Salem estreia espetáculo #onovobaiano

O ator carioca Luiz Salem fez as malas, escolheu Salvador para morar e estrear seu mais novo espetáculo #onovobaiano, uma bem humorada resenha das venturas …





Chico Buarque traz “Caravanas” para Salvador


Foto divulgação de Robert Schwenck

Chico Buarque se apresenta em Salvador com a turnê “Caravanas”, de 17 a 20 de maio, no Teatro Castro Alves. O show já foi visto por 50 mil pessoas em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro e vai a São Paulo para temporada entre março e abril. Depois, parte para Recife, no início de maio, até chegar à capital baiana. As vendas começam no dia 23 de fevereiro.

A turnê é inspirada no álbum homônimo lançado pela Biscoito Fino. A Icatu Seguros, que já havia patrocinado o último espetáculo do artista, assina a apresentação nestas cinco primeiras cidades. Em Salvador, o show é uma realização da Multi Entretenimento.

Os elogios à estreia de “Caravanas” foram unânimes. A imprensa aclamou o espetáculo: “É uma resposta a todo estado de grita surda que configura o país e o mundo hoje (…) o compositor responde ao mundo torto reafirmando um mundo maior”. A sofisticada costura do roteiro também foi enaltecida pela crítica: “O script é meticulosamente arquitetado pelo autor, como se fossem capítulos de um romance. Por meio dos versos ou da sonoridade, tudo está conectado”, “tudo faz sentido no roteiro do show dentro da intenção de abrir alas para o povo e o artista do Brasil”.

O álbum “Caravanas” está presente na íntegra e não apenas inspira o show, mas dá o norte de todo o repertório. As demais canções escolhidas dialogam com as mais recentes, seja por afinidades musicais ou temáticas. Através delas, Chico revisita sua própria história e reafirma, mesmo que não intencionalmente, a atemporalidade de sua criação. O show traz ainda 19 canções de diferentes décadas, do início dos anos 1960 até hoje. A obra de Chico se confunde com a própria história do Brasil. Cronista apurado de seu tempo, ele traçou, em mais de 50 anos de carreira, um painel preciso do país, com seus contrastes, belezas e paixões inflamadas.

Foto divulgação de Renam Brandão

A abertura de “Caravanas” é com a única canção não autoral do roteiro, “Minha embaixada chegou”, de Assis Valente. Os versos “minha embaixada chegou, deixa meu povo passar, meu povo pede licença, pra na batucada desacatar” desembocam no clássico buarquiano “Mambembe”, uma ode aos artistas, malandros, moleques, mendigos, a essa gente cigana que segue cantando. É a caravana de Chico pedindo passagem!

Com duração de aproximadamente 1h30, o roteiro inclui duas parcerias de Chico com Tom Jobim, “Retrato em branco e preto” e “Sabiá”, que nunca estiveram presentes em seus espetáculos oficiais. O repertório traz ainda clássicos que há muito não eram apresentadas ao vivo, como “Gota d’água”, “Partido alto”, “Estação derradeira” e “Iolanda”.

O eu lírico feminino está presente em “Palavra de mulher”, “A história de Lily Braun”, que se irmanam com canções da lavra mais romântica de Chico, como “Todo sentimento”, “As vitrines” e “Futuros amantes”. O show resgata também lados B da lavra do poeta, como “Outros sonhos”, “Injuriado” e “A bela e a fera”, que ressurgem com novos sentidos.

O célebre malandro cantado por Chico volta à cena mais atual do que nunca, como atestam os versos de “Homenagem ao malandro”: “agora já não é normal, o que dá de malandro regular, profissional, malandro com aparato de malandro oficial, malandro candidato a malandro federal, malandro com retrato na coluna social, malandro com contrato, com gravata e capital, que nunca se dá mal”.

O espetáculo é dedicado a Wilson das Neves, que faleceu no ano passado. Para relembrar uma canção composta com o parceiro e tradicional baterista de várias turnês, Chico interpreta “Grande Hotel”. Os músicos que acompanham o cantor são seus fiéis companheiros de palco: o maestro, arranjador e violonista Luiz Claudio Ramos, João Rebouças (piano), Bia Paes Leme (teclados e vocais), Chico Batera (percussão), Jorge Helder (contrabaixo), Marcelo Bernardes (flauta e sopros) e Jurim Moreira (bateria), substituindo Wilson das Neves.

A equipe que atua nos bastidores é composta por Vinícius França (produção geral), Maneco Quinderé (iluminação), Marcelo Pies (figurinos) e Ricardo Tenente Clementino (direção técnica). A cenografia leva novamente a assinatura de Helio Eichbauer, que esteve nas duas últimas turnês e para a atual concebeu uma escultura suspensa, descrita por ele como “uma esfera armilar que flutua no espaço azul como algum sistema planetário”.

Além disso, oito cordas coloridas desenham no horizonte sequências e ondas marítimas e sonoras, alternando as linhas sinuosas de cristas e vales. “O cenário de Eichbauer e a luz de Maneco Quinderé são fundamentais na construção da embaixada de Chico”, saudou a crítica.

Chico Buarque – Caravanas

Quando:

17 de maio, 21h

18 de maio, 21h

19 de maio, 21h

20 de maio, 20h

Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves

Quanto: 

R$ 490 (inteira) e R$ 245 (meia), das filas A a P

R$ 380 (inteira) e R$ 190 (meia), das filas Q a Z

R$ 320 (inteira) e R$ 160 (meia), das filas Z1 a Z11

Os ingressos poderão ser parcelados em duas vezes no cartão

Classificação: Livre


1º Festival da Caipirinha da Bahia vai até Domingo de Páscoa


Com a cachaça brasileira é feito o coquetel mais famoso do mundo, a caipirinha e no centenário desta bebida está sendo realizado o 1º Festival da Caipirinha da Bahia, de 15 de março a 1º de abril (Domingo de Páscoa), em diversos bares e restaurantes de Salvador e região que vão apresentar suas versões da bebida famosa que existe só no Brasil. Em outros países, as bebidas semelhantes à cachaça, devido ao teor alcoólico, são: vodka, na Rússia; tequila no México; saquê no Japão e gim na Inglaterra.

Com a proposta de divulgar a Cachaça baiana, a Caipirinha e a gastronomia regional, o festival será uma oportunidade de conhecer um pouco mais. “A caipirinha é um conceito que já extrapolou o limão. Desculpem os mais ortodoxos, mas a proposta do festival é que cada estabelecimento reveja os conceitos da caipirinha com limão e açúcar e crie novas sensações e novas experiências a seus clientes, usando exclusivamente a cachaça em sua produção”, informa o realizador do festival, Raimundo Freire.

O projeto é uma realização da Kikaxassa em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-Ba). Os drinques terão um preço fixo de R$ 10,00 e o evento pretende aumentar o fluxo de clientes nos estabelecimentos e contribuir para a divulgação de produtos e serviços que oferecem. A venda é proibida para menores de 18 anos.

Caipirinha – Parece simples fazer uma caipirinha. É só cortar o limão, uma boa cachaça, açúcar e misturar ao gelo. Porém, com o passar dos anos, a caipirinha ganhou diversas variações nas mãos de conceituados bartenders. “Há quem defenda ferrenhamente a receita tradicional, mas num país com tanta riqueza de frutas e cachaças de variados aromas, é desperdício ficar só na básica”, diz Freire.

História – Bebida típica do Brasil, ela foi criada por volta de 1918 no interior de São Paulo, e hoje é conhecida no mundo todo. Pesquisadores indicam que a caipirinha, como é conhecida, teria sido criada a partir de uma receita popular feita com limão, alho e mel e seria indicada para os doentes da gripe espanhola. A cachaça foi colocada porque na época era comum um pouquinho de álcool em todo remédio caseiro, a fim de acelerar o efeito terapêutico.

Com o tempo foi retirado o alho e o mel e acrescentado umas colheres de açúcar para adoçar a bebida. O gelo veio em seguida. Outros pesquisadores dizem que a bebida foi criada por fazendeiros para festas de alto padrão, sendo um reflexo da forte cultura canavieira na região.

Para proteger a autenticidade do drink nacional, considerado um patrimônio brasileiro, o decreto de lei número 4.851 foi assinado em 2003 pelo governo para garantir a propriedade intelectual sobre as marcas Caipirinha e Cachaça na legislação internacional.

A receita tradicional é diretamente preparada no copo, no qual o limão deve ser levemente macerado com o açúcar, posteriormente acrescentar o gelo e, na sequência, a dose de Cachaça. Deve-se mexer levemente para misturar os sabores. A cachaça oficial do festival é a premiadíssima Rio do Engenho, produzida na cidade de Ilhéus, localizada na região sul do estado.

Ingredientes como sorvete, abacaxi, manga, morango, jabuticaba, Bacupari, cupuaçu, hortelã, maracujá e anis estão em receitas de restaurantes participantes do festival como Origem, Boteco Di Janela, Rua 15, Pedra Puã Restaurante, La Pulperia, Bar Quintal Raso da Catarina, AR Casa de Chá, Gattai, Restaurante Yemanjá (Armação e Shopping Barra), Bottino, La Parrilla Porteña, Ki-Mukeka Armação e Espaço Cultural Casa da Mãe.

1º Festival das Caipirinhas da Bahia

Quando: A partir de 15 de marco a 1º de abril
Onde: Nos melhores estabelecimentos de Salvador
Bahia – Brasil
Valor: drinques preço fixo de R$ 10,00
Venda é proibida para menores de 18 anos


20 Anos do Grande Encontro com Alceu, Elba e Geraldo


Um dos espetáculos mais aclamados da música brasileira, o Grande Encontro está de volta a Salvador. Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença se reuniram novamente no dia 7 de abril de 2018 na Concha Acústica do TCA para o show do CD/DVD, gravado em 2016, comemorativo de 20 anos, que lhes rendeu mais um disco de Ouro e uma tourné por todo o Brasil.

O Grande Encontro apresenta novidades em sua atual edição. Se o show original possuía um formato acústico, com versões que recriavam a mística do cancioneiro com intimismo e delicadeza, o novo espetáculo incorpora uma sonoridade elétrica e percussiva. Esbanja energia sem perder a ternura.

Após animar o Réveillon da Praia de Copacabana em 2017, percorrer as principais capitais do país e realizar um show antológico no Rock in Rio 2017, agora é a vez de Salvador conhecer o novo formato.

No repertório, entre trios, duetos e momentos solos em cena, os clássicos que todo mundo quer ouvir: “Anunciação”, “Banho de Cheiro”, “Dia Branco”, “Tropicana”, “Moça Bonita”, “Caravana”, “Belle de Jour”, “Canção da Despedida”, “Coração Bobo”, “Táxi Lunar”, “Bicho de Sete Cabeças” e tantas mais.

Dentre as surpresas, duas joias vintage: “Papagaio do Futuro” (apresentada por Alceu, Geraldo e Jackson do Pandeiro no Festival Internacional da Canção de 72) e “Me Dá um Beijo”, parceria de Alceu e Geraldo, do primeiro disco da dupla, recriada com Elba nos vocais. Zé Ramalho marca presença autoral através de “Chão de Giz” e “Frevo Mulher”, na voz de seus companheiros.

ALCEU, ELBA E GERALDO cantam ao lado de Marcos Arcanjo, Paulo Rafael (violões e guitarras), Ney Conceição (baixo), Meninão (sanfona), César Michiles (flauta), Anjo Caldas (percussão) e Cássio Cunha (bateria), com direção de André Brasileiro.

Geraldo Azevedo celebra: – “Vinícius de Moraes dizia que ‘a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida’. Há sempre um grande amor entre nós quatro. Elba e eu temos um projeto lindo chamado, Um Encontro Inesquecível que se transformou agora neste novo Grande Encontro. Existe uma relação muito forte que sempre vai nos unir. Somos parceiros da vida toda”.

– “A grandeza estava na simplicidade e na força de cada um individualmente. Quando juntava, era explosão! Aprendemos uns com os outros e mostramos uma fatia poderosa da nossa cultura. O Nordeste é potência máxima em música e nós mostrávamos toda a sua diversidade” – recorda Elba Ramalho.

Alceu Valença garante: “Estar no palco com Elba e Geraldinho é como cantar em casa, numa sala de reboco ou de visitas. Geraldo é meu parceiro e compadre, um dos maiores incentivadores da minha música desde sempre. Elba é uma amiga querida, companheira de geração e de arte. Somos da mesma região, o agreste e o sertão de Pernambuco e da Paraíba, e juntos criamos uma identidade orgânica. Nossa força está na maneira fiel e absoluta com que vivenciamos esta identidade”.

Grande Encontro​ – Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença

Dia: 07 de abril de 2018, a partir das 20 horas

Local – Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Endereço: Praça Dois de Julho, s/n – Campo Grande

Arquibancada: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia)
Camarote: R$ 240 (inteira) e R$ 120 (meia)
Desconto: 20% sobre a inteira para assinantes do Clube Correio*
Classificação: 16 anos

 


“Vem Dançar” com Lazzo Matumbi no Rubi Cai na Folia


Foto divulgação de Djalma Santos

Com o objetivo de resgatar o glamour e a alegria dos bailes carnavalescos de salão, o Café-Teatro Rubi criou o projeto “O Rubi Cai na Folia”, que vem ocorrendo desde os finais de semana de janeiro e  no dia 3 de fevereiro será a vez do cantor e compositor Lazzo Matumbi animar a casa com o show Vem Dançar, que encerra o projeto.

Das 20h30 às 23h o salão abre sua pista de dança e convida o público a vestir a fantasia e se divertir ao som de músicas que marcaram época. A ideia é relembrar os saudosos bailes que aconteciam em períodos de ouro da festa momesca e que deixaram tanta saudade.

Vem Dançar – O artista considerado “a voz da Bahia” incrementa o groove e realiza o “Vem Dançar”, um baile de salão carnavalesco, no dia 03 de fevereiro, das 20h30 às 23h, no Café-Teatro Rubi, Wish Hotel da Bahia (ex-Sheraton).

“É um abre-alas para o Carnaval e a gente convida as pessoas a participarem fantasiadas como nas festas de outrora. Mas quem quiser ir à paisana pode se sentir à vontade porque nosso maior intuito é promover a farra e a brincadeira”, diz Lazzo, que preparou um roteiro musical bem animado para a ocasião.

Lazzo Matumbi é dono de uma rica musicalidade, que vai do samba ao jazz, perpassando outros ritmos, como o reggae e o soul. Tido como um dos maiores expoentes da música brasileira, ao longo dos seus 35 anos de carreira coleciona grandes sucessos, a exemplo de ‘Alegria da Cidade’, ‘Do Jeito que seu Nego Gosta’, ‘Me Abraça e me Beija’ e ‘Abolição’.

Em função da sua trajetória de luta em prol da comunidade negra brasileira, Lazzo recebeu (em novembro de 2016), a comenda Senador Abdias Nascimento, título entregue anualmente pelo Senado Federal Brasileiro a personalidades brasileiras que contribuem para a proteção e promoção da cultura afro do Brasil. Recentemente, o artista se dedica à gravação de um novo disco com o título provisório de ‘Minha Paz’.

O quê: Lazzo Matumbi / Vem Dançar
Quando: 03/02/18 (sábado)
Horário: das 20h30 às 23h
Onde: Café-Teatro Rubi
Quanto: Couvert artístico = R$ 80

Compra

Bilheteria: Café-Teatro Rubi
Tel: (71) 3013-1011
2ª a sábado, das 14h às 19h (em dias de apresentação, até às 20h30)
Site: cafeteatrorubi.com.br
Call Center: (71) 2626-0032


Ensaios de Carnaval nos Largos do Pelô


Gerônimo

Com o carnaval ainda mais próximo, as festas e ensaios nos Largos do Pelourinho ganham grandes atrações que garantem a animação do público. A programação do Pelô está repleta de ritmos variados, garantindo que cada folião encontre diferentes maneiras de se divertir. Entre os destaques da semana, estão o Cortejo Afro; Gerônimo;  Muzenza e Patrulha do Samba.

Na segunda-feira (29), terá mais um ensaio do Cortejo Afro com convidados especiais, no Largo Quincas Berro D’Água, às 20h. Os ingressos custam R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). Ainda no dia 29, também às 20h, acontece no Largo Tereza Batista, o evento ‘Axé Forever – Nossa História’, com participação de Ademar Furtacor, Robson Morais, Zé Paulo e Zé Honório. Ingressos a R$ 20 e R$ 10.

No dia 30 (terça-feira), no Largo Pedro Archanjo, às 20h, terá mais uma participação de Gerônimo com o projeto ‘ O Pagador de Promessa’. Os convidados desta semana serão Tuca Fernandes, a banda Afrodisíaco, Rafael Pondé e ainda terá um Pocket da peça ‘De um Tudo’. Ingressos R$ 40,00 e R$ 20,00. Com o tema ‘Deusas das Águas – Oceanos, Rios e Lagos’, acontece mais uma vez, a Terça do Olodum no Largo Tereza Batista, às 20h. Ingressos R$ 60,00 (preço único). No Largo Quincas Berro D’Água, às 20h, terá também participação da banda Tribal da Zorra, banda Miskuta, Jeito de Ser e Dandha da Hora no evento ‘Encontro Afro Samba Axé’. Os ingressos custam R$ 20,00 (preço único).

Na quarta-feira (31), o bloco afro Muzenza é atração do Largo Pedro Archanjo. O grupo mistura o balanço do reggae com a batida forte da percussão. O ensaio começa às 20h, com ingressos a R$ 20 e R$ 10. Ainda na quarta, às 20h, no Largo Tereza Batista, terá o projeto Barca da Folia que apresenta a proposta de fundir os vários elementos da música de matriz africana da Bahia, Jamaica, de Angola, Cuba e a música pop negra de vários locais do mundo. Já no Largo Quincas Berro d’Água, às 20h, o cantor Denny Denan realiza mais um ensaio de verão. Os ingressos estão no valor de R$ 50,00 (pista) e R$ 80,00 (camarote).

No dia 1º (quinta-feira), no Largo Quincas Berro d’Água, os ensaios de verão da Patrulha do Samba continuam recebendo convidados especiais, às 20h. Os Ingressos custam R$ 25.