Volta a cartaz de Mágico Mar

O Mágico Mar utiliza o clown, efeitos especiais e números mágicos para falar de preservação do meio ambiente e reciclagem,  em curta temporada volta a …






O Corrupto está de volta no Teatro Módulo


 

Foto de Andreia Magnoni. Divulgação

Disputadíssimo como marqueteiro em várias campanhas eleitorais pelo país, ele decidiu não se aliar a ninguém, mas deixar as possibilidades abertas para qualquer lado… afinal, ele é professor de Corrupção Ativa. Suas aulas, cada dia mais disputadas, acontecem no Teatro Módulo, na Pituba, de 21/07 a 29/09, aos sábados e domingos, às 20h. A aula individual custa pouco, menos que um suborno simples, R$ 50,00 ( para profissionais)  e R$ 25,00 ( para aspirantes).

A corrupção nossa de cada dia …

Com texto escrito por ele, Frank Menezes dá uma sacudida na plateia e faz todo mundo pensar, ao mesmo tempo que arranca gargalhadas, sobre como todos colaboram para a corrupção que tanto condenamos

A corrupção em larga escala no Brasil foi escancarada ! Mas será que é só entre os políticos e empresários que ela existe ? Em que situações do dia a dia ela está presente ? Frank Menezes, de forma super engraçada, encarna um professor que dá aulas de corrupção ativa para uma plateia repleta de alunos repetentes… e não poupa nada nem ninguém.

Fala dos políticos, é claro, mas fala também da corrupção perpetrada por líderes espirituais de várias religiões, da corrupção nas instituições públicas e nas empresas privadas, nos meios de comunicação e das pequenas corrupções do dia a dia, aquelas toleradas sem dores de consciência pelo cidadão comum, como estacionar na vaga de deficientes, furar fila e outras tantas “coisinhas”.

A peça acaba por ser uma “paulada” na consciência, dada entre gargalhadas. E Frank Menezes promete também atualização constante dos fatos, para que as risadas  do público não percam nunca prazo de validade. Para isso está de olho nos muitos fatos que toda semana balançam o país e, claro, nas próximas eleições !

“O Corrupto” – Frank Menezes

Direção : Marcelo Praddo

Em Salvador –  De 21.07 a 29.09, aos sábados, no Teatro Módulo – Pituba

Horário: 20h

Compra de ingressos : www.compreingressos.com e na bilheteria do Teatro Módulo – 71 2102.1392 / 1350

Selma Santos Produções e Eventos

Fone: 55 (71) 3261.2179

End: Av. Vasco da Gama,

2.931 – sl 126 – Edf. Gold Center

CEP: 40.230-731,

Vasco da Gama,

Salvador-Bahia-Brasil

 

 


Oficina Lab Eros ministrada pela performer Alda Maria Abreu


A criação de atos performativos a partir de uma dramaturgia aberta: essa é a linha de pesquisa da oficina Lab Eros – Laboratório de Práticas Corporais e Experimentos Erótico-Filosóficos sobre o Tempo, que ocorrerá nos próximos dias 23, 25, 27 e 28 de julho, no Espaço Cronópios, localizado na Rua Direta do Santo Antônio, no bairro do Santo Antônio Além do Carmo, número 179.

A oficina faz parte da programação de atividades do Transborda – Programa de Formação em Artes Performativas. As inscrições para o Lab Eros já estão abertas e com preço promocional até o dia 16 de julho, podendo ser realizadas através do site www.gameleiraintegra.com/transborda (link de acesso ao final da página). O valor da inscrição promocional é R$200.

Espaço de formação e de compartilhamento de experiências em artes, onde a criação é entendida pela transversalidade entre as linguagens, especialmente dança, literatura, performance e teatro, o Transborda é um projeto que tem concepção da Gameleira Artes Integradas, coordenada pelas artistas Raiça Bomfim e Olga Lamas, e desenvolvido em parceria com o artista e gestor Matias Santiago.

 

Para se inscrever nas atividades do programa não é necessário ter experiência prévia em artes, mas sim o interesse em experimentar modos de expressão, de vivência estética e de implicação na construção da realidade. O Transborda é um espaço para quem quer se arvorar em experimentar e pensar a respeito das artes performativas, além de ser também um local para performers já atuantes.

Peyote_Jardim dos Tempos em foto divulgação de Ligiana Braga

Na oficina Lab Eros, ministrada pela dançarina/performer Alda Maria Abreu, será criado um espaço experimental para mobilizar atos performativos e vivências coletivo-corporais que fazem parte da atual pesquisa de doutorado de Alda, a partir dos motes “do sujeito erótico à experiência-limite” (Georges Bataille) e “o tempo e o corpo do incomensurável” (Henri Bergson). Esses modos de performar/existir, sustentados no que Alda chama de imersões ecopoéticas, irão ganhar corpo no convívio diário com o grupo a partir de uma dramaturgia aberta, convocada por epistemologias xamânicas ainda sem nome, idade ou tempo.

Os participantes serão convidados a mergulhar num mesmo mar, na memória do fogo nos corpos e desafiados a deslocar-se de certezas antropocêntricas e pontos de vista demasiado humanos sobre quem somos ou o que é um corpo, um Ser, uma Vida. “Buscar dar à luz estados de caos, novas danças, novas ecologias, novos modos, graus e naturezas daquilo que chamamos Liberdade”, explica poeticamente a dançarina-performer.

Alda Maria Abreu é artista independente que atua na cena cultural do eixo São Paulo-Bahia-Portugal há mais de 10 anos, escritora e ávida leitora de Artaud, Bataille, Nietzsche, Bergson e Spinoza, na esteira da filosofia da diferença, acompanhada também por Deleuze, Guattari e seus mil platôs. Atualmente dedica-se à criação de atos performativos que visam efetuar danças-pensamentos livres das coleiras da dita arte contemporânea.

O Transborda conta ainda com mais seis oficinas além da Lab Eros: Silêncios e Tesouros (20, 22, 24 e 25 de agosto), com Olga Lamas; A Poética do Corpo-Lugar (10, 12, 14 e 15 de setembro), com Marcelo Sousa Brito; Berro Estribilho (15, 17, 19 e 20 de outubro), com Raiça Bomfim; Dança Estilhaçada (05, 07, 09 e 10 de novembro), com Leonardo França; Abordagens Artísticas para o Corpo e o Movimento (19, 21, 23 e 24 de novembro); e Ojúran – Transe e Fluxo (10, 12, 14 e 15 de dezembro), com Laís Machado. As inscrições para estas oficinas já estão abertas, também pelo site www.gameleiraintegra.com/transborda.

O quê: Lab Eros – Laboratório de Práticas Corporais e Experimentos Erótico-Filosóficos sobre o Tempo
Quando: 23, 25, 27 e 28 de julho – segunda, quarta e sexta, das 18h30 às 21h30; sábado, 15h às 18h
Onde: Espaço Cronópios, localizado na Rua Direta do Santo Antônio, no bairro do Santo Antônio Além do Carmo, número 179
Inscrição: R$ 200 – www.gameleiraintegra.com/transborda


Espetáculo infanto-juvenil O Mundo das Minhas Palavras estreia sábado


Divulgação

O Núcleo Teatro Viável em temporada com o espetáculo O Mundo das Minhas Palavras até o dia 29 de julho, dentro do projeto de ocupação do Laboratório de Experimentação Estética do MAB, no Corredor da Vitória. O novo espetáculo, que fica em cartaz em curta temporada, aos sábados e domingos, com sessões às 11h e 16h, é direcionado ao público infanto-juvenil e tem como tema a construção do vocabulário e da linguagem das crianças.

Com texto de Wanderley Meira, que divide a direção com Guilherme Hunder, O Mundo das Minhas Palavras tem no elenco Augusto Nascimento e Fernanda Beltrão, integrantes do Núcleo, que se apresentam como atores adultos, estabelecem um bate-papo e, se alternam entre papéis de adultos, crianças, palavras e outros personagens do mundo infanto-juvenil, construindo a reflexão sobre o assunto.

De forma ágil, não linear e contemporânea, o espetáculo é uma conversa sobre como os adultos, a educação formal e a sociedade vão disponibilizando as palavras para a construção da linguagem das crianças, e a maneira como elas vão capturando e guardando essas palavras, ao mesmo tempo em que constroem sua personalidade e seu discurso pessoal, social e político.

“Certo dia li numa página de rede social que não tem como as crianças crescerem afastadas dos preconceitos. E isso é real, principalmente, por vivermos numa sociedade que muitas vezes dão sentidos às palavras que elas não têm. Nesse mundo machista e que segrega, as palavras ganham conotações sexuais e violentas, que vão influenciar diretamente na formação do vocabulário da criança e na forma como ela pode se comportar ao longo da vida. Trazemos esse debate de forma divertida”, realça Augusto Nascimento.

O espetáculo dialoga de maneira lúdica com as crianças sobre suas próprias experiências com a construção de significados, mas, ao mesmo tempo, é um alerta para a responsabilidade dos adultos sobre a entrega que se faz desses significados.

“O universo do espetáculo é o espaço da subjetividade das crianças: colorido, não linear, mas, ao mesmo tempo fluido, e em constante construção – essa é a máxima que norteia a construção da encenação, do cenário, do figurino, da iluminação e dos efeitos que ambientam a cena, associada ao pensamento de viabilidade de execução que norteia o pensamento do Núcleo”, diz Wanderley.

A ficha técnica, além dos membros do grupo, reúne Luciano Salvador Bahia, com os efeitos sonoros e os arranjos para canções de Wanderley Meira; Erick Saboya, criando o cenário; Allison de Sá, pensando a iluminação e construindo o projeto elétrico. Seguindo uma política de sustentabilidade e baixo-custo, Erick Saboya e Alison de Sá aproveitam a estrutura da primeira produção do Núcleo, Ponto e Vírgula – pequena pausa antes do fim.

O movimento dos atores em cena está sob a direção de Mônica Nascimento. Para criar o mundo das palavras, o mágico e ator Fernando Lopes criou e construiu os efeitos especiais do espetáculo; André Luís Silva, traduzindo as ideias na programação visual; Rafael Pimentel Brito, fazendo assessoria de imprensa; e Diney Araújo, capturando as imagens para as fotografias.

O Núcleo Teatro Viável é formado por Augusto Nascimento, Fernanda Beltrão, Guilherme Hunder e Wanderley Meira, que se revezam nas diversas funções técnicas e artísticas. O grupo tem como foco de pesquisa e realização a produção de espetáculos autossustentáveis, cujas apresentações não dependam de estruturas de casas de espetáculo, de forma que se possam realizar em espaços alternativos, com alta economia de energia elétrica.

O quê: espetáculo infanto-juvenil O Mundo das Minhas Palavras
Quando: até 29 de julho – sessões às 11h e 16h
Onde: Laboratório de Experimentação Estética, Museu de Arte da Bahia – Avenida Sete de Setembro, 2340, Corredor da Vitória.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) – venda pelo site www.sympla.com.br

FICHA TÉCNICA
Texto: Wanderley Meira
Direção: Guilherme Hunder e Wanderley Meira
Elenco: Augusto Nascimento e Fernanda Beltrão
Composições Musicais: Wanderley Meira
Arranjos Musicais e Efeitos Sonoros: Luciano Salvador Bahia
Direção de Movimento: Mônica Nascimento
Iluminação e projeto elétrico: Allison de Sá
Efeitos Especiais: Fernando Lopes
Figurino: Guilherme Hunder
Maquiagem: Fernanda Beltrão
Cenário: Erick Saboya
Programação Visual: André Luís Silva
Assessoria de Imprensa: Théâtre Comunica – Rafael Brito Pimentel


Temporada de Nú Buzú com Tania Toko


Divulgação

A peça Nú Buzú, com direção e atuação em cena da consagrada atriz Tania Toko, faz temporada de 6 a 28 de julho, às sextas e sábados, sempre às 20h, no Espaço Xisto Bahia, nos Barris com ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). A peça retrata, com muita irreverência, o cotidiano do baiano que utiliza o ônibus como meio de transporte em Salvador. Nele, três personagens travam diálogos e vivem situações engraçadas e dramáticas bem próximas da realidade de quem utiliza o “coletivo” no seu dia-a-dia na capital.

Assim, uma aposentada (Tânia Toko), uma evangélica (Meire Margarete) e um gay (Naldo Brito) interagem, reagem e driblam com muita arte as dificuldades da vida contemporânea numa cidade desordenada, difícil, mas cheia de vida. O texto, também assinado por Tania Toko, transita pelas questões sociais e econômicas da nossa terra e tem todo o tempero da nossa cultura, revelando as estórias e histórias que acontecem nesse universo, de parada em parada, até o destino final dos personagens.Tania Toko se consagrou nacionalmente com a personagem Neuzão da série global e do filme Ó PAÍ Ó, que terá nova filmagem ainda este ano.

Nú Buzú

Texto e direção: Tânia Toko

Com: Tânia Toko, Meire Margarete e Naldo Brito

Quando: sextas e sábados, 20h. De 06 a 28 de julho de 2018

Onde: Espaço Xisto, Barris, Centro

Quanto: 30 inteira/15 meia.

Reservas: Teatro Xisto, 71-3117-6155 e Priscila Marques, 71-9999-0949, os ingressos serão vendidos também no teatro.


Um novo conceito cultural: Festa Banzé


Performance da drag queen Vera Veremos na 2ª edição da festa. Foto divulgação Marcelo Costa

Vem aí a terceira edição da Banzé! Com um conceito diferenciado e inovador, a festa volta com o intuito de preencher um espaço na noite de Salvador incentivando o consumo de artistas importantes para a representatividade e diversidade. O evento será realizado no dia 2 de junho, a partir das 18h, na Casa Preta (Rua Areal de Cima, 40, Dois de Julho).

“Essa festa é para quem gosta de dançar, se divertir e curtir os principais artistas LGBTs e negros que estão repaginando a música brasileira, além de desfrutar de outras linguagens culturais”, explica o idealizador da Banzé, Filipe Moreira. “A palavra ‘banzé’ significa, entre outras coisas, clamor de vozes, algazarra, perturbar a ordem, e é exatamente o que estes artistas estão fazendo”, complementa.

Sobre a escolha do local para a realização do evento, a Casa Preta, Moreira explica que a Banzé não poderia ter outro endereço. “A Casa tem tudo a ver com o conceito da festa, fica no centro da cidade, é linda, arborizada, intimista, combina perfeitamente com a nossa proposta de promover diversão e interação”.

A produção contará com a discotecagem de Ícaro Ramos (Batuqueira), Ive Brito (Young Party e Crush) e Renato Cerqueira (Paredão da FACOM) e hits de artistas como Iza, Pabllo Vittar, Linn da Quebrada, Rincon Sapiência, Glória Groove e Larissa Luz farão parte da trilha sonora da festa que vem conquistando o público desde as duas primeiras edições, realizadas em agosto e setembro do ano passado.

Banzé

Data: 2 de junho

Horário: 18h

Local: Casa Preta (Rua Areal de Cima, 40, Dois de Julho)

Valor: R$ 10,00