu Magalhães. São feitas, também, referências a situações vivenciadas pelas próprias atrizes, sempre misturando ficção e realidade, sonho e fantasia. As coreografias são de Bárbara Barbará e os arranjos e direção musical são assinados por Luciano Salvador Bahia.


Núcleo de Ópera da Bahia se apresenta no Concha Negra


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Uma história de amor entre um negro banto e uma negra nagô, o Núcleo de Ópera da Bahia (NOP) dá vida na sua “Ópera dos Terreiros” que será apresentada dentro do projeto Concha Negra. O espetáculo acontecerá no dia 14 de março, sábado, às 18h30, com música e libreto de Aldo Brizzi, e letras de Jorge Portugal. A abertura desta noite ficará sob a responsabilidade do projeto Casalabê. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), já à venda na bilheteria do TCA, nos SACs dos shoppings Barra e Bela Vista ou pelos canais da Ingresso Rápido.

Com oito personagens principais, além do Coro do NOP, “Ópera dos Terreiros” aborda o amor entre os personagens Nzailu e Dara. O amor deles se expressa como uma espécie de “Romeu e Julieta” na história das pessoas negras, que foram escravizadas para construir o Brasil. A relação é complicada desde que os bantos, primeiras populações negras a chegarem ao país, foram destinados ao trabalho pesado nas lavouras de cana-de-açúcar, café e mineração. Também foram os primeiros a montarem as resistências quilombolas.

Já os nagôs, chegados depois, sobretudo as mulheres, seguiram para os trabalhos na casa grande e se dedicaram aos serviços domésticos. Por isso, a família de Dara, que é nagô, jamais consentiria seu casamento com o banto Nzailu, que eram vistos como “afeitos ao trabalho braçal” e cultuadores de inquices, não dos orixás.

Através desse romance proibido, o espetáculo consegue abordar duas das diversas correntes étnicas e culturais que aportaram no Brasil, e algum tipo de rivalidade que existia entre elas. Tematizando, também, como a busca da liberdade era um ponto em comum a todos. A música segue como norte da narrativa, pelos sons da afro-descendência, misturando canto lírico e alabês.

NÚCLEO DE ÓPERA DA BAHIA – Surgiu como uma companhia de ópera disposta a evidenciar o potencial dos cantores líricos baianos, e também dos artistas de diferentes segmentos envolvidos na produção de uma obra deste gênero. A ideia da iniciativa é lançar os nomes da música lírica da Bahia na cena nacional e estrangeira, sem que, para isso, eles precisem sair do estado natal.

As montagens do Núcleo buscam aproximar o gênero musical lírico dos universos culturais afro-brasileiros, através da popularização, e democratizando o acesso à cultura e colaborando para a formação de plateia. Com repertório original e inédito, as obras do NOP já foram apresentadas em países como Portugal, Inglaterra, Itália e Finlândia.

SOBRE O CONCHA NEGRA – O Concha Negra é uma iniciativa do Governo da Bahia que se compromete a fomentar a diversidade cultural da Bahia, suas tradições e patrimônios, garantindo o lugar da música afro-baiana na programação mensal da Concha Acústica do Complexo do TCA. Sua realização parte de premissas das políticas reparatórias previstas na Constituição do Estado da Bahia e no Estatuto da Igualdade Racial. Assim, o incentivo a mais um canal de visibilidade e acesso a esta produção se alinha a condutas que reconhecem a cidadania cultural, a importância da representatividade e a afirmação de identidades, combatendo preconceitos e valorizando a expressão das variadas manifestações humanas. A primeira etapa do projeto foi realizada entre setembro de 2017 e fevereiro de 2018, com shows de Filhos de Gandhy, Muzenza, Ilê Aiyê, Cortejo Afro, Olodum e Malê Debalê.

Nesta 2ª edição, através de convocatória pública, nove propostas foram selecionadas dentre 59 inscritas, em pautas de novembro de 2019 a março de 2020, com ÀTTØØXXÁ, Ilê Aiyê, Sine Calmon e Morrão Fumegante, Olodum, Baco Exu do Blues, Lazzo Matumbi, além do show Afropop com Margareth Menezes, Afrocidade e Luedji Luna, encerrando então em março com “Ópera dos Terreiros” do Núcleo de Ópera da Bahia, seguida da apresentação de Panteras Negras, Didá e Slam das Minas, no dia 28.

Concha Negra – Ópera dos Terreiros

Núcleo de Ópera da Bahia

Abertura: Casalabê

Quando: 14 de março de 2020 (sábado), 18h30

Onde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Vendas: Bilheteria do Teatro Castro Alves, SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou canais da Ingresso Rápido. Acesse página de vendas em http://site.ingressorapido.com.br/tca.

Classificação indicativa: Livre


Turnê de 30 anos do Skank e de despedida


Divulgação

Depois de 30 anos de estrada, a banda mineira Skank vai deixar os palcos por tempo indeterminado. A despedida já tem data marcada em Salvador, 7 de março (sábado), na Concha Acústica do Teatro Castro Alves.As entradas podem ser adquiridas na bilheteria do Teatro Castro Alves, SAC do Shopping Barra e Sac do Shopping Bela Vista. Também é possível comprar pela internet, no site do Ingresso Rápido.

O show celebra as três décadas de estrada e a despedida dos palcos do grupo. A realização é da Multi Entretenimento.

A turnê “Skank 30 anos” vai reunir os maiores hits do grupo, como: “Tanto”, “Jackie Tequila” e “É uma partida de futebol”. Para não deixar os fãs com tanta saudade, a banda vai lançar algumas canções inéditas durante a turnê.

Agenda
SKANK 30 ANOS EM SALVADOR
Data: 7 de março de 2020 (sábado)
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Endereço: Praça Dois de Julho, s/n – Campo Grande
Abertura de portões: 17h
Showtime: 21h
Classificação: 16 anos
Ingresso: 2º Lote
R$ 70,00 (meia) e R$ 140,00 (inteira) para o setor plateia; R$ 140,00 (meia) e R$ 280,00 (inteira) para o setor Camarote. As entradas podem ser adquiridas na bilheteria do Teatro Castro Alves, no SAC do Shopping Barra e no SAC do Shopping Bela Vista. Também é possível comprar pela internet, no site do Ingresso Rápido.


Pré-carnaval com Fuzuê e Furdunço


Foto Bruno Concha/Secom

O folião do carnaval de Salvador já se prepara para o Fuzuê e Furdunço, manifestações que antecedem ao início oficial da festa de Momo e que este ano tem como tema ‘O Carnaval dos Carnavais’, um destaque especial à edição 2020. Juntos, o Fuzuê, que ocorre no próximo sábado (15) e o Furdunço, no domingo (16), devem levar pouco mais de 80 atrações sem corda para o circuito Orlando Tapajós (Ondina/Barra). São manifestações culturais, bandas de sopro, microtrios e pranchões, que remetem ao brilhantismo dos antigos carnavais.

As atrações do Fuzuê começam a desfilar às 16h, com saída a partir do Clube Espanhol, em Ondina, em direção ao Farol da Barra (no contrafluxo do circuito Dodô). Quem abre o desfile é Tio Paulinho com apresentações voltadas para as crianças, e com uma proposta de levar os musicais da Broadway para a rua. “Vamos colocar no Fuzuê os grandes musicais da Broadway, então vai ter O Rei Leão, Frozen e Anna, por exemplo. O objetivo é que a criança se identifique bastante”, conta.

Já no terceiro ano de desfile, Tio Paulinho afirma gostar muito da inclusão que a festa proporciona. “Além de trazer a brincadeira para a cidade, o Fuzuê promove uma inclusão fantástica. A gente vê crianças, cadeirantes, famílias inteiras, fantasiados ou não, e isso é muito bacana. Além disso, o desfile é todo formado por temas culturais”, diz.

O sábado vai contar ainda com as manifestações culturais Oficina de Frevos e Dobrados, Pierrot Tradição de Plataforma, Barquinha de Bom Jesus dos Pobres, Fanfarra BBG, Banda Big Show, Caretas de Cairu, Fuzuê Junino, Gravata Doida, Grupo Cultural Bambolê, Banda Show Laroyê, Cangaceiros de Ipitanga, Banda Comanches e Banda Percurssiva Axé Babá, entre outros. A programação completa do Fuzuê e Furdunço está disponível no site curtacarnaval. com. Br.

Divulgação/Secom

Furdunço – No domingo, quem invade a Avenida Oceânica são os trios, pranchões e ônibus, levando as apresentações musicais para bem pertinho do público. Os desfiles começam às 15h com a apresentação do compositor e cantor Gerônimo eu seu buzanfan, ônibus adaptado em substituição ao trio elétrico. “Vamos entrar pelo segundo ano no circuito com essa alegoria elétrica e musical, um ônibus-jardineira onde nós tocamos e ficamos muito próximo do público. É um palco de mais ou menos 1,5 metro de altura. O buzanfan não vem só com música, vem com música e luminosidade e isso é muito legal”.

Já a Banda Marana, programada para sair à noite, promete levar muito misticismo para o público. Com o tema Tribo Mística, cada músico vai se caracterizar de um elemento que rege os signos do zodíaco. Além disso, a banda faz um convite para que o folião pipoca também vá à caráter para a festa. Além de canções autorais como Mágica Elétrica e Agradecer (que foi gravada com a participação de Saulo para o EP mais recente), a banda traz no repertório músicas de Armandinho, Moraes Moreira, Olodum, Banda Mel, Chiclete com Banana, Rita Lee, Riachão e Caetano Veloso, entre outros.

“A gente faz uma mistura de ritmos, mas sempre com o objetivo de propor uma viagem até o carnaval das antigas, de fazer com que as pessoas se lembrem de um carnaval em que o folião tinha mais engajamento e vontade de participar”, opina Chico Gomes, cantor e compositor do grupo.

Ainda desfilam no domingo as bandas Fitdance, Rixô Elétrico, Quabales,BaianaSystem, Duas Medidas, Mudei de Nome, Armandinho, Danniel Vieira, Juan e Ravena, A Mulherada, Luciano Calazans, Afrodisíaco, Guig Ghetto, Viola de Doze, Tonho Matéria, Diamba, Adão Negro, Ana Mameto, Araketu, Kart Love e Forró do Tico, entre outras. Confira as outras atrações no site oficial do Carnaval.

O Furdunço foi lançado pela Prefeitura em 2014 e o Fuzuê em 2016 com a proposta de valorizar os pequenos equipamentos e manifestações culturais no chão, resgatando os antigos carnavais.