O Corrupto está de volta no Teatro Módulo

  Disputadíssimo como marqueteiro em várias campanhas eleitorais pelo país, ele decidiu não se aliar a ninguém, mas deixar as possibilidades abertas para qualquer lado… …



Espetáculo infanto-juvenil O Mundo das Minhas Palavras estreia sábado


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O Núcleo Teatro Viável em temporada com o espetáculo O Mundo das Minhas Palavras até o dia 29 de julho, dentro do projeto de ocupação do Laboratório de Experimentação Estética do MAB, no Corredor da Vitória. O novo espetáculo, que fica em cartaz em curta temporada, aos sábados e domingos, com sessões às 11h e 16h, é direcionado ao público infanto-juvenil e tem como tema a construção do vocabulário e da linguagem das crianças.

Com texto de Wanderley Meira, que divide a direção com Guilherme Hunder, O Mundo das Minhas Palavras tem no elenco Augusto Nascimento e Fernanda Beltrão, integrantes do Núcleo, que se apresentam como atores adultos, estabelecem um bate-papo e, se alternam entre papéis de adultos, crianças, palavras e outros personagens do mundo infanto-juvenil, construindo a reflexão sobre o assunto.

De forma ágil, não linear e contemporânea, o espetáculo é uma conversa sobre como os adultos, a educação formal e a sociedade vão disponibilizando as palavras para a construção da linguagem das crianças, e a maneira como elas vão capturando e guardando essas palavras, ao mesmo tempo em que constroem sua personalidade e seu discurso pessoal, social e político.

“Certo dia li numa página de rede social que não tem como as crianças crescerem afastadas dos preconceitos. E isso é real, principalmente, por vivermos numa sociedade que muitas vezes dão sentidos às palavras que elas não têm. Nesse mundo machista e que segrega, as palavras ganham conotações sexuais e violentas, que vão influenciar diretamente na formação do vocabulário da criança e na forma como ela pode se comportar ao longo da vida. Trazemos esse debate de forma divertida”, realça Augusto Nascimento.

O espetáculo dialoga de maneira lúdica com as crianças sobre suas próprias experiências com a construção de significados, mas, ao mesmo tempo, é um alerta para a responsabilidade dos adultos sobre a entrega que se faz desses significados.

“O universo do espetáculo é o espaço da subjetividade das crianças: colorido, não linear, mas, ao mesmo tempo fluido, e em constante construção – essa é a máxima que norteia a construção da encenação, do cenário, do figurino, da iluminação e dos efeitos que ambientam a cena, associada ao pensamento de viabilidade de execução que norteia o pensamento do Núcleo”, diz Wanderley.

A ficha técnica, além dos membros do grupo, reúne Luciano Salvador Bahia, com os efeitos sonoros e os arranjos para canções de Wanderley Meira; Erick Saboya, criando o cenário; Allison de Sá, pensando a iluminação e construindo o projeto elétrico. Seguindo uma política de sustentabilidade e baixo-custo, Erick Saboya e Alison de Sá aproveitam a estrutura da primeira produção do Núcleo, Ponto e Vírgula – pequena pausa antes do fim.

O movimento dos atores em cena está sob a direção de Mônica Nascimento. Para criar o mundo das palavras, o mágico e ator Fernando Lopes criou e construiu os efeitos especiais do espetáculo; André Luís Silva, traduzindo as ideias na programação visual; Rafael Pimentel Brito, fazendo assessoria de imprensa; e Diney Araújo, capturando as imagens para as fotografias.

O Núcleo Teatro Viável é formado por Augusto Nascimento, Fernanda Beltrão, Guilherme Hunder e Wanderley Meira, que se revezam nas diversas funções técnicas e artísticas. O grupo tem como foco de pesquisa e realização a produção de espetáculos autossustentáveis, cujas apresentações não dependam de estruturas de casas de espetáculo, de forma que se possam realizar em espaços alternativos, com alta economia de energia elétrica.

O quê: espetáculo infanto-juvenil O Mundo das Minhas Palavras
Quando: até 29 de julho – sessões às 11h e 16h
Onde: Laboratório de Experimentação Estética, Museu de Arte da Bahia – Avenida Sete de Setembro, 2340, Corredor da Vitória.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) – venda pelo site www.sympla.com.br

FICHA TÉCNICA
Texto: Wanderley Meira
Direção: Guilherme Hunder e Wanderley Meira
Elenco: Augusto Nascimento e Fernanda Beltrão
Composições Musicais: Wanderley Meira
Arranjos Musicais e Efeitos Sonoros: Luciano Salvador Bahia
Direção de Movimento: Mônica Nascimento
Iluminação e projeto elétrico: Allison de Sá
Efeitos Especiais: Fernando Lopes
Figurino: Guilherme Hunder
Maquiagem: Fernanda Beltrão
Cenário: Erick Saboya
Programação Visual: André Luís Silva
Assessoria de Imprensa: Théâtre Comunica – Rafael Brito Pimentel


Temporada de Nú Buzú com Tania Toko


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A peça Nú Buzú, com direção e atuação em cena da consagrada atriz Tania Toko, faz temporada de 6 a 28 de julho, às sextas e sábados, sempre às 20h, no Espaço Xisto Bahia, nos Barris com ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). A peça retrata, com muita irreverência, o cotidiano do baiano que utiliza o ônibus como meio de transporte em Salvador. Nele, três personagens travam diálogos e vivem situações engraçadas e dramáticas bem próximas da realidade de quem utiliza o “coletivo” no seu dia-a-dia na capital.

Assim, uma aposentada (Tânia Toko), uma evangélica (Meire Margarete) e um gay (Naldo Brito) interagem, reagem e driblam com muita arte as dificuldades da vida contemporânea numa cidade desordenada, difícil, mas cheia de vida. O texto, também assinado por Tania Toko, transita pelas questões sociais e econômicas da nossa terra e tem todo o tempero da nossa cultura, revelando as estórias e histórias que acontecem nesse universo, de parada em parada, até o destino final dos personagens.Tania Toko se consagrou nacionalmente com a personagem Neuzão da série global e do filme Ó PAÍ Ó, que terá nova filmagem ainda este ano.

Nú Buzú

Texto e direção: Tânia Toko

Com: Tânia Toko, Meire Margarete e Naldo Brito

Quando: sextas e sábados, 20h. De 06 a 28 de julho de 2018

Onde: Espaço Xisto, Barris, Centro

Quanto: 30 inteira/15 meia.

Reservas: Teatro Xisto, 71-3117-6155 e Priscila Marques, 71-9999-0949, os ingressos serão vendidos também no teatro.


Um novo conceito cultural: Festa Banzé


Performance da drag queen Vera Veremos na 2ª edição da festa. Foto divulgação Marcelo Costa

Vem aí a terceira edição da Banzé! Com um conceito diferenciado e inovador, a festa volta com o intuito de preencher um espaço na noite de Salvador incentivando o consumo de artistas importantes para a representatividade e diversidade. O evento será realizado no dia 2 de junho, a partir das 18h, na Casa Preta (Rua Areal de Cima, 40, Dois de Julho).

“Essa festa é para quem gosta de dançar, se divertir e curtir os principais artistas LGBTs e negros que estão repaginando a música brasileira, além de desfrutar de outras linguagens culturais”, explica o idealizador da Banzé, Filipe Moreira. “A palavra ‘banzé’ significa, entre outras coisas, clamor de vozes, algazarra, perturbar a ordem, e é exatamente o que estes artistas estão fazendo”, complementa.

Sobre a escolha do local para a realização do evento, a Casa Preta, Moreira explica que a Banzé não poderia ter outro endereço. “A Casa tem tudo a ver com o conceito da festa, fica no centro da cidade, é linda, arborizada, intimista, combina perfeitamente com a nossa proposta de promover diversão e interação”.

A produção contará com a discotecagem de Ícaro Ramos (Batuqueira), Ive Brito (Young Party e Crush) e Renato Cerqueira (Paredão da FACOM) e hits de artistas como Iza, Pabllo Vittar, Linn da Quebrada, Rincon Sapiência, Glória Groove e Larissa Luz farão parte da trilha sonora da festa que vem conquistando o público desde as duas primeiras edições, realizadas em agosto e setembro do ano passado.

Banzé

Data: 2 de junho

Horário: 18h

Local: Casa Preta (Rua Areal de Cima, 40, Dois de Julho)

Valor: R$ 10,00


3ª temporada de “Apaixonados” no Teatro da Cidade


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O espetáculo “Apaixonados” em sua terceira temporada de sucesso nos dias 19 e 20, 26 e 27 de maio, 2 e 3 de junho, no Teatro da Cidade (Villa Campus de Educação), localizado na Avenida Paralela. No ritmo do humor, da autenticidade e da irreverencia, “Apaixonados” é uma comédia de tirar o fôlego, trazendo ao palco um panorama da paixão e seus efeitos psicossomáticos nos indivíduos e suas relações.

Em cena os espectadores vão conferir uma combinação de crônicas de Luís Fernando Veríssimo com textos de internautas que expõem os encontros e desencontros amorosos, passando pelos desafios da vida conjugal até a busca pelo desejo nos casais que envelhecem juntos.

Dirigido pela atriz e gestora cultural Andréa Elia, também diretora do Teatro da Cidade, o espetáculo é uma produção da ATO Realizações, do Curso ATO de Teatro, que desenvolve atividades de formação cultural na ACBEU (Corredor da Vitória e Magalhães Neto) e Villa Campus de Educação (Avenida Paralela), há 16 anos, tendo contribuído para a profissionalização de uma geração de atores.

Espetáculo: “Apaixonados” – Uma Comédia De Tirar O Fôlego

Local: Teatro da Cidade (Villa Campus de Educação)

Datas: 19 e 20 de maio, 26 e 27 de maio, 2 e 3 de junho

Horário: sábado às 20h / domingo Às 19 H

Ingresso: R$ 60,00 (Inteira) / R$ 30,00 (Meia)

Ficha Técnica

Direção: Andréa Elia

Diretor Assistente: Guilherme Stadtler

Coreografias: Allexandre Coutto

Dramaturgia: Andréa Elia

Obras Adaptadas: Crônicas De Luís Fernando Veríssimo

Blog Alexandrinas

Monólogos Vídeo Book

Elenco:  Ana Luiza Góis

Bruno Dantas

Catarina Brandão

Clara Brites

Daniela Onnis

Felipe Kraychete

Georginéia Resende

Giovanna Pinho

Goretti Gomes

Jaime Cunha

José Firmo

Patrícia Braga

Iluminação: Nathanael Lemos

Cenário: Gei Correa

Figurino: Andrea Elia E Elenco

Cenotécnicos: Cleiton Oliveira E Chico

Assistência Produção: Carolina Queiroz

Programação Visual: Renata Berenstein

Fotos: Fábio Bouzas, Abc

Realização:  Ato Produções


A Bofetada em cartaz no Teatro ISBA


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A Bofetada, espetáculo da Cia Baiana de Patifaria, volta a cartaz no palco do Teatro ISBA, para temporada aos sábados e domingos, sempre às 20 horas, até 27 de maio.O público, que até então não tinha entrado na história, vira personagem e ri das piadas dos “patifes”, que adaptam e atualizam os textos e ‘cacos’ dos 11 personagens.

Os patifes Mário Bezerra, Marcos Barretto, Rodrigo Villa e Lelo Filho já estão em sala de ensaio para atualizarem os textos do espetáculo. Como é de costume, as novas manchetes do noticiário político-social-econômico brasileiro irão se misturar aos bordões e cenas musicais que levam o público às gargalhadas: ‘é a minha cara’, ‘oxente’, ‘momento lindo, maravilhoso’, ‘adoro, chega choro’.

Eleonora que finge amar Vânia Leão, que ama Dirce Mendonça, que ama Anitta, que não ama ninguém porque é uma raposa. A atriz que não apresenta o espetáculo, pois a situação política brasileira está um sufoco. Pandora que ficou para titia e dá aula de dialeto javanês. Fanta Maria que, pra não enlouquecer de vez, vive “rebobinando” e adora tomar choque na escada rolante da Politécnica.

A Bofetada – completa 30 anos de encenação nos palcos soteropolitanos desde que estreou na pequena Sala do Coro do TCA, em 1988, tendo sido assistida por mais de 2 milhões de espectadores até hoje. A concepção original é de Fernando Guerreiro. Os três esquetes que compõem o espetáculo são de Mauro Rasi, Miguel Magno e Ricardo de Almeida. Lelo Filho assina a direção, com o diretor assistente Odilon Henriques.

A montagem reúne três esquetes. A primeira esquete, “O Calcanhar de Aquiles” – extraído de Pedra, a tragédia – de Mauro Rasi traz a atriz decadente Eleonora (interpretada pelo ator Mário Bezerra) que obriga a crítica de teatro Vânia Leão (Marcos Barretto) e a namorada Dirce (Rodrigo Villa) a assistirem sua montagem apoteótica na qual interpretará sozinha 60 personagens de uma tragédia grega.

As duas esquetes seguintes (extraídos de “Quem tem medo de Itália Fausta”), são assinados por Miguel Magno e Ricardo de Almeida. Em “O Ponto e a Atriz”, vários gêneros teatrais são ironizados ao resgatar a função do Ponto, figura que lembrava o texto para as divas das grandes companhias de teatro.

A última esquete, “Fanta e Pandora”, o ensino do teatro é o foco central e o público é transformado em personagem com quem as duas professoras universitárias, Fanta Maria (interpretada por Lelo Filho desde 1988) e Pandora Luzia (Rodrigo Villa) interagem numa improvável aula sobre a influência de dois fonemas no teatro javanês, durante os últimos 15 do século XII a.C..

A Bofetada
Quando: De 14 de abril a 27 de maio, às 20h.
Onde: Teatro ISBA – (Av. Oceânica, 2717 – Ondina – 71 4009-3622)
Ingressos: inteira R$ 60,00/ meia R$ 30,00 – a bilheteria funciona de terça a quinta, das 14h às 19h, e de sexta a domingo, de 15h às 20h.
Recomendação etária: 14 anos