Simplesmente Elas retorna ao Teatro Rubi

Depois de estrear em março e emocionar o público, Simplesmente Elas, o primeiro musical baiano de 2019, um verdadeiro almanaque sentimental feminino, concebido com exclusividade para o …


Show e gravação de DVD nos 15 anos das Ganhadeiras de Itapuã


Foto divulgação Ricardo Prado

A celebração da história e do canto de mulheres negras. É o que será a gravação do DVD “Ganhadeiras de Itapuã 15 Anos – Uma História Cantada”, que acontecerá no Teatro Castro Alves, no dia 31 de julho, às 20h. Será um show registro de um dos mais importantes grupos musicais de cultura popular do Brasil, cujo conteúdo será disponível em versão física e On Demand. A direção audiovisual e artística é da Movida Conteúdo e a produção da Maré Produções Culturais, viabilizada através do Natura Musical e Fazcultura – Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia.

Além das vozes das ganhadeiras de Itapuã, o show receberá como convidados Mariene de Castro, Margareth Menezes, Larissa Luz, dentre outros. No repertório, canções autorais das próprias integrantes do grupo, quanto de compositores do bairro de Itapuã, além de uma passagem por canções de Dorival Caymmi, prestando uma homenagem ao lendário bairro de Salvador. A direção musical é de Alê Siqueira e os arranjos criados por Amadeu Alves.

O espetáculo envolverá multilinguagens artísticas, evocando a atmosfera de Itapuã, sua paisagem suas cores, a memória do lugar, mas também a história das mulheres negras, suas lutas, o matriarcado, seu trabalho e o lugar do canto, como um espaço de criação e reinvenção das crônicas do dia a dia através da música.

Sobre as Ganhadeiras – As Ganhadeiras de Itapuã remontam uma trajetória de gerações e séculos. O bairro de Itapuã, em Salvador, era uma vila de pescadores, e um grupo de mulheres negras já lutava pela subsistência de suas famílias. Elas lavavam de ganho, preparavam peixes e outras iguarias para vender na rua, mercados, feiras. Iam a pé até o centro da cidade, equilibrando balaios nas cabeças. No trajeto, “para espantar o cansaço”, iam compondo e cantando; eram cantigas de roda, sambas e cirandas. Dessa tradição, surge o grupo As Ganhadeiras de Itapuã.

Cronistas do dia a dia, As Ganhadeiras comunicam-se com diferentes gerações. Em pleno litoral da capital baiana, sua música foi recentemente nomeada de “Samba de Mar Aberto”, que se distingue das células do samba de roda do Recôncavo e traz características próprias, é aberta à influência da ciranda, sambas de diferentes matrizes, candomblé entre outras misturas rítmicas.

O grupo, que completará 15 anos em 2019, já recebeu o Prêmio Culturas Populares – Mestre Duda 100 Anos de Frevo, concedido pelo Ministério da Cultura, e foi reconhecido como uma das iniciativas exemplares das culturas populares do Brasil. Em 2014, lançou um disco homônimo que em 13 músicas reúne raridades da cultura negra baiana e brasileira, candomblé, a importância da presença e liderança feminina, o amor pela natureza e crianças. O trabalho foi contemplado na 26ª edição do Prêmio da Música Popular Brasileira na categoria Melhor Grupo e Melhor Álbum Regional em cerimônia realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

 

SERVIÇO

As Ganhadeiras de Itapuã

Quando: 31 de julho de 2019 (quarta-feira), 20h

Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves

Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), das filas A a Z11

Classificação indicativa: Livre

 

VENDAS

Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Castro Alves, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou pelos canais da Ingresso Rápido. Acesse página de vendas em http://site.ingressorapido.com.br/tca.

 


Arrigo Barnabé homenageia Roberto e Erasmo


Depois de um hiato de quase 10 anos sem vir à Bahia, o cantor e compositor paranaense Arrigo Barnabé vem a Salvador para apresentar o show Quero que Vá Tudo pro Inferno, só com músicas de Roberto e Erasmo Carlos, no Café-Teatro Rubi, Wish Hotel da Bahia, dias 05 e 06 de julho às 20h30.

Arrigo também fez Caixa de Ódio, um mergulho no universo das canções de Lupicínio Rodrigues, e agora interpreta canções da mais famosa dupla de compositores brasileiros, Roberto Carlos e Erasmo Carlos, neste novo show.

Arrigo, que também é instrumentista, conta que morava em Londrina (PR), sua cidade natal, estava trabalhando e havia juntado um dinheiro que dava para comprar apenas um LP. Na loja, hesitou um pouco entre dois discos: O Fino da Bossa, com Elis Regina e Jair Rodrigues, e o de Roberto Carlos Quero que vá Tudo para o Inferno. Então, Arrigo não resistiu e se rendeu ao rei.

No show, a escolha do repertório transita entre canções acentuadamente românticas, líricas – Como é Grande o meu Amor por Você, Gatinha Manhosa, Os seus Botões, Eu te Darei o Céu, Detalhes – canções irreverentes e inconformadas – Quero que vá Tudo para o Inferno, Sua Estupidez, Se Você Pensa, Vem Quente que eu Estou Fervendo (Carlos Imperial e Eduardo Araújo) e canções com um toque existencialista – Sentado à Beira do Caminho e As Curvas da Estrada de Santos.  Todas são dirigidas a um “você”, que é o ser amado, são declarações de amor, coloquiais, confessionais.

Arrigo também interpreta duas canções que Caetano Veloso fez para Roberto – Como Dois e Dois e Força Estranha. As duas são tocadas em guarânia, o que faz com que elas soem diferentes e despertem nossa escuta, criando um diálogo sutil entre a letra, um poema moderno e filosófico, e a forma musical, mais tradicional, ingênua, espontânea.

História – O reconhecimento de Arrigo pelo grande público veio logo com o primeiro disco Clara Crocodilo, em 1980, quando foi recebido pela imprensa como a maior novidade na música brasileira desde a Tropicália. Em suas composições, Arrigo mistura elementos e procedimentos da música erudita do século XX a letras ferinas sobre a vida na grande cidade. O músico propõe uma linguagem poética e musical anticonvencional, mesclando música erudita de vanguarda, rock e MPB.

 

O instrumentista escreveu também várias composições para trilhas sonoras de filmes brasileiros e, junto a outros artistas, é referência para a Vanguarda Paulista, movimento do qual faz parte, ao inserir atonalismo e serialismo na MPB.

É responsável por diversas trilhas sonoras para cinema e participa como ator dos filmes Nem Tudo É Verdade (1984), de Rogério Sganzerla (1964-2004), interpretando Orson Welles, e Anjos da Noite (1987), de Wilson Barros (1948-1992), além da novela da Globo Direito de Amar (1987).

Serviço

O quê: Arrigo Barnabé – Quero que Vá Tudo pro Inferno
Quando: 05 e 06/7 (sexta e sábado)
Horário: 20h30
Onde: Café-Teatro Rubi
Quanto: Couvert artístico – R$ 100

 

Compra

Bilheteria: Café-Teatro Rubi – 71 3013.1011
segunda a sábado, das 14h às 19h (em dias de apresentação, até às 20h30)
Vendas online: https://couvertartistico.cafeteatrorubi.com.br/ 


Tuca Fernandes em temporada no Rio Vermelho


Após uma temporada de casa cheia e muito sucesso em 2018, Tuca Fernandes vai voltar a agitar a noite na capital baiana, com o projeto intitulado “As Baladas do Tuca”. Será nesta sexta-feira, dia 05 de julho, no bairro mais boêmio da cidade: o Rio Vermelho. No repertório, clássicos que se tornaram sucesso na sua voz, nos mais de 20 anos de carreira; além de grandes hits que marcam a trajetória do Axé e que são músicas eternizadas nas vozes de amigos e parceiros. O RV Lounge, localizado na Vila Caramuru, será mais uma vez o palco que receberá o show. “O projeto promove uma grande viagem pela música da Bahia! Fizemos uma temporada no ano passado e estamos voltando esse ano com todo o gás. Espero a minha galera por lá!”, comenta Tuca.

Serviço:

As Baladas do Tuca – projeto especial de Tuca Fernandes

RV Lounge, Vila Caramuru, Rio Vermelho

Sexta-feira, 05/07/2019, a partir das 21 horas.

Valor: R$ 40

Vendas: https://www.sympla.com.br/as-baladas-do-tuca–5-edicao__565233

Informações: (71) 99968-4374


Sertanejo das antigas com Danniel Vieira


O cantor Danniel Vieira não para! Dando continuidade a sua agenda de shows, nesta quinta-feira, dia 04 de julho, o Gordinho se apresenta no palco do Wanted Pub, no Rio Vermelho. Por lá, estreia o projeto “#TBTdoamor – Sertanejo das Antigas”, que promete um repertório recheado de clássicos, muito agito e clima de nostalgia. “A turma pode se preparar, começar a relembrar músicas que marcaram época e chegar com tudo, porque esse novo projeto no Wanted promete muito!”, explica o Gordinho. Mas a agenda da semana não encerra aí. No sábado (06), o artista pega estrada e segue rumo ao município de Santa Cruz da Vitória, localizado na região sul da Bahia, onde vai animar os festejos em homenagem ao aniversário da cidade. E, para fechar o final de semana com chave de ouro, no domingo, dia 07 de julho, o Gordinho será uma das atrações da festa “Harmonia Sunset & Soccer”, que acontece no Unique Eventos, na Avenida Tancredo Neves. Quem também faz a festa por lá é a banda Harmonia do Samba.

Serviço:

#TBTdoamor – Sertanejo das Antigas – Show de Danniel Vieira

Wanted Pub, Rua Conselheiro Pedro Luiz, 369 – Rio Vermelho

Quinta-feira, 04/07/2019, a partir das 22 horas

Ingressos: R$ 50

Vendas: no local

Informações (71) 99906-9948

 

Harmonia Sunset & Soccer – Danniel Vieira + Harmonia do Samba

Unique Eventos, Avenida Tancredo Neves, 1801

Domingo, 07/07/2019, a partir das 16 horas

Ingressos: R$ 70

Vendas: https://www.sympla.com.br/harmonia-sunset-e-soccer__567845 e no local

Informações (71) 3334-3611


Dois de Julho: Encontro de Filarmônicas com 11 bandas


Maestro Fred Dantas e sua filarmônica. Foto Mario Bittencourt (Secom-PMS)

Parte dos festejos de Independência da Bahia, o Encontro de Filarmônicas chega em sua 28ª edição e vai reunir cinco filarmônicas no Largo do Campo Grande. O evento é realizado pela Prefeitura, através da Fundação Gregório de Mattos (FGM), e vai contar ainda com a participação da cantora Juliana Ribeiro.

As filarmônicas 9 de Agosto, Lira Popular de Belmonte, Lyra Ciciliana, Filarmônica Ambiental e a Oficina de Frevos e Dobrados, todas baianas, farão a festa na terça-feira (2), a partir das 18h. Já na quarta (3), será a vez do Baile da Independência, que resgata o clima de um baile tradicional.
O Maestro Fred Dantas, coordenador do evento desde sua primeira edição, diz que na oportunidade uma variedade de ritmos serão tocados. “Além dos dobrados que são comuns nas bandas filarmônicas, vamos trazer os arranjos de artistas da Música Popular Brasileira, como Tim Maia, e até mesmo do Axé dos anos 90”, salienta.

Ele argumenta que a ocasião é um momento em que há um jogo, o da novidade, além da continuidade. “É um milagre estarmos há quase trinta anos relacionando essa continuidade à data da Independência da Bahia. Ao longo dos anos há uma rotatividade de bandas, se somado são mais de quarenta filarmônicas diferentes”, revela Fred.

Um protocolo faz parte do encontro, primeiro toca-se os hinos Nacional, ao Dois de Julho e do Senhor do Bonfim, para que só depois o som se projete em plena praça pública.

No dia seguinte – Um baile a céu aberto, com quermesse e tudo, um dia após o desfile do Dois de Julho. Essa é a premissa do Baile da Independência. Dividido em dois momentos, o baile é uma releitura do antigo Baile da Independência, criado pela classe média soteropolitana, e que deu origem à Festa da Mocidade, que mudou para o Campo da Pólvora e resistiu até os anos 1950.