Banda de Boca de volta no Café-Teatro Rubi


Os cantores sacudiram o tradicional conceito de grupo vocal no Brasil e há quase duas décadas têm empolgado plateias em todo o mundo, o grupo vocal baiano Banda de Boca, a pedido do público, está de volta ao Café-Teatro Rubi, Sheraton da Bahia, nos dias 15 e 16 de dezembro, às 20h30. Criado em 1999, o sexteto vocal formado por Poliana Monteiro, Hiran Monteiro, Arno Hubner, Fábio Eça, Simei Ferreira e Taric Marins é consagrado pela impressionante sonoridade que produz.

Banda de rock, quinteto de cordas e big band podem ser ouvidos apenas com os recursos vocais dos integrantes. Eles sacudiram o tradicional conceito de grupo vocal no Brasil e, há quase duas décadas, têm empolgado plateias de todo o país e também do exterior.

O grupo tem como características marcantes a perfeita reprodução, com a voz, dos sons originais de instrumentos como guitarra, baixo, violino, violoncelo, percussão, bateria, sopros, sanfonas e até o prosaico triângulo.

Com arranjos refinados e criativos, elaborados pelo próprio grupo, a Banda de Boca inclui, no repertório dos shows, os mais variados ritmos e estilos musicais brasileiros, criando, assim, um verdadeiro mosaico de elementos, sons e referências da cultura nacional. Além disso, também apresenta composições próprias e sucessos internacionais que marcaram época.

Com três álbuns no mercado, alguns prêmios na bagagem e até mesmo uma indicação ao Grammy Latino, a Banda de Boca vai se impondo como um dos maiores grupos vocais da música brasileira. Já gravou com Caetano Veloso, Daniela Mercury, Carlinhos Brown e dividiu a cena com Hermeto Pascoal, Tom Zé e muitos outros nomes importantes da música brasileira.

O desempenho do grupo no palco é marcado por muita criatividade, movimentação e humor. Os integrantes desenvolveram um estilo próprio de fazer arranjos musicais, sempre muito elogiados pela crítica e pelo público.

Banda de Boca
Quando: 15/12 e 16/12/17 (sexta e sábado)
Horário: 20h30
Onde: Café-Teatro Rubi – Sheraton da Bahia Hotel
Quanto: Couvert artístico – R$ 60,00


Concha Negra: Cortejo Afro convida BaianaSystem e Núcleo de Ópera


O Cortejo Afro comanda a quarta edição do projeto Concha Negra, no dia 17 de dezembro (domingo), na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), às 18h, encerrando o primeiro ano e abrindo alas para o verão. O espetáculo terá como convidados especiais a banda BaianaSystem e o Núcleo de Ópera da Bahia, além de abertura com a dupla performática Kaylane e Kathleen.  Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

A banda Cortejo Afro, criada em 2 de julho de 1998, na comunidade de Pirajá, faz uma batida percussiva que mistura ritmos africanos, batidas eletrônicas e pop, intitulada de “revolução musical afro-baiana”. Sua origem, dentro dos limites de um terreiro de candomblé, o Ilê Axé Oiá, sob a inspiração e orientação espiritual da Yalorixá Anizia da Rocha Pitta, Mãe Santinha, atesta toda a sua identidade, autenticidade e força.

O grupo é parte integrante do Bloco Cortejo Afro, idealizado pelo artista plástico Alberto Pitta, que, há mais de 30 anos, desenvolve trabalhos ligados à estética e cultura africana. Em cena no carnaval de Salvador e nos seus famosos ensaios pré-carnavalescos desde 1999, eles apresentam releituras de experiências musicais e da estética afrodescendente, transmitindo alto astral através de suas roupas exuberantes, músicas e coreografias ricas em movimentos ligados à cultura afro.

Convidados– Na mistura do Sound System com a guitarra baiana, o BaianaSystem é o sistema baiano contemporâneo de uma sonoridade universal e solar. Fenômeno da cena artística atual, é um dos principais nomes de um movimento independente que busca ressignificar a música urbana produzida na Bahia. Criada em 2009, a banda tem a guitarra baiana de Roberto Barreto junto à retórica provocativa de Russo Passapusso e às linhas de baixo de SekoBass, além da base percussiva (eletrônica ou orgânica), característica de ritmos afro-latinos como frevo, samba-reggae, pagode, groove arrastado, ijexá, kuduro, reggae, dub, entre outros.

Já o Núcleo de Ópera da Bahia (NOP), regido pelo maestro Aldo Brizzi, tem como solistas Graça Reis, Vanda Otero, Carlos Eduardo Santos, Josehr Santos e Henrique Moraes. Com um ano de vida, o NOP já tem currículo extenso na junção do erudito com o popular, das vozes líricas com o rufar dos tambores, em parcerias com nomes como Cortejo Afro e Gilberto Gil e apresentações na Europa. A companhia objetiva explorar a potencialidade dos cantores líricos da Bahia e dos demais artistas de diferentes segmentos envolvidos na produção de uma ópera, aproximando o gênero musical lírico do universo cultural brasileiro, através da sua popularização.

Para abrir a noite, a dupla Kaylane e Kathleen, duas jovens negras, usa teatro, música e poesia para questionar a sociedade sobre assuntos como racismo, homofobia, misoginia e invisibilidade do povo negro. A proposta é de exaltar a beleza e a inteligência de negros e negras, valorizando seus talentos, saberes e empoderamento em busca de uma sociedade igualitária.

Concha Negra – Cortejo Afro com participação de BaianaSystem e Núcleo de Ópera da Bahia
Abertura: Kaylane e Kathleen
Quando: 17 de dezembro (domingo), 18h
Onde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)


“Vamos Ver o Pôr do Sol” com a Banda Jammil


A Banda Jammil realizará no próximo domingo (10), na Ponta de Humaitá, a terceira edição do projeto “Vamos Ver o Pôr do Sol”. O evento contará com show gratuito do grupo baiano e feira gastronômica dos moradores de Monte Serrat, tendo início programado para às 16 horas.

Em novembro a Banda esteve no Rio de Janeiro para realizar o evento Luau do Jammil e participar do programa Encontro com Fátima Bernardes. Em dezembro, o grupo inicia com força o trabalho para o verão 2018, focando na música de trabalho “Navegando a Vida” e na divulgação do seu Bloco Praieiro, que já iniciou as vendas para o Carnaval 2018.

Em Humaitá, Levi Lima e banda cantarão os grandes sucessos do Jammil, como “Minha Estrela”, “Praieiro”, “Mila”, “Celebrar” e a música que deu nome ao projeto, “Colorir Papel”, em formato que mistura o acústico e o elétrico com o melhor pôr do sol do Brasil.


Mateus Aleluia relembra os Tincoãs com convidados: Margareth, Saulo e Badu


Mais de 15 anos após o fim de  Os Tincoãs, o qual Mateus Aleluia fazia parte, no dia 6 de dezembro, Teatro Castro Alves, o grupo terá sua obra revisitada sob a narrativa do próprio cantor e compositor de muitos sucessos em show comemorativo com convidados especiais: Saulo, Margareth Menezes e do ex-integrante Badu,que mora nas Ilhas Canárias e não vem ao Brasil desde os anos 1990.

A trajetória do grupo será relembrada em um projeto com múltiplas linguagens, contemplando também lançamento de livro de memórias e o relançamento dos três principais discos do grupo em versão física. Pela primeira vez, após 40 anos do lançamento do último álbum, Os Tincoãs terão CDs dos álbuns: “Os Tincoãs” (1973), “O Africanto dos Tincoãs” (1975) e “Os Tincoãs” (1977).

“O inovador d’Os Tincoãs é a temática. A quebra de paradigmas dentro da música popular brasileira. Essa questão de trazer à baila o candomblé, a identidade de uma forma digerível, talvez tenha sido o grande diferencial. E trazido de uma forma harmônica. O candomblé deixou de ser apenas uma música exótica. Passou a ser vista também como música de conservatório”, resume Mateus Aleluia.

Mateus, Dadinho e Heraldo em Foto de Anibal Philot / Agência O Globo

O grupo surgiu às margens do Rio Paraguaçu, na cidade de Cachoeira, no Recôncavo Baiano, no final dos anos 1950, como um trio vocal que marcaria a história da música afro-brasileira. Temas, conceitos e cantos de religiões de matriz africana eram interpretados pel’Os Tincoãs com perfeita harmonia vocal, em uma sonoridade enraizada, mas bastante sofisticada.

“Estou bastante ansioso para este momento. Esse encontro vai ser a realização de um sonho! Venho esperando por isso há muitos anos! Fazer parte de Os Tincoãs foi tudo na minha vida. Tudo que eu aprendi, toda a base que eu tenho artisticamente, foi no período em que participei do grupo”, conta, emocionado, Badu.

O reencontro dele com Mateus Aleluia no palco não acontece há 36 anos. Na plateia, foram convidados os filhos angolanos de outro integrante, Dadinho, que nunca vieram ao Brasil. O espetáculo contará com os músicos Alex Mesquita, Maestro Bira Reis e Luizinho do Gêgê e terá direção musical de Mateus Aleluia Filho. A cenografia será assinada por Gringo Cardia.

SERVIÇO

Os Tincoãs

Quando: 6 de dezembro (quarta-feira), 20h

Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves

Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), das filas A a Z11

VENDAS

Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Castro Alves, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou pelo site www.ingressorapido.com.br.

MEIA ENTRADA

A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para o evento.

Estejam atentos! O Teatro Castro Alves cumpre a Lei Federal 12.933 de 29/12/2013, que determina que a comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória para aqueles que gozam deste direito. Estudantes devem apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE), não sendo aceitos outros documentos.

Data: 06/12/2017


“Vista-se de amor” no Bazar de Ivete Sangalo


Foto divulgação Antônio Chequer

O Bazar de Ivete Sangalo – uma pop up store de cunho beneficente, funcionará nos dias 17, 18 e 19 de novembro (sexta, sábado e domingo), no Shopping da Bahia. Quem assina o projeto de decoração da loja – que traz como tema o mote “Vista-se de amor” – são as designers de interiores Bianca Coelho e Carol Sangalo. O espaço foi dividido por ambientes para melhor apresentação dos figurinos, looks e acessórios do acervo pessoal da artista – cerca de 500 peças que marcaram os 20 anos de carreira da cantora.

As pop ups costumam funcionar por pouco tempo e esse é um bom motivo para apresentar algo que chame atenção do público. “Seguindo um estilo mais clean, as roupas, sapatos, bolsas e demais peças da cantora Ivete Sangalo ganharão destaque nas araras e prateleiras, e serão classificadas por estilos e valores.

Bianca Coelho, Cynthia Sangalo e Carol Sangalo em foto de Antônio Chequer

As bijuterias estarão expostas num grande balcão. Roupas usadas por músicos da banda também estarão disponíveis para venda”, conta Bianca Coelho. E mais, totens e tvs (com imagens dos produtos disponíveis no bazar) foram distribuídos pelo espaço dando um toque interativo para o entreter o público consumidor. Toda renda será revertida para instituições de caridade sediadas em Salvador.

Como ponto de partida para esse projeto, o estilo chic e casual de Ivete. As cores que predominam a decoração do bazar são: preto, laranja e branco. “Optamos por mobiliários num tom mais escuro para que as cores das roupas da artista sobressaiam no ambiente. Na vitrine, o laranja e o cinza ganharam destaque. Utilizamos uma iluminação clara para destacar as três peças de roupas que ficarão a mostra na vitrine. O papel de parede de tijolinho traz personalidade à pop up. O toque final são os grandes quadros com as imagens de Ivete”, finaliza Carol Sangalo.