Saulo no Parque da Cidade neste domingo

Saulo se apresenta domingo, 10/11, às 10 horas no Parque da Cidade, dentro da programação da Virada Sustentável, http://oquefazernabahia.com/2019/10/30/virada-sustentavel-com-programacao-gratuita/, que acontece neste final de semana na cidade. …



Os Sons que Vêm da Cozinha no Café Rubi

Espetáculo musical aborda importância de músicas consideradas ‘bregas’ que fizeram enorme sucesso nos anos 1960 e 70. Protagonizado pelos atores Kaika Alves, responsável também pelo roteiro …



Escritoras negras movimentam discussões em festival literário


Jarid Arraes. Divulgação

Mulheres que trafegam nas bordas da literatura tradicional, por escritas que acionam heroínas negras da história do Brasil, afetividades mono raciais e não-heterossexuais. Jarid Arraes (CE), Ryane Leão (MT), Lívia Natália (BA) e Amara Moira (SP) são algumas destas, que complexificam o debate contemporâneo sobre literatura, e estarão nas mesas do dia 14, no Festival Literário Nacional (Flin): Diversas Leituras & Novos Caminhos.

Pela manhã, na mesa “Intervenções femininas: o meu lugar nas periferias do mundo”, Jarid Arraes (CE) e Paloma Franca Amorim (PA) levam referências de escritoras jovens do Norte-Nordeste e dinâmicas do mercado editorial na integração de escritores dissidentes. À tarde, a mesa “Linhas de afeto na zona de batalha zeferina”; com as autoras Lívia Natália (BA) e Ryane Leão (MT), fala de poesia negra e afetividade.

A autora e professora, Lívia Natália, conta que o primeiro romance brasileiro foi escrito por uma mulher negra, a Maria Firmina, e que em toda tradição literária mulheres negras seguiram escrevendo. “Nós estamos na contemporaneidade seguindo a herança deixada para nós pelas mais velhas. Somos as vozes que ecoam as suas palavras, atualizando o que é ser mulher negra em um contexto político, social e cultural que não reconhece a nossa humanidade”.

Lívia Natália. Divulgação

À noite, a esfera da sexualidade aparece como impulso criativo e remodelador do que se tem por literatura erótica, com o tema “Fronteiras do corpo, reconfigurações da alma”, com Amara Moira (SP), transfeminista, doutora em Crítica Literária pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e autora do livro Se eu Fosse Puta, e Regina Navarro Lins (SP/BA), psicóloga, autora em sexualidade e colaboradora do programa Amor e Sexo, da Rede Globo. As escritoras falam do interesse geral do público quando o assunto é sexo e como ele pode ser mais diverso em termos de gênero e sexualidade.

O campo da literatura contemporânea, ainda que mais aberto e em expansão, coloca muitos desafios às mulheres. Na Academia Brasileira de Letras, por exemplo, dos 40 membros, apenas cinco são mulheres, nenhuma delas negra. A passos lentos, elas vêm conquistando espaços literários, menções e homenagens em festas literárias. No Flin, as mulheres são mais de 50% da programação.

Confira aqui a programação completa.

Flin é abreviação do Festival Nacional Literário (Flin): Diversas Leituras & Novos Caminhos – projeto realizado pelo Governo do Estado da Bahia e coordenado pela Secretaria de Cultura (SecultBA), através da Fundação Pedro Calmon (FPC/SecultBA). O Festival conta com a parceria das secretarias de Administração (SAEB), através da Superintendência de Atendimento ao Cidadão (SAC); de Comunicação (SECOM); de Educação (SEC); de Meio Ambiente (SEMA); de Saúde (SESAB), através da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado da Bahia (HEMOBA); de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE), através do Serviço de Intermediação para o Trabalho (SINEBAHIA) e da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (SUDESB); de Políticas para as Mulheres (SPM); de Promoção da Igualdade Social (SEPROMI); de Tecnologia e Ciência (SECTI); de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), através da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) e de Turismo (SETUR), através da Superintendência de Fomento ao Turismo do Estado da Bahia (Bahiatursa), além da Defensoria Pública do Estado da Bahia; da Empresa Gráfica da Bahia (EGBA); do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB).

MAIS INFORMAÇÕES:
www.flin.ba.gov.br
www.instagram.com/flinoficial

I Festival Literário Nacional – FLIN
Quando: 12 a 15 de novembro (terça-feira até sexta-feira)
Horário: a partir das 8h30min
Onde: Ginásio Poliesportivo de Cajazeira
Endereço: Estr. do Coqueiro Grande, 127 – Fazenda Grande 2, Salvador – BA, 
Aberto ao público

MESA 4:“INTERVENÇÕES FEMININAS: O MEU LUGAR NAS PERIFERIAS DO MUNDO”
Horário: 10:30
Autores: Jarid Arraes com Paloma Franca Amorim, e mediação Milena Britto
MESA 5: LINHAS DE AFETO NA ZONA DE BATALHA ZEFERINA
Horário: 15h
Autores: Mel Duarte, Lívia Natália e Ryane Leão. mediação Flávia Oliveira.
MESA 6: FRONTEIRAS DO CORPO, RECONFIGURAÇÕES DA ALMA
Horário: 19h
Autores: Regina Navarro Lins, Amara Moira mediação Bárbara Souza.
Onde: Ginásio Poliesportivo de Cajazeira
Quando: 14/11(quinta-feira)
Aberto ao Público


Cantor Vinnicius homenageia Elba Ramalho


Foto divulgação Edgar de Souza

Em celebração aos 40 anos de carreira da cantora paraibana Elba Ramalho, o show “Vinnicius canta Elba” promete emocionar o público baiano nos dias 5 e 6 de novembro, no palco do Teatro SESI Rio Vermelho. O show traz grandes sucessos gravados pela artista, como canções desde o primeiro álbum da cantora (Ave de Prata – 1979) até os dias atuais. O público vai poder conferir músicas como Banquete de Signos, De Volta Pro Aconchego, Chão de Giz, Banho de Cheiro, entre outras.

Apaixonado por MPB, em especial pelos ritmos nordestinos, a música sempre permeou a vida de Vinnicius desde os anos 90, quando iniciou a carreira cantando na noite de Salvador, até se mudar para o Rio de Janeiro. No último São João, Vinnicius retornou aos palcos com um show na programação oficial do Pelourinho, acentuando o desejo de homenagear a cantora paraibana, com quem já produziu o CD Iluminada da cantora Márcia Short.

“Celebrar a carreira de Elba é uma enorme felicidade. A dificuldade maior foi montar o repertório, diante de toda a versatilidade de ritmos e da importância da obra da artista. O prazer de fazer este trabalho é imenso, e digo isso não apenas como artista, mas como um grande fã de Elba”, destaca Vinnicius, que também assina o roteiro do show. A direção artística fica por conta de Dandara Ferreira, cineasta baiana que dirigiu a série O Nome dela é Gal, sobre a vida da cantora Gal Costa para o Canal HBO, trabalhou com Monique Gardenberb no show Vanessa da Mata canta Tom Jobim, além de dirigir clipes de Ricky Martin, Vanessa Da Mata e Fagner. A direção musical é do violonista José Falcão e Vinnicius será acompanhado também por Fernando Padre (baixo), Danilo Valque (bateria), Juninho San (percussão), Denny Bastos (acordeon), Alana Muinhos e Júnior Negrão (backing vocals). O show ainda conta com a consultoria de figurino de Sônia Mota.

O projeto tem patrocínio da Hita Comércio e Serviços e do Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

VINNICIUS CANTA ELBA
Local: Teatro Sesi Rio Vermelho
Endereço: R. Borges dos Reis, 9 – Rio Vermelho, Salvador – BA, 41950-600
Data e Hora: 05 de Novembro – 19:00 (terça-feira)
06 de Novembro – 20:00 (quarta-feira)
Valor: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)
Vendas: Bilheteria do Teatro
Classificação: 10 anos

 


Virada Sustentável com programação gratuita


Sorvete Intergalático. Foto divulgação Naty Pinheiro

Com o tema “O Centro Pulsa – a vida em movimentos”, a Virada Sustentável – o maior festival de cultura, mobilização e educação para a sustentabilidade da América Latina – será realizada dias 08, 09 e 10 de novembro, ocupando mais de 50 espaços de Salvador com mais 300 atividades, retomando o processo histórico, criativo e sociocultural de fundação da primeira capital do Brasil.O principal centro pulsante será o Centro Histórico, palco de shows musicais, no Largo do Pelô, sábado (09) e domingo (10), reunindo, entre outros nomes, Djonga, Ilê Ayê, Nara Couto, Orquestra Reggae de Cachoeira – com participações de Freelion, da cantora e trombonista argentina Pali, e da nigeriana Okwei Odili – Ministereo Público, Xarope MC e Festa Punanny (Miss Ivy e DJ Nai Kiese). Já as praças recebem shows de Novíssimo Edgar, Nova Era, Underismo, Di Cerqueira, Zuhri e Magenta, entre outros, uma mostra de Hip Hop, roda de samba de mulheres, além de oficina de percussão e de dança, intervenções artísticas nas ruas, com colagem e performances variadas, cortejo sustentável e ainda um Tour Capoeirístico, contando a história da capoeira ao longo dos séculos XIX e XXI, e passando por 23 pontos do Centro Antigo, incluindo o Mercado Modelo e a Igreja do Rosário dos Pretos, finalizando no Forte da Capoeira (Santo Antônio Além do Carmo).

Já a Praça da Cruz Caída serve de palco para o Sarau da Onça, com recital de poesia, enquanto o Terreiro de Jesus recebe uma ativação da Braskem com o projeto “Reciclar é Transformar”, que trabalha os conceitos de redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais a partir de atividades lúdicas e jogos interativos, formando um ciclo sustentável. Na Praça da Sé, espetáculo circense, atrações musicais e uma nova edição da Feira da Sé.

Arte Africana no Solar Ferrão. Foto divulgação Fernando Barbosa (Ipac)

Graças à parceria com a Diretoria de Museus do Estado – Dimus/Ipac, a Virada contará com a programação de exposições, palestras e oficinas do Centro Cultural Solar Ferrão, Museu Tempostal, Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e, saindo um pouco do Centro Histórico, também o Palacete das Artes e Museu de Arte da Bahia (MAB) – que irá receber exposição inédita de Jayme Figura, com sete máscaras de Exu feitas em placas de aço galvanizado, e fotos e vídeos de Marisa Vianna sobre todo processo criativo do artista plástico.

Parceria nas artes também com a Prefeitura Municipal, que agregou a Casa do Benin como parte da programação do Festival. Além do acervo próprio – composto por cerca de 200 peças originárias do Golfo do Benin, colecionadas pelo fotógrafo francês Pierre Verger ao longo de suas expedições realizadas à África -, o espaço projetado pela arquiteta ítalo-baiana Lina Bo Bardi receberá uma nova edição da Culinária Musical, com o afrochefe Jorge Washington, preparando receitas características da culinária afrobaiana, contando com apresentações musicais e performances artísticas. O espaço também sedia uma oficina prático-teórica e de vivência ancestral do pão, com Vanessa Almeida (AVA Fermentado Natural), trabalhando conceitos de estímulo sensorial, colheita ancestral, feitura e partilha do alimento enquanto símbolo da vida.

Conexões culturais

 

Banda Didá . Foto arquivo O Que Fazer na Bahia

Mais adiante, no Santo Antônio Além do Carmo, o La Frida Bike – vencedor do Prêmio Mobilidade 2017 e do Frida Fund como coletivo de maior impacto mundial – promove um festival de bike+arte, atentando para a conscientização do uso da bicicleta como meio de transporte orgânico diário, no sábado e domingo (09 e 10). A programação traz batalhas de manobras de bike ao som de DJ Belle, pedalada sonora com música e poesia, oficinas de restauração de bicicletas para mulheres, desfile de moda de bike e doação de bicicletas para crianças moradoras da comunidade Chácara Santo Antônio. Já o Oliveiras recebe show de Josyara e discotecagem com Pivoman, dia 08, às 19h.

A Virada pulsa também o Passeio Público, que irá receber uma programação variada durante os três dias Festival, com atividades infantis, Espaço Zen, Feira Vegana, apresentações musicais e performances artísticas. Já o Teatro Vila Velha recebe o “Diálogos Insubmissos de Mulheres Negras”, com rodas de conversa, oficinas, recital de poesia, lançamento coletivo de escritoras negras e show da Banda Didá. E o Vila também serve de palco para o dueto experimental de João Milet Meirelles (BaianaSystem e Infusão) e o nova-iorquino Thomas Simon Vortex, com show do álbum “Sonar Atmosfera”; e as peças de teatro “Medeia Negra” e “V de Viado”.

Entre os principais centros pulsantes, também está o Nordeste de Amaralina, onde acontece a primeira edição do MóViSu: um espetáculo de música e artes visuais, organizado pelo coletivo TrapFunk&Alivio, formado por DJs da comunidade. Misturando eletrônica com musicalidade africana diaspórica, funk, trap e bass culture, o TrapFunk&Alivio criou a cultura “Guetho Tech”: um retrato musical do cotidiano das comunidades de Salvador, com letras que tratam de racismo estrutural e genocídio da juventude negra, e um figurino marcado pelas cores neon.

A programação irá renuir os artistas Nikima, Mr.Armeng, Pivoman, Freelion, Betho Wilson, Guew Braga, Caiqevans, Nêssa e Yan Cloud, Vinni Playboy, Mc M, MvNiggv, Dusgroovx e Mateus Lima, e projeções de fotos do artista visual Max Fonseca – integrante da exposição coletiva e do Catálogo do Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger, com Menção Honrosa na categoria “Ancestralidade e Representação”, pela série fotográfica “A Sobrevivência dos Vagalumes”. Dia 09, das 17h30 às 00h30, no “Espetinho”, fim de linha do Nordeste de Amaralina.

Cultura e sustentabilidade

Espaço Zen. Foto divulgação Rafa Vilela

Descendo pra Cidade Baixa, a Feira de São Joaquim serve de inspiração e suprimentos para o Disco Xepa Day (Disco Soup Day): um evento mundial, visando a conscientização quanto ao desperdício de alimentos. Criado pela Rede Jovem do movimento Slow Food, o Disco Xepa irá recolher alimentos descartados pelos feirantes, mas em condições normais de consumo, e preparar 100 refeições que serão servidas aos moradores do Centro Antigo, dentro da Casa do Benin, no dia 08, às 12h.

A Cidade Baixa também serve de palco para uma nova edição do Bailão da CBX, reunindo diversas atrações musicais, dia 08, a partir das 17h, em Massaranduba. Na outra ponta de Salvador, em Itapuã, a Casa AmarEla promove a Feira na Horta, com samba de roda, capoeira e feira de produtos orgânicos, dia 09. Ali perto, em Patamares, será realizada uma trilha ecológica no Vale Encantando: uma área remanescente de Mata Atlântica com 100 hectares de floresta e mais de 150 espécies de aves, dias 09 e 10. Partindo para um outro extremo, na Cidade Nova, um coletivo de artistas locais organiza uma intervenção de fotos e lambes nas ruas do bairro. E, na Liberdade, a Virada promove oficinas de dança Afro, Contemporâneo e Circo, ministradas por profissionais da própria comunidade.

O Festival se estende também ao Rio Vermelho, ocupando o Lálá Casa de Arte, com oficinas de construção de máscaras de máscaras (Renan Soares) e figurino (Novíssmo Edgar e Renan) a partir da reutilização de materiais reciclados; e oficina de construção de cartazes e colagens com o artista visual Marcus Dutra. Já no Zungu Iyagbá, a programação reúne oficina com Mario Pam, mestre de percussão do Ilê Ayê e Tambores do Mundo, e oficina de adereços carnavalescos; roda de conversa “Rebuceteio” com produtoras culturais e artistas mulheres, propondo um movimento de fortalecimento da cena local feminina e a criação de uma rede de apoio profissional; Brechó da Liberta, capitaneado exclusivamente por mulheres e com coleta de roupas e livros para doação; apresentação do coletivo Transbatukada – formado exclusivamente por homens trans -, shows de Dedilundu (afropop) e Canja (surf music, arrocha e samba reggae), performance de Ana Dumas com seu carrinho multimídia e discotecagem com DJs mulheres da cena local.

Principal centro pulsante na edição 2018 da Virada Sustentável, o Parque da Cidade irá receber shows de Saulo e Vitor Kelsh, e uma edição especial da Feira da Cidade. A programação ainda traz uma nova edição da Alavanque – uma competição entre microempresas, startups e ONGs – e da Virada Educação, reunindo palestras e oficinas sobre sustentabilidade e tecnologia, direcionada a estudantes e professores da Rede Pública.

“A programação conecta o Centro às periferias, e as periferias ao todo da cidade. É um convite a pensarmos, criarmos e produzirmos, juntos, uma série de iniciativas e projetos propositivos e inspiradores para Salvador. A Virada propõe um olhar decolonial, que visibiliza os corpos dissidentes e atenta para o que pulsa e as outras tantas possibilidades de narrativas que constituem modos de ser e estar, aqui e agora, onde as pessoas tenham espaço para ser o que quiserem, com respeito, liberdade e diversidade”, destacou a gestora da Virada Sustentável, Alice Barreto.

Vire Salvador

Caretas. Foto divulgação Tiago Lins

Com uma programação inteiramente gratuita, o Festival também contará com palestras sobre práticas sustentáveis cotidianas, um fórum sobre turismo de observação de baleia, e um painel sobre o uso de cannabis medicinal; Mostra Itinerante de Cinemas Negros (MIMB); oficinas de incensos e perfumaria, de grafite, videodança e improvisação teatral; exposições de fotografia e de caretas; e ainda pontos de troca, doação e retirada de livros novos, usados ou restaurados, espalhados pelos principais centros pulsantes do Festival. Foram mais de 570 projetos inscritos via edital e já estão confirmados mais 50 espaços parceiros.

Durante os três dias, serão realizadas ações específicas de descarte de resíduos sólidos, com pontos de coleta seletiva de recicláveis, eletrônicos e rejeitos, em parceria com a LEVE Consultoria Ambiental. Os chamados Pontos de Entrega Voluntária de Resíduos Recicláveis Eletrônicos – PEV e os Pontos de Descarte de Resíduos (recicláveis e rejeitos) – PDR serão devidamente sinalizados e contarão com suporte de voluntários, orientando o público sobre o correto descarte. A ação incluirá, também, arrecadação de eletrônicos em bom estado, assim como roupas, donativos e alimentos para doação a instituições filantrópicas de Salvador. Já os descartados recicláveis serão encaminhados às cooperativas de reciclagem da cidade.

A Virada Sustentável foi criada em 2011, em São Paulo. De lá pra cá, reuniu um público de mais de 7,7 milhões de pessoas em 25 edições, passando por sete estados e nove cidades, como Rio de Janeiro, Manaus e Porto Alegre, entre outras, além de Salvador – em 2016 e no ano passado.

Em sua 3ª edição na capital baiana (a primeira foi em 2016), o Festival, via Lei de Incentivo à Cultura, tem o patrocínio da CMPC e Uber Eats, e o copatrocínio da Liberty Seguros. Conta também com o patrocínio da Braskem e do Governo do Estado, através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, o apoio institucional da Prefeitura Municipal do Salvador, e a parceria do Salvador Meu Amor. A Virada Sustentável é uma correalização do Instituto Virada Sustentável e Rede AMO de Comunicações Socioculturais, e realização da DaCultura Projetos e Soluções, e da Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania e Pátria Amada Brasil e Governo Federal.

Virada Sustentável Salvador 2019 – de 08 a 10 de novembro

Programação completa: www.viradasustentavel.org.br

Gratuito


Feira de Empreendimentos Negros Solidários


Divulgação

A Feira de Empreendimentos Negros Solidários, um sucesso que consta do calendário da cidade, começa no próximo dia 15 de novembro, às 10 horas, permanecendo durante três dias ( 15, 16 e 17 de novembro),  na Praça Pastores da Noite, na Rua das Laranjeiras, Pelourinho, onde o público terá a oportunidade de desfrutar da cultura afro-brasileira.

O evento reúne moda, gastronomia, literatura, música e muitas outras atrações, e conta também com a participação de vários  artistas de peso que farão parte da vasta programação, no período das 10h às 20h.

Programação

Sexta- feira (15)

Ministério Público e Zuhri

DJ Tau

Arrastão do Samba Junino.

Sábado (16)

Samba da Urna

Telefunksoul

Samba NC

DJ Lobo

Visionárias

Domingo (17)

Ilê Aiyê, DJ Preta

Zé de Tonha

DJ Branco


Geraldo Azevedo e Xangai se apresentam no Cerimonial Rainha Leonor


Foto divulgação Bernardo Veira

Os cantores Geraldo Azevedo e Xangai se apresentam juntos no Cerimonial Rainha Leonor – Pupileira, no dia 1º de novembro, às 21h30. Durante o espetáculo, os dois artistas prometem embalar o público com sucessos como “Moça Bonita”, “Sabor Colorido”, “Estampas Eucalol”, “O menino e os carneiros” e “Matança”. Os ingressos estão à venda no Balcão Pida do Salvador Shopping e custam R$ 140 (Setor A), R$ 120 (Setor B) e R$ 100 (Setor C).

Mais uma edição do projeto Noites Culturais, o show tem mesas marcadas e serviços diferenciados de bar e buffet, com realização da Santa Casa da Bahia e promoção de Lícia Fábio. A renda arrecadada com o evento será revertida para as obras sociais da Santa Casa, que atendem diretamente cerca de 3 mil pessoas em iniciativas de educação infantil, qualificação profissional e incentivo à cidadania.

Geraldo de Azevedo e Xangai

Local: Cerimonial Rainha Leonor – Pupileira (Av. Joana Angélica, 79, Nazaré)

Data: 1º de novembro de 2019

Horário: abertura dos portões: 20h. Início do show: 21h30.

INGRESSOS:

– Setor A: R$ 140,00

– Setor B: R$ 120,00

– Setor C: R$ 100,00

VENDAS: Balcão Pida (Salvador Shopping) e Cerimonial Rainha Leonor – Pupileira

Mais informações: 71 2203-9668