Viaje pela Baía de Todos-os-Santos ao som de bossa-nova


Já está tudo pronto. O repertório da bossa-nova na ponta da língua e nas cordas do violão. Dia 24.11, sexta-feira, volta ao mar o Barco da Bossa, com Ana Mota cantando as mais belas bossas acompanhada do violão virtuose de Roberto Sousa.

O Barco da Bossa, um projeto da ONG Anjos do Mar, sai às 20h30 do Terminal Marítimo de Salvador (Comércio). O trajeto é : Forte São Marcelo, Museu de Arte Moderna da Bahia, na Gamboa de Baixo, Iate Clube e Porto da Barra, onde o barco para e depois retorna ao Terminal Marítimo.

A viagem dura cerca de três horas. Os ingressos custam R$ 120,00 por pessoa, com comida e bebida incluídos – refrigerante, cerveja, água, salgados, doces e caldos. Para reservar basta ligar para 99170-4041 / 99994-6956 (whatsApp) ou entrar em contato pelo e-mail [email protected]

Barco da Bossa
Quando : 24.11, às 20h30
Onde : Saída do Terminal Marítimo de Salvador (Comércio)


Chega a Salvador uma das experiências gastronômicas mais esperadas


Em sua forma mais simples e primitiva, o “Fogo” ganhará o centro das atenções de uma das experiências gastronômicas mais esperadas de Salvador. O “Fogo BBQ Premium”, acontece no sábado, dia 11 de novembro, a partir das 13h, no Trapiche Barnabé.

“Fogo” é uma realização do empresário e agitador cultural Bruno Boscolo, produtor e idealizador do Biergarten Salvador e Flow Festival, e do chef Caco Marinho, do Restaurante DOC – Casual Dinning.

A inspiração vem do assador argentino Francis Mallmann, autor do livro ‘Siete fuegos’, um dos protagonistas da série ‘Chef’s Table’, da Netflix. Natural da Patagônia, onde vive, Francis Mallmann defende o conceito de cozinha rudimentar, à base de alimentos assados diretamente no carvão, ou fogo produzido em lenha.

“A relação com o fogo, que leva o nome do evento, é bem mais do que a essência do preparo do alimento, é uma relação de integração com a natureza”, explica Caco Marinho, um dos idealizadores de “Fogo”. “O evento mescla rusticidade, com elegância, dentro do conceito de comfort food, que desperta emoções através do paladar. Um retorno para uma comida mais simples, de verdade, mais afetiva”, completa.

Bruno Boscolo aposta no sucesso que esse tipo de evento alcançou em outras cidades do país e do mundo. “Diferente do que vem acontecendo em outros eventos, Fogo é muito mais do que um simples “churrasco”, será uma experiência singular, única. Transportará o público a uma outra atmosfera e utilizará produtos premium que vão além da carne, com identidade da Bahia”, destaca Boscolo.

O fogo – o quarto elemento da natureza, vai unir 15 chefs no preparo dos alimentos. Entre os confirmados estão: Fabricio Lemos (Origem), Eduardo Prado (Lafayette), Ricardo Brito (Al Mare), Caco Marinho (DOC), José Morchon (La Tapearia), Ricardo Silva (Carvão), Bruna Moreira (Assador), Sandro Borges (Varanda), Jorge Mendes (The Beef) e Edd Campos – BBQ Club (Espírito Santo), entre outros.

Fogo BBQ Premium

Quando: 11 de novembro, das 13h às 21h
Onde: Trapiche Barnabé (Comércio)

 


Bloco carnavalesco novo da San Sebastian terá Alinne Rosa no comando


Alinne Rosa vai comandar bloco novo O Vale que promete ser um dos destaques do Carnaval 2018. É isto mesmo, a San Sebastian preparou mais uma surpresa, lançando o seu segundo bloco na festa momesca.

Os empresários André Gagliano e José Augusto Vasconcelos, sócios do bloco Blow Out, que teve abadás esgotados esse ano, puxado por Claudia Leitte, na sexta, apresentam, ao lado da Rosa Produções, O Vale. O novo bloco, que sairá às 17h do sábado.

“Estamos bem animados com mais uma novidade pro Carnaval e confiantes no sucesso de mais um produto com assinatura San Sebastian. A relação com Alinne Rosa, dentro e fora de Salvador, tem sido muito especial e, sem dúvida, será de muito sucesso em 2018”, adianta André Gagliano.

O bloco será lançado às 12h desta quarta-feira (27) e será vendido no San Folia, plataforma de vendas do Grupo San Sebastian, para todo o Brasil: www.sanfolia.com.


Crianças: embora no parque ver a natureza e brincar?


Foto de Antonio Saturnino

Na semana e no Dia da Criança, 12 de outubro (quinta-feira), dá muito bem para se programar passeios maravilhosos nesta cidade de Salvador que possui uma imensa área verde de parques, jardins, lagoas e um zoobotânico, em que se pode apreciar, participar e aprender muita coisa sobre a natureza! (Noemi Flores)

E o melhor de tudo, gratuitamente (o que é bom para o bolso dos papais e vovôs). Nestes espaços citados, há lugares para piqueniques, ou seja ocasião ótima para levar o lanche preferido de casa, lembrando sempre que há lixeiras apropriadas para se colocar o que não se quer mais consumir.

É um passeio agradável para toda a família e para as crianças, melhor ainda! Por exemplo, a ida no Dique do Tororó, localizado no Centro, próximo à Estação da Lapa e Arena Fonte Nova. Lá, além do contato com a natureza, passeio de pedalinhos  e pequenos barcos,  também se aproveita para a pescaria, inclusive tem quem alugue baratinho os equipamentos para os marinheiros de primeira viagem. Este parque não fecha, mas é aconselhável a visita diurna.

Outro local propício para todo o tipo de brincadeira é o Parque da Cidade, localizado no Itaigara, onde crianças e adolescentes podem se extravasar em jogos, brincadeiras, capoeira, skate, ciclismo e leitura. É isto mesmo, tem livros de graça no Cantinho da Leitura, do Projeto Livre Livros, onde dá para pegar emprestado um livro nas casinhas existentes e sentar embaixo de uma árvore para se deliciar na leitura (existe coisa melhor?). Parque da Cidade Joventino Silva funciona de segunda a domingo das 8h às 19h30.

O contato com a fauna existente e a flora diversificada no Parque de Pituaçu, localizado no bairro de Pituaçu,  é inesquecível. Neste parque, todos poderão aproveitar das quadras poliesportivas, da ciclovia, da pista de patinação e de skate, além de um parquinho infantil e um píer para pedalinhos.

Ver, aprender e respeitar

As crianças devem ter este contato com a natureza e aprender tudo sobre as plantas e os animais, uma forma de compreender a existência deles no universo e a função deles para o meio ambiente. É só desta forma que começam a respeitar as plantas e os animais. Enfim a natureza!

E não há um programa melhor do que a visita ao Zoobotânico, localizado em Ondina. Não serão só os animais que a criançada vai ver, mas plantas da Mata Atlântica e até mesmo pequena mostra do solo existente na nossa região: a caatinga.

Esta visita nenhum pai ou mãe deve deixar de realizar com seu(s) filho(s) porque é importante tanto para adultos como crianças verificar que devemos cada vez mais preservar a nossa fauna e flora.  Inclusive há  um programa de atividade chamado “Zoo em Família” que pode ser agendado pelo endereço: http://www.zoo.ba.gov.br/atividades/zoo-em-familia/

De acordo com os organizadores: O objetivo desta atividade é atingir o público dos finais de semana, assim, sensibilizando as famílias para as questões ambientais. Dinâmicas voltadas ao público infantil, com atividades lúdicas que envolvem artes, brincadeiras e historinhas e mini palestras para o público adulto são disponibilizadas para o melhor conhecimento sustentável.

Nessas atividades são abordados temas como: tráficos de animais, maus-tratos, animais em extinção e condutas no Zoo e demais temas voltados à educação ambiental. O Zoobotânico funciona de terça a domingo e feriados, das 8h30 às 17h

 

 

 


Muzenza convida Saulo e Chico César para o Concha Negra


Foto divulgação Erivan Morais

A segunda edição do Concha Negra será comandada pelo bloco afro Muzenza, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), no dia 8 de outubro (domingo),às 18h. O espetáculo terá como convidados especiais os cantores Chico César e Saulo, além de abertura com desfile de moda de N Black e AfroBapho.

Iniciativa do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através do próprio TCA e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), e em alinhamento com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), o projeto garante o lugar da música afro-baiana na programação mensal deste que é o maior complexo cultural da Bahia. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) e podem ser adquiridos no site www.ingressorapido.com.br, na bilheteria do Teatro Castro Alves ou nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista.

O Muzenza Grêmio Recreativo e Cultural surgiu no bairro da Liberdade, em 5 de maio de 1981, como um tributo a Bob Marley. A inspiração vem deste legado cultural afro-jamaicano e suas mensagens libertárias que invadiram o Brasil nos anos 1980, aproximando os afro-baianos desta realidade similar.

Muzenza é um termo de origem bantu-kikongo, significa Yaô do Nagôs, nome dado aos iniciados no candomblé de linha de Angola. Os primeiros momentos do bloco revelaram um afro cantado, que busca emergir um mundo acessível e visível às comunidades carentes de Salvador e em defesa do povo negro.

Traz uma mensagem libertária que, no carnaval, explode o reggae nas ruas com sua banda percussiva que varia em ritmos que fundem elementos do suingue afro-baiano ao reggae jamaicano, criando o samba-reggae. Na categoria de bloco afro, demonstra sua força enquanto entidade que preserva sua origem.

Conhecido nacional e internacionalmente pela sua arte, também teve algumas de suas músicas gravadas por renomados artistas como Daniela Mercury (“Swing da cor”), Margareth Menezes (“Povo vem ver”), Carlinhos Brown (“Rumpillé”), Gilberto Gil e Gal Costa (“Brilho e Beleza”). Ultrapassando as fronteiras do carnaval e de movimentações folclóricas, o Muzenza desenvolve um trabalho socioeducativo em parceria com o Projeto Axé, a Fundação da Criança e do Adolescente da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (FUNDAC/SETRE) e a Universidade do Estado da Bahia (UNEB), oferecendo oficinas de formação e profissionalização para jovens.

CONVIDADOS – O paraibano Chico César é considerado um dos mais importante poetas, compositores e músicos da cultura genuinamente brasileira, misturando a riqueza dos ritmos do Nordeste a sonoridades universais. Suas músicas foram gravadas por artistas como Elba Ramalho, Daniela Mercury, Zizi Possi, Rita Ribeiro, Emílio Santiago, Ivan Lins, Sting, Maria Bethânia e Gal Costa. Seu nono CD e terceiro DVD, “Estado De Poesia Ao Vivo”, foi lançado neste ano de 2017.

Tornou-se nacional e internacionalmente conhecido em 1996 pela canção “Mama África”. Em 2001, criou o Instituto Cultural Casa do Béradêro, uma associação sem fins lucrativos, localizada em Catolé do Rocha, sertão da Paraíba, que busca democratizar o acesso à cultura e desenvolver a cidadania de crianças, adolescentes e jovens. Além da carreira artística, Chico César foi presidente da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) e secretário de Cultura do Estado da Paraíba.

O baiano Saulo, reconhecido pelo seu trabalho vinculado às raízes, riquezas e ritmos musicais da Bahia, lançou, neste ano, seu terceiro trabalho solo, “O Azul e o Sol”. Envolvido com a música desde a infância, criou a Banda Chica Fé no início dos anos 2000 e, em 2002, assumiu o comando da Banda Eva, onde permaneceu por 11 anos, tendo gravado seis CDs e três DVDs, além de ganhado prêmios de reconhecimento nacional. Em carreira solo desde 2013, tem uma trajetória consolidada em todo o país, exaltando a baianidade com forte influência da música africana.

Já na Janela Baiana, na abertura do evento, N Black e AfroBapho se unem num desfile de moda. A N Black, marca de roupas e acessórios afro e unissex, foi idealizada e criada por Najara Black, em 2005. Faz moda para todos que se identificam como e com negros e afrodescendentes, elevando a autoestima, empoderando e dando sentido de pertencimento a essas pessoas.

Numa linha contemporânea, despojada, ousada, estilosa e com bastante atitude, N Black já assinou figurino para bandas e artistas de Salvador, como Márcio Victor (Psirico), Falcão da banda Guig Ghetto, Peu Meurray, Magary Lord, entre outros. O AfroBapho foi criado em 2015, com o objetivo de transmitir mensagens e informações de pautas na intersecção entre raça, gênero e sexualidade, a partir das artes integradas. Formado por jovens negros LGBT, o coletivo se tornou um grande destaque de ARTvismo.

Aborda, numa perspectiva antirracista, questões de estética, dissidências de sexualidade e gênero. Em 2016, firmou uma parceria com a Anistia Internacional Brasil, a fim de ajudar no desenvolvimento da campanha “Jovem Negro Vivo”, discutindo racismo institucional, violência policial e formas de empoderamento.

CONCHA NEGRA – O projeto Concha Negra se compromete a fomentar a diversidade cultural da Bahia, suas tradições e patrimônios. O incentivo a mais um canal de visibilidade e acesso à música afro-baiana se alinha a políticas que reconhecem a cidadania cultural e a afirmação de identidades, combatendo preconceitos e valorizando a expressão das variadas manifestações humanas. A primeira etapa do projeto foi iniciada em 17 de setembro, com show dos Filhos de Gandhy, e segue por um semestre até o mês de fevereiro. Depois de Muzenza, completam a lista: Ilê Aiyê (19 de novembro), Cortejo Afro (17 de dezembro), Olodum (7 de janeiro) e Malê Debalê (4 de fevereiro). Além das apresentações principais, cada espetáculo terá a participação de pelo menos um convidado especial e também uma abertura com o Janela Baiana, ação continuada da SecultBA que abre espaço para artistas ou grupos emergentes da Bahia nos eventos da Concha.

Concha Negra – Muzenza com participação especial de Chico César e Saulo
Quando: 8 de outubro (domingo), 18h
Onde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

VENDAS
Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Castro Alves, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou pelo site www.ingressorapido.com.br.

MEIA ENTRADA
A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para o evento. Estejam atentos! O Teatro Castro Alves cumpre a Lei Federal 12.933 de 29/12/2013, que determina que a comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória para aqueles que gozam deste direito. Estudantes devem apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE), não sendo aceitos outros documentos.