“A Bela e a Fera” retorna ao TCA

“A Bela e a Fera”, apaixonante conto de fadas francês escrito por Jeanne-Marie LePrince de Beaumont, retorna ao Teatro Castro Alves, no dia 3 de março …




Dramofone Tribal Festival em sua IX edição no Sesc



O  IX Dramofone Tribal Festival, um festival de dança tribal e outras hibridações, com a direção geral  de Joline Andrade, acontece no dia 17 de fevereiro (sábado) às 19h30 no Teatro Sesc Senac Pelourinho (Largo do Pelourinho, 19 – Salvador-BA) com classificação indicativa para maiores de 18 anos com ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia).

De acordo com a diretora Joline Andrade “numa tentativa de acompanhar a liquidez das informações no mundo contemporâneo, a dança tribal, popularmente chamada de dança étnica de “fusão”, surge como proposta de agregar diferentes manifestações de danças étnicas das mais variadas regiões do mundo, e busca mesclar referências e matrizes de danças tradicionais e transpô-las numa estética contemporânea atualizada,” sinaliza

Para ela “é uma linguagem que, tendo como referência a dança do ventre, mescla conceitos e movimentos de danças étnicas como o flamenco, a dança indiana e danças da cultura Hip Hop, ou seja, danças de diferentes culturas e regiões do mundo bem como o(a) yoga. É relativamente recente no mundo da dança (surgiu em torno da década de 60, na Califórnia, durante os movimentos contraculturais do Woodstock), mas bebe na fonte de diversas culturas antigas e mistura tudo numa alquimia contemporânea.”

O espetáculo Dramofone leva a uma imersão em universos exóticos e híbridos, através da dança e música étnica e contemporânea. e foi uma invenção de 1887 e inspirou o título do espetáculo que é dirigido por Joline Andrade e o elenco é formado por seu grupo de pesquisa em dança tribal de Salvador-BA e demais convidados.

Elenco

– Banda de Dança (Adriana Munford, Aishá Roriz, Daniele Denovaro, Daniela Veiga, Juliana Leite e Rita Basttos).

– Trupe Mandhala (Antonia Ribeiro? Mary Braga Figuerêdo e Viviane Macedo)
– Coreografia “Cy” de Antonia RIbeiro (Adjanali Moreira, Aline Britto Olivier, Carla Maria Nunes, Joana Astro?, Mary Braga Figuerêdo, Nanda Rachell?, Neilinha Andrade?, Paula Marinho?, Raina Santos?, Sidinha Damasceno, Thais Gomes, Vênus Carvalho, Viviane Macedo)
– Alunas: Ariana De Aquino, Camila Marchena, Fernanda Mantelli, Fernanda Teles, Gabriela Medrado, Gabriela Macedo, Isis Noguti, Ju Barreto, Ellbereth Gilthoniel e Tatiana Freitas.

 

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5 anos de “Compadre de Ogum” com participação de Filhos de Ghandy e Cortejo Afro


A peça “Compadre de Ogum”, que tem adaptação e direção de Edvard Passos, celebra cinco anos fazendo o que de melhor se pode fazer quando se vive de teatro : entrar em cena ! Por isso, nos próximos sábados, dias 13, 20, 27 de janeiro e 3 de fevereiro , às 18h, no Espaço Cultural da Barroquinha, “Compadre de Ogum” faz temporada onde a entrada custa apenas um quilo de alimento não perecível, que será doado ao Nacci – Núcleo de Assistência à Criança com Câncer.

Para completar a celebração, a peça contará com as participações especiais dos Filhos de Ghandy e do Cortejo Afro, que como revela o diretor Edvard Passos, estavam presentes na concepção inicial do espetáculo. “A participação do Gandhy e do Cortejo é uma vontade antiga. Quando o projeto de Compadre de Ogum nasceu em 2013, as duas entidades carnavalescas já estavam conosco dando suporte e respaldo. Ou seja, Compadre de Ogum sempre nutriu esse namoro com o Gandhy e o Cortejo. É um retorno às origens e a realização de um sonho”, diz ele.

A cantora Matilde Charles também faz uma participação especial. “Mathilde Charles traz elegância e sofisticação à peça. É um toque de fino trato, um carinho, um amor, uma presença de Oxum, um aprimoramento que estou tendo o grande prazer e a responsabilidade de inserir no “Compadre de Ogum”. O canto e a presença de Mathilde, por si só, contaminam e despertam em todos os artistas o que há de melhor em cada um”, enfatiza Edvard. Além das apresentações, serão realizados dois colóquios na Fundação Casa de Jorge Amado, sobre a obra do grande autor baiano. Os colóquios acontecem nos dias 17 e 24.01, às 16h, com entrada franca.

Colóquios – Dia 17.01, às 16h, com entrada franca, na Fundação Casa de Jorge Amado – Palestra do diretor Edvard Passos que terá como tema o artigo “Compadre de Ogum : o papel da cidade de Salvador e da Igreja Primeira de Santana na construção da poética do espetáculo”. Com capacidade para 60 pessoas e duração 1h30min, o colóquio tem como público-alvo encenadores, estudantes de teatro, arquitetura e urbanismo, dramaturgos e estudiosos da obra de Jorge Amado.

Dia 24.01, às 16h, com entrada franca, na Fundação Casa de Jorge Amado Colóquio sobre a obra “Os Pastores da Noite”, com participação do diretor Edvard Passos, da diretora da Fundação Casa de Jorge Amado, Angela Fraga e de dois escritores convidados. O público presente será incentivado a interagir com os participantes. Com capacidade para 60 pessoas e duração 1h30min, o colóquio tem como público-alvo estudantes de literatura, acadêmicos e estudiosos da obra amadiana.

Compadre de Ogum – Adaptado da obra de Jorge Amado, dirigido Edvard Passos, indicado a seis Prêmios Braskem em 2015 e vencedor na categoria Melhor Direção, o espetáculo “Compadre de Ogum” narra a história do biscateiro Massu das Sete Portas, um homem negro que, com a ajuda de amigos, organiza o batizado na igreja de seu filhinho “galego”. Até aí seria pouca novidade se o padrinho da criança não fosse Ogum, que anuncia o batizado dentro da igreja católica. Convivência de credos, diversidade étnica em Salvador e o valor da amizade verdadeira são elementos que permeiam a divertida trama.

Sucesso internacional, o espetáculo foi debatido em eventos de peso como a Quadrienal de Praga, a Conferência Anual Federação Internacional de Pesquisa em Teatro, em Hyderabad, na Índia e na Conferência Dramatic Architectures, na cidade de Porto, em Portugal. “Compadre de Ogum” foi pensado para a ocupação de espaços não convencionais e a peculiaridade de ter sido montado para ser realizado fora da caixa cênica – a primeira encenação foi feita na Igreja de Santana no Rio Vermelho – chamou a atenção da crítica especializada e de pesquisadores.

Elenco: Amós Heber – Sacristão Inocêncio e Isídro do Batualê; Marcela Brito – Otália;Diogo Lopes Filho – Padre Gomes; Danilo Cairo – Pé de Vento; Evaldo Macarrão – Guiminha; Everton Machado – Ogum; Daniel Farias – Cabo Martim; Leandro Villa – Massu; Leomaria Novaes – Léo; Luisa Muricy – Benedita; Luiz Pepeu – Jesuíno Galo Doido; Manu Moraes – Tibéria; Talis Castro – Curió; Zé Carlos Júnior – Pai Guima. Participações especiais: Matilde Charles; Anderson Capacete; Filhos de Gandhy; Cortejo Afro

Celebração dos 5 anos do Espetáculo Compadre de Ogum – Aos sábados, dias 13, 20, 27 de janeiro e 3 de fevereiro, às 18h, no Espaço Cultural da Barroquinha.
Ingresso – um quilo de alimento não perecível, que será doado ao Nacci – Núcleo de Assistência à Criança com Câncer.
Colóquios na Fundação Casa de Jorge Amado – dias 17 e 24.01, às 16h, com entrada franca.


“A Bofetada” comemora no palco 30 anos em 2018


A Bofetada – Ano 30 volta ao palco do Teatro Sesc Casa do Comércio a partir do dia 6 de janeiro até o dia 25 de fevereiro, sempre aos sábados e domingos, às 20h, reunindo os atores Mário Bezerra, Marcos Barretto, Rodrigo Villa e Lelo Filho, que também assina a direção, juntamente com o diretor assistente Odilon Henriques. A concepção original é de Fernando Guerreiro. Os três esquetes que compõem o espetáculo são de Mauro Rasi, Miguel Magno e Ricardo de Almeida.

Tudo que uma trupe teatral quer fazer, em qualquer tempo, é sempre estar em cena. A Cia Baiana de Patifaria acaba de retornar de sua turnê anual de 2017, que realizou com dois espetáculos, e já se prepara para voltarao palco em Salvador na Temporada de Verão 2018, dessa vez com A Bofetada 30

A razão do novo título é que A Bofetada completa 30 anos de encenação nos palcos soteropolitanos desde que estreou na pequena Sala do Coro do TCA, em 1988, tendo sido assistida por mais de 2 milhões de espectadores até hoje.

O espetáculo voltará à cena durante o “retiro espiritual” das Noviças Rebeldes, atual montagem da Cia Baiana que retorna somente após o verão. No entanto, na nova temporada o público verá a participação especial das freirinhas da comédia musical Noviças Rebeldes invadindo a cena de Fanta e Pandora, fazendo um número musical divertidíssimo para o espanto da plateia e das professoras Fanta (Lelo Filho) e Pandora (Rodrigo Villa).

Os “patifes” já estão adaptando e atualizando os textos e ‘cacos’ de seus 11 personagens tão queridos do público, como Fanta Maria, Pandora, Eleonora, Vânia, Dirce. Como é de costume, as novas manchetes do noticiário politico-social-economico brasileiro irão se misturar aos bordões que levam o público às gargalhadas: ‘é a minha cara’, ‘oxente’, ‘momento lindo, maravilhoso’, ‘adoro, chega choro’.

A Cia Baiana de Patifaria, com mais de 3 décadas nos palcos, soma um teatro de repertório de oito espetáculos (Abafabanca, A Bofetada, Noviças Rebeldes, 3 em 1, A Vaca Lelé, Capitães da Areia, Siricotico uma comédia do balacobaco e Fora da Ordem). O musical Noviças Rebeldes que reestreou em agosto de 2017, já foi vista por quase 10 mil pessoas e voltará a ser encenado após o verão.

A Bofetada 30  – Cia Baiana de Patifaria
Onde: Teatro Sesc Casa do Comércio – Av. Tancredo Neves, 1109, Edf. Casa do Comércio – Pituba. Salvador. Tel.: (71) 3273-8543.
Quando: 6 de janeiro a 25 de fevereiro,sábados e domingos às 20h
Ingressos: Valor da inteira: R$ 50,00/meia: R$ 25,00
Funcionamento da bilheteria: Terça a quinta – Das 13h às 20h30
Sexta a domingo – Das 13h até o início do espetáculo
Recomendação etária: 14 anos.

 


Mostra de cinema do diretor italiano Pier Paolo Pasolini


Foto do filme Salô, de Fabian Cevallos

O grupo de pesquisa “Representações Sociais: arte, ciência e ideologia” iniciou desde janeiro e termina no dia 16 de fevereiro a “Mostra do cinema Pós-neo-realista italiano: Pasolini”, com a exibição, seguida de debates, por integrantes do grupo das 9 horas até as 12 na Sala de Arte – Cinema da UFBA. O mesmo grupo já realizou a Mostra do Realismo Italiano (2013), a Mostra do Neo-realismo Italiano (2014), Mostra da Revolução no Cinema (2015) e o Circuito Fellini (2016/2017).

A programação da mostra está dividida da seguinte maneira:

12/01: Comícios de amor (1965)

19/01: Édipo Rei (1967)

26/01: Medeia (1969)

16/02: Salò ou 120 dias de Sodoma (1975)

Os filmes serão exibidos às 9 horas (pontualmente, porque tem um horário limitado), no cinema da UFBA (Vale do Canela – ao lado da Faced). Gratuito!

A participação em 75% das exibições do Circuito, garantem certificado de atividade de extensão – mediante a inscrição pelo formulário online.

 


Espetáculo BR-Trans chega a Salvador em janeiro


As apresentações de BR-Trans acontecem de 4 a 7 de janeiro, na Caixa Cultural de Salvador, abrindo a programação do ano do espaço. No sábado, dia 6, após a apresentação, será realizado um bate-papo com o ator do espetáculo Silvero Pereira e Rodrigo Apolinário, músico em cena no espetáculo. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5 (meia) e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro a partir do dia 4 de janeiro.
O espetáculo com o ator, que também assina o texto da peça, já foi assistido por mais de 40 mil espectadores em várias cidades brasileiras, além de integrar a programação de festivais internacionais em países como Alemanha e Estados Unidos

Segundo a ONG Internacional Transgender Europe, o Brasil é o país onde ocorre o maior número de assassinatos de travestis e transexuais no mundo. O que está por trás de tanta violência e intolerância? Quem são as vítimas desta verdadeira tragédia cotidiana?
Em BR-Trans, dirigido por Jezebel de Carli, professora e diretora gaúcha, está o resultado de quatro anos de pesquisa feita pelo ator Silvero Pereira junto a travestis, transformistas e transexuais de Porto Alegre. Em cena, o ator/autor narra histórias de vida, interpreta canções e dá voz a um sem número de pessoas. Sem abrir mão do humor e da poesia, BR-Trans trabalha pela inclusão, rompendo estereótipos e provocando reflexões.

O Ator – Silvero Pereira, 35 anos, é ator, dramaturgo, produtor cultural, maquiador, iluminador, aderecista, diretor e artista plástico. Concludente do Curso Superior em Artes Cênicas do Instituto Federal de Educação do Ceará (IFCE).
O ator divide-se entre o teatro e a televisão – integrou recentemente o elenco da novela da TV Globo, A Força do Querer, na qual interpretou personagem Elis Miranda – Nonato, que lançou luz às questões relacionadas à travestilidade. O sucesso de BR-Trans também levou o texto de Silvero a ser lançado como livro pela Editora Cobogó, dentro da coleção

“BR-Trans é um processo artístico-documental que traça os pontos convergentes e divergentes do universo Trans brasileiro entre os polos regionais Nordeste e Sul do País. Trata-se de um trabalho estético com base nos afetos, nas relações estabelecidas durante a pesquisa e na oportunidade de provocar questionamento, quiçá uma transformação social a partir da quebra de preconceitos por meio da arte”, afirma Silvero.

Espetáculo BR Trans
Data: 4 a 7 de janeiro de 2018 (quinta a domingo)
Horário: Quinta a sábado às 20h00. Domingo às 19h00
Local: Caixa Cultural Salvador

Endereço: Rua Carlos Gomes, 57, Centro, Salvador-BA
Telefone: (71) 3421-4200
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos
Ingresso: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia-entrada)
Acesso para pessoas com deficiência
Estacionamento gratuito nos dias de espetáculo
Venda na bilheteria a partir das 09h00 do dia 4/01 para todas as sessões.