Filarmônicas da Bahia voltam ao Dois de Julho


Minerva Cachoeirana. Divulgação

Todos os anos o sol nasce diferente na Bahia no dia Dois de julho. Nossa data magna nos lembra o quanto somos guerreiros. Em 2022 temos mais uma vez esta certeza, depois de dois anos de resistência e batalhas contra a pandemia.E para celebrar em toda glória este ano as filarmônicas da Bahia voltam a fazer seu encontro em Salvador sob o céu do dois de julho, com o 31º Encontro de Filarmônicas no Dois de julho, que será realizado no dia 2 de julho, no Campo Grande, a partir das 18 horas, com entrada franca.

O 31º Encontro de Filarmônicas no Dois de julho será aberto pela Banda da 6ª Região Militar, que tocará o “Hino ao Dois de Julho” e em seguida o dobrado “100 anos do Batalhão Pirajá”, composto por Fred Dantas em 2020. Se apresentarão na sequência as filarmônicas Sociedade Filarmônica Minerva, de Morro do Chapéu, Lyra Santamarense, de Jiribatuba, Vera Cruz, Ilha de Itaparica e Sociedade Filarmônica 8 de Dezembro, de Nova Soure irão tocar dobrados e encerrarão suas apresentações com arranjos de música popular.

No show de encerramento a Oficina de Frevos e Dobrados (foto) vai apresentar o resultado da recente restauração do dobrado “O Navio Negreiro”, do mestre cachoeirano Tranquillino Bastos e a polaca “Maria Almeida”, com solo do trompetista Joatan Nascimento.

A soprano Irma Ferreira vai homenagear a figura do Caboclo e a axé music baiana interpretando vários arranjos para voz e banda filarmônica sem uso de instrumentos elétricos.

O 31º Encontro de Filarmônicas no Dois de Julho é promovido pela Fundação Gregório de Mattos e produzido pela Oficina de Frevos e Dobrados, sob a batuta do maestro Fred Dantas. Nos anos de 2020 e 2021 o encontro aconteceu de forma virtual reunindo filarmônicas de várias regiões da Bahia.

Conheça mais sobre as Filarmônicas

Banda de Música da 6ª Região Militar (Salvador). Maestro: subtenente Martins

Divulgação

Desde os tempos remotos a música é utilizada não só como meio de comunicação nos campos de batalha, mas também como elementos psicológico, animando as tropas. Napoleão Bonaparte valorizava tanto essa formação que, em 1813 escreveu para seu ministro da guerra: “passei em revista a vários regimentos que não tinham banda. Isso é intolerável. Apresse-se para envia-las.”

A Banda da 6ª Região Militar sempre promoveu um forte elo entre o Exército e a comunidade soteropolitana. A função da banda de música é de fundamental importância nas diversas atividades do quartel, executando hinos, dobrados e canções militares, principalmente a pulsação da marcha a pé firme, a marcialidade e a vibração para o desfile das tropas militares.

Atualmente a Banda da 6ª Região Militar é composta por 33 integrantes sob a chefia e regência do subtenente José Sandro Prazeres Martins da Costa

Sociedade Filarmônica Minerva (Morro do Chapéu). Mestre: Alberto Caetano

O ciclo do garimpo nas Lavras Diamantinas se refletiu, felizmente, na criação ou manutenção de diversas bandas filarmônicas sob patrocínio dos famosos coronéis que reinavam soberanos em suas cidades. Em Morro do Chapéu foi fundada em 21 de outubro de 1906, a Filarmônica Minerva pelo coronel Francisco Dias Coelho, um coronel diferente à sua época, por ser um homem negro e pelo grande amor à cultura de um modo geral.

Desde a sua fundação a Minerva tem interagido com a vida social da sua cidade, tendo educado várias gerações de músicos. Foi pioneira na organização de um encontro de filarmônicas que já chega a uma década de realizações. Atualmente seu corpo musical conta com 48 músicos, enquanto a sua escolinha de música – mantida através de convênio com a empresa Enel Green Power, possui 80 alunos. A Minerva participou do 29º Encontro de Filarmônicas, que foi realizado de forma virtual, e pela Lei Aldir Blanc realizou uma série de gravações divulgadas on line, de excelente qualidade.

Filarmônica Lyra Santamarense – Jiribatuba, Vera Cruz – Ilha de Itaparica. Mestre: Antonio Carlos de Miranda

A Sociedade Filarmônica Lyra Santamarense é um verdadeiro tesouro cultural e histórico instalado em uma vila de pescadores da ilha de Itaparica, que se mantém em atividade graças a várias gerações de abnegados. Foi fundada em 20 de abril de 1936 em Jiribatuba, antiga freguesia de Santo Amaro do Catu, distrito da cidade de Vera Cruz, detentora de um grande acervo cultural material, conhecida por ser um celeiro de músicos, terra do samba de roda, rica em história e tradição.

A Lyra Santamarense é uma entidade sem fins lucrativos onde, através da sua escolinha de música, crianças e jovens aprendem a ler partitura e a tocar instrumentos musicais de sopro e percussão de forma gratuita. O apoio dos seus sócios contribuintes e da comunidade de Jiribatuba, garante também a participação da sua banda, que atualmente é composta por cerca de 45 músicos, nos encontros de filarmônicas, concursos, festivais em toda Bahia, além de desfiles cívicos, festas religiosas e inaugurações, honrosamente representando a ilha de Itaparica.

Mesmo com as limitações materiais, com regência do maestro Antonio Carlos de Miranda segue firme e persistente na sua função social, levando conhecimento musical e alegria para toda a comunidade, tendo participado do 30º Encontro de Filarmônicas no 2 de julho, que foi realizado de forma virtual, e tendo obtido premiação pela Lei Aldir Blanc, realizou uma série excelente de gravações divulgadas on line, que além da musicalidade, divulga belas imagens da localidade de Jiribatuba, na Ilha de Itaparica.

Sociedade Filarmônica 8 de Dezembro – Nova Soure. Mestre: Marcelo Araújo dos Santos

Sociedade Filarmônica 8 de Dezembro. Divulgação

A Sociedade Filarmônica 8 de Dezembro foi fundada em 15 de fevereiro de 1973 pelos idealistas Antônio Guilherme da Silva e José França Paes, com o objetivo de difundir o ensino gratuito da música e manter uma banda de música para abrilhantar os festejos sociais, políticos e cívicos do município e da região. A filarmônica completará 50 anos de existência em 2023.

A cidade de Nova Soure foi originada da Missão Jesuítica de Natuba que, no final do século XVI conquistou a confiança dos índios Kiriris, juntando-se a eles colonizadores portugueses que em 1758, oficializaram o distrito de Nossa Senhora da Conceição de Soure. A cidade, hoje com cerca de 27 mil habitantes, tem orgulho da sua banda filarmônica e da sua unidade de iniciação, a Escola de Música Antônio Guilherme da Silva.

De fato, vários talentos alcançaram emprego e renda em bandas militares e profissionais advindos da filarmônica 8 de dezembro, que hoje conta com 26 músicos ativos, e mais 30 alunos, entre crianças e adolescentes, nos turnos matutino e vespertino.

O Encontro de Filarmônicas – do qual a Filarmônica 8 de dezembro participou de formas virtual na sua 30ª edição – é agora de forma presencial uma oportunidade única de incentivo para continuar a sua luta de manter a tradição das filarmônicas sendo um exemplo no Nordeste da Bahia. A Sociedade Filarmônica 8 de Dezembro é regida por Marcelo Araújo dos Santos, músico formado na Escola de Música Antônio Guilherme da Silva.

Oficina de Frevos e Dobrados (Salvador) – Filarmônica anfitriã. Mestre: Fred Dantas.

Soprano Irma Ferreira. Divulgação

No ano de 1991 a Oficina de Frevos e Dobrados, já com nove anos de atividades, se uniu ao compositor Moraes Moreira para uma campanha nacional de valorização das bandas de música, que resultou em programas de TV, viagens e a gravação de uma linda música, Bandas de lá e de cá. Em uma dessas reuniões, com o mestre Manoel Zinho, da cidade de Aramari, surgiu a ideia de se criar um encontro de filarmônicas no 2 de julho.

Moraes participou por dois anos da ação, que teve continuidade com a Oficina de Frevos e Dobrados, em parceria com a Fundação Gregório de Mattos. O Encontro é uma das melhores ações da Oficina quer também inclui aulas de música, participação em eventos significativos como o Carnaval e a Lavagem do Bonfim, pesquisa e recuperação de antigas partituras e a criação de um novo repertório que projeta a filarmônica na contemporaneidade.

Este ano a Oficina traz a participação da soprano Irma Ferreira como convidada especial, cantora que iniciou a série de convites para que artistas reconhecidos fizessem junto com a filarmônica o encerramento festivo do Encontro de Filarmônicas. Depois dela participaram Margareth Menezes, Armandinho e Gerônimo.


Campeonato Estadual de Quadrilhas Juninas em Periperi 


Fotos: Sidnei Florêncio da Costa (Divulgação)

Um dos eventos mais tradicionais da cultura popular baiana, o Campeonato Estadual de Quadrilhas Juninas segue até domingo (19), na Praça da Revolução, em Periperi. A iniciativa – que está na 13ª edição e tem o patrocínio do Governo do Estado, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Bahiatursa) – faz parte da programação do São João da Bahia e teve início nesta quinta-feira.

Ao todo, 46 quadrilhas, procedentes de todas as regiões da Bahia, participam da competição, apresentando espetáculos de música e dança, com coreografias tradicionais. Disputam o grupo de acesso 38 equipes, sendo que as quatro primeiras colocadas subirão para o grupo especial em 2023.

No domingo (19), será a vez das agremiações do grupo especial disputarem o título de melhor quadrilha junina da Bahia. Entre as quadrilhas que vão se apresentar estão a Cia da Ilha, de Itaparica, campeã de 2019; a campeã nacional, Asa Branca; Encantos do Nordeste, de Barreiras; e Forró do ABC, que comemora, em 2022, 40 anos de apresentações.

A programação, que reúne as famílias na arena armada na Praça da Revolução, contará, ainda, com a apresentação de um grupo de idosos e três de integrantes mirins. O evento costuma levar uma multidão ao subúrbio ferroviário de Salvador.

Na avaliação do superintendente da Bahiatursa, Diogo Medrado, a agenda traz ganhos à economia da Bahia: “é um incentivo à economia do estado, que movimenta e emprega, temporariamente, uma cadeia produtiva de profissionais da área”.

Para Carlos Brito, presidente da Federação Baiana de Quadrilhas Juninas (Febaq), o apoio do Governo do Estado mantém viva a tradição da cultura junina. “É importante porque esses grupos não são apenas de apresentações de espetáculos, mas desenvolvem ações culturais e sociais o ano inteiro em suas comunidades”, lembra.

 


Atrações de forró e sambas juninos no São João do Pelourinho


Foto: OQueFazernaBahia

As mais expressivas manifestações do São João integram a grade de programação do Pelourinho, que já está todo decorado para os quatro dias de festa. Sala de reboco, com o tradicional forró pé de serra, atrações itinerantes e os palcos armados, incluindo um em forma de coreto, vão dar o tom do São João da Bahia no Pelô, que acontece de 23 a 26 de junho, realizado pelo Governo do Estado, por meio da Bahiatursa.

Nomes como Cangaia, Cicinho de Assis, Sarajane, Gereba, Genard, Pra Casar, Del Feliz, Carlos Pita e Zelito Miranda integram a grade de programação. Os largos do Terreiro de Jesus, do Pelourinho, do Cruzeiro de São Francisco, Tereza Batista, Pedro Arcanjo e Quincas Berro d’Água, além de todas as ruas do Centro Histórico já estão enfeitadas.

A festa conta com um palco em forma de coreto em frente à Fundação Casa de Jorge Amado, no Largo do Pelourinho. Balões, bandeirolas, corações, bonecos gigantes representando um trio nordestino são alguns dos elementos decorativos do São João do Centro Histórico, que este ano tem como tema Valeu Esperar.

Por lá passam: dia 23, a partir das 18 horas, Veneno Letal, U Tal do Xote, Maviael Melo, Banda Renan Mendes, Bira S/A, #ColeComigo, Vinnicius; no dia 24, Dammys Monteiro, Banda 20xotear, Edy Xote, Kimimo do Forró, Diego Moraes, DJ Preta Forró Sound e Marcondes Moraes; 25, Edil Pacheco, Ellen Wilson, Forró Sarakura, Filé de Camarão, Forró Fura Chinela, Forró do Souza e Forroxote. A programação fecha, no dia 26, com Trio Anarrié, Bailinho de Quinta, Pedro Sampaio, Forrozão Saperkinha, Forrozão Maria Bonita, Xote de Anjo e Jaguarana.

Os shows começam a partir das 17 horas no Largo do Cruzeiro de São Francisco, onde está instalada a já tradicional Sala de Reboco, lugar do mais autêntico forró pé de serra. Apresentam-se, no dia 23, Dão Forró Black, Serravale e banda, As Nandas, Paulinha Oliveira, Menina Forrozeira e Sarapatel com Pimenta. No dia do Santo mais famoso, 24,  Forró dos Vizin, Luh Monteiro, Mara Magalhães, Ska no Xote, Arame Liso e Forró Passa Pé. No sábado, 25, Cláudia Assis, Samba e Sede, Gabriela Moraes, Nadja Meireles, Geruza Guedes e Nando Borges. O último dia da festa, 26, terá Resfulengo, Flor de Milho, Wellington Pacheco, Maria Odete, Sobe Poeira e Stilo da Raça.

O Largo Tereza Batista terá Genard, Vitrolab e Menina Faceira no primeiro dia, à partir das 18 horas. No dia de São João, Sarajane, Pablo Moraes, Marcia Short, Marquinhos Navas e Jô Miranda. Dia 25 conta com Emely Rodrigues, Del Feliz, Jorge Zarath, Rosy e Banda e Flor de Maracujá. No último dia, 26, Cangaia, Cicinho de Assis, Ícaro Mendes, Me Siga e Carlos Pita.

No Quincas Berro d’Água, tocam dia 23, a partir das 18, Júlio Caldas, Boa Viagem, Cida Martinez, Davi Dias e Melaço de Cana. Dia 24 tem Reinaldo Barbosa, Tenysson Del Rey, Lucas Maia, Denise Correia e Gereba. O dia 25 conta com Bandana, Vanera e Banda, Lukas Barreto, Pisa Macio e Diego Vieira. Por fim, 26, Paulinho Boca, O Pretinho, Pois É, Somos Cinco e Chaveirinho do Arrocha.

Foto: OQueFazernaBahia

Quinta-feira, tocam no Pedro Arcanjo, às 18,  Pra Casar, Caroline Leal, Fernando Ferraz, Sonora Amaralina e Forró Didaindoido. Dia 24, Dois Amores, Zé de Tonha, Cegueira de Nó e Forró Resfulengo . No sábado, Vitera e banda, Edu Casanova, Zelito Miranda, Viny Brasil e Rebeca Tarique. No domingo, 26, Júlio Cesar, Pinotte, João Almeida, Rafa Mendes e Aloisio Menezes.

O São João itinerante do Terreiro de Jesus terá Tiago Modesto da Silva, Arrastão do Lobo Mal, Circuladô e Grupo Cultura Sambão, na quinta-feira. Sexta-feira tem Grupo de Samba de Roda Junino, Grupo Jaké, Rubinho Pingo de Ouro, Os Bambas do Nordeste e Paroano Sai Milhó. Jorge Fogueirão, Samba de Roda Urbano, Samba do Folgueirão e Samba do Vai Kem Ké estão programados para o sábado. No domingo tem Samba Pepelão, Samba Skorpio, Shalon Adonai e Viola Paraguaçu, Só Samba de Roda e Samba Tororó.

A programação do São João da Bahia acontece de 23 a 2 de julho em Paripe, no Pelourinho e, a novidade de 2022, no Parque de Exposições. No dia 23, a programação musical é aberta nos três polos: Paripe, Pelourinho e Parque de Exposições. No Centro Histórico e na Paralela acontece até o dia 26. Em Paripe, só nos dias 23 e 24. Festejando a Independência da Bahia, a comemoração segue de 30 a 2 no Parque.

 

Programação Pelourinho 

Zelito Miranda. Foto Clarice Miranda

 

 

Sala de Reboco 

 

Dia 23 de junho 

Dão Forró Black

Serravale e banda

As Nandas

Paulinha Oliveira

Menina Forrozeira

Sarapatel com Pimenta

 

Dia 24 de junho 

Forró dos Vizin

Luh Monteiro

Mara Magalhães

Ska no Xote

Arame Liso

Forró Passa Pé

 

Dia 25 de junho 

Claudia Assis

Samba e Sede

Gabriela Moraes

Nadja Meireles

Geruza Guedes

Nando Borges

 

Dia 26 de junho 

Resfulengo

Flor de Milho

Wellington Pacheco

Maria Odete

Sobe Poeira

Stilo da Raça

 

Tereza Batista 

Del Feliz. Divulgação

Dia 23 de junho 

Genard

Vitrolab

Menina Faceira

 

Dia 24 de junho 

Sarajane

Pablo Moraes

Marcia Short

Marquinhos Navas

Jô Miranda

 

Dia 25 de junho 

Emely Rodrigues

Del Feliz

Jorge Zarath

Rosy e Banda

Flor de Maracujá

 

Dia 26 de junho 

Cangaia

Cicinho de Assis

Icaro Mendes

Me Siga

Carlos Pita

 

Quincas Berro D´Água 

 

Dia 23 de junho 

Julio Caldas

Boa Viagem

Cida Martinez

Davi Dias

Melaço de Cana

 

Dia 24 de junho 

Reinaldo Barbosa

Tenysson Del Rey

Lucas Maia

Denise Correia

Gereba

 

Dia 25 de junho 

Bandana

Vanera e Banda

Lukas Barreto

Pisa Macio

Diego Vieira

 

Dia 26 de junho 

Paulinho Boca

O Pretinho

Pois É

Somos Cinco

Chaveirinho do Arrocha

 

Samba Junino 

Paroano Sai Milhó . Divulgação

 

Dia 23 de junho 

Tiago Modesto da Silva

Arrastão do Lobo Mal

Circuladô

Grupo Cultura Sambão

 

Dia 24 de junho 

Grupo de Samba de Roda Junino

Grupo Jakê

Rubinho Pingo de Ouro

Os Bambas do Nordeste

Paroano Sai Milhó

 

Dia 25 de junho 

Jorge Fogueirão

Samba de Roda Urbano

Sambão Folgeirão

Samba do Vai Kem Kê

 

Dia 26 de junho 

Samba Papelão

Samba Skorpio

Shalon Adonai e Viola Paraguaçu

Só Samba de Roda

Samba Tororó

 

 

Coreto Largo do Pelourinho  

 

Dia 23 de junho 

Veneno Letal

U Tal do Xote

Banda Maviel

Banda Renan Mendes

Bira S/A

#Colecomigo

Vinnicius

 

Dia 24 de junho 

Dammys Monteiro

Banda 20xotear

Edy Xote

Kimimo do Forró

Diego Moraes

DJ Preta Forró Sound

Marcondes Moraes

 

Dia 25 de junho 

Edil Pacheco

Ellen Wilson

Forró Sarakura

Filé de Camarão

Forró Fura Chinela

Forró do Souza

Forroxote

Dia 26 de junho 

Trio Anarrié

Bailinho de quinta

Pedro Sampaio

Forrozão Saperkinha

Forrozão Maria Bonita

Xote de Anjo

Jaguarana

 

 

Pedro Arcanjo  

 

Dia 23 de junho 

Pra Casar

Caroline Leal

Fernando Ferraz

Sonora Amaralina

Forró Didaindoido

 

Dia 24 de junho 

Dois Amores

Zé de Tonha

Cegueira de Nó

Forró Resfulengo

Geovana Lins

 

Dia 25 de junho 

Vitera e banda

Edu Casa Nova

Zelito Miranda

Viny Brasil

Rebeca Tarique

 

Dia 26 de junho 

Júlio Cesar

Pinotte

João Almeida

Rafa Mendes

Aloisio Menezes

 

Obs. – Grade Sujeita a Alteração 

 


Panorama da Música da Bahia com atrações e atividades no Pelô


Enio x Kafé/Divulgação

O Pamba – Panorama da Música da Bahia é um Festival que objetiva difundir as cenas contemporâneas da música do Estado, de forma gratuita para todos os públicos acontece nos dias 02, 03 e 04 de junho, no Pelourinho. É uma realização da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – Secult, através do Centro de Culturas Populares e Identitárias – CCPI e da Fundação Cultural do Estado da Bahia – Funceb.

Na programação do Panorama acontecerá um ciclo de atividades formativas composto por duas palestras e duas mesas redondas que abordarão temáticas relacionadas à retomada das atividades artístico culturais de casas de shows, espaços culturais e festivais de música independentes. Essas atividades serão realizadas na Sala King da Fundação Cultural do Estado da Bahia – Funceb.

O Pamba ocupa também os Largos Quincas Berro D’Água e Tereza Batista com um festival musical composto por 20 atrações selecionadas por curadoria especializada a partir de uma chamada púbica.

Dona Iracema/Divulgação

A conferência busca se constituir como uma iniciativa na implementação da política de promoção e fomento da música estadual, possibilitando o protagonismo das cenas contemporâneas, autorais, por meio da promoção do encontro de seus artistas, produtores e agentes, estabelecendo elos entre os macroterritórios e estimulando a formação de um circuito musical independente e sustentável.

O projeto está em consonância com o Plano Nacional de Cultura, instituído pela lei 12.343/2010, especialmente com os objetivos consignados em seu artigo 2º. A realização do Pamba – Panorama da Música da Bahia atenderá especificamente às metas nº 10, 24, 25 e 28 do Plano Nacional de Cultura.

Programação completa

Roça Sound/Divulgação

DIA 02/06 | QUINTA-FEIRA | EVENTO DE ABERTURA

SHOWS (das 20 às 00h)

Largo Quincas Berro D’Água

– Ana Barroso

– Andrea Martins

– Mateus Aleluia Filho

Largo Tereza Batista

– Cangaço

– Igor Gnomo

– Enio |X| Kafé

Mateus Aleluia Filho/Foto Victória Nasck

DIA 03/06 | SEXTA-FEIRA

CONFERÊNCIA (das 14 às 18:30h)

Local: Sala King – Fundação Cultural do Estado da Bahia

– Palestra Circulação Artística – Desafios e Soluções (Circuito Modular) com Vince de Mira (das 14 às 16:30h)

Mesa Redonda – Festivais Independentes (das 17 às 18:30h)

Carol Morena (Festival Radioca / Salvador)

Maria Clara (Festival Jazz Trancoso / Trancoso)

Geraldo Junior (Festival Opará / Juazeiro)

Mediação: Ricardo Rosa (Coordenador de Música Funceb)

SHOWS (das 20 às 00h)

Largo Quincas Berro D’Água

– YayáMassemba

– Manuela Rodrigues

– Giovani Cidreira

Largo Tereza Batista

– Africania

– Joana Terra

– Toco Y Me Voy

DIA 04/06 | SÁBADO

CONFERÊNCIA (das 10 às 18:30h)

Local: Sala King – Fundação Cultural do Estado da Bahia

– Workshop PRO MUSIC BUSINESS 360 com Bono da Costa (das 10 às 12:30h e das 14 às 16:30h)

– Mesa Redonda – A retomada das Casas de Shows e Espaços Culturais Independentes (das 17 às 18:30h)

DJ Branco / Casa do Hip Hop Bahia (Salvador)

Joílson Santos / Casa Noise (Feira de Santana)

Fabian Orrico / Casa Toca do Raul (Jequié)

Mediação: Ricardo Rosa (Coordenador de Música Funceb)

SHOWS (das 20 às 00h)

Largo Quincas Berro D’Água

– Laiô

– Dona Iracema

– Melly

– Pedro Pondé

Largo Tereza Batista

– Coral

– Ronei Jorge

– Livia Nery

– Roça Sound


Festival celebra os Saveiros do Recôncavo


Divulgação

De 27 a 29 de maio a cidade de São Félix, no Recôncavo baiano, realiza o Festival de Saveiros – I Festa Náutica do Vale do Paraguaçu, um grande encontro dos saveiros da Bahia, que tem o propósito de resgatar a memória e preservar este tipo de embarcação, valorizando a sua salvaguarda como patrimônio do nosso estado e fomentar o turismo náutico baiano.

Durante os três dias de festa, que tem como clímax o “Bordejo pelas Águas do Paraguaçu”, será realizada uma rica programação cultural, educativa e de cunho social, com shows de samba e reggae, homenagem a Dona Cadu, a mais famosa ceramista da Bahia, Feira de Economia Criativa e Agricultura Familiar, concurso de desenhos e redação nas escolas de São Félix e ação de limpeza das margens do Rio Paraguaçu.

Regata Coqueiros-São Félix – No dia 29 de maio, a partir das 13h, na cidade de São Félix, será dada a largada para o “Bordejo pelas Águas do Paraguaçu” que vai circundar a Pedra da Baleia e retornar para o píer de São Félix. Podem participar saveiros com navegação a popa (vela de içar).

As inscrições gratuitas estão abertas até o dia 19 de maio no site da FENEB – Federação de Esportes Náuticos da Bahia (www.feneb.com.br). A competição se transformou num grande desfile, que irá homenagear os saveiros participantes. No sábado pilotos de caiaques, jet-ski e quem pratica canoagem, também terão seus encontros, mas sem caráter competitivo.

Programação cultural e educativa – Shows de Samba de Roda e Reggae, marcas musicais do Recôncavo da Bahia, fazem da programação do Festival de Saveiros – I Festa Náutica do Vale do Paraguaçu, uma verdadeira festa. Na sexta-feira, às 20h, está marcado o Encontro dos Sambas de Roda do Recôncavo, com os grupos Samba de Roda Filhos de Nagô, de São Félix, Gêge Nagô, de Cachoeira e Samba Filhos de Dona Cadu, de Maragojipe. No sábado à noite o show é do reggaeman Sine Calmon.

Foto Reproduzida do Portal IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)

No domingo, ao cair da tarde, quem sobe ao palco é Jau, para realizar o seu sarau. E tem mais música com os talentos da terra Nathan Gomess, Nelma Marks, Juninho Cachoeira, Orquestra Reggae de Cachoeira e Orquestra Jovem do Recôncavo. Os shows acontecem na Avenida Salvador Pinto, no Porto de São Felix.

Homenagem a Dona Cadu – A mais famosa ceramista da Bahia, Dona Cadu, recebe uma homenagem no dia 27, às 10h, na Câmara de Vereadores de São Félix com uma Sessão Solene pelo seu centenário e contribuição para a cultura do Recôncavo. À tarde, às 14h, também na Câmara de Vereadores, será realizada a mesa:

“A importância dos Saveiros para o Recôncavo Baiano” – com o historiador Walter Fraga, o fotógrafo Nilton Souza, o deputado Bira Coroa e a arquiteta Marília Barreto, uma das proprietárias do Saveiro É da Vida. A mediação será do historiador Fábio Batista.

Enquanto isso toda a cidade estará mobilizada participando durante os três dias da limpeza das margens do Rio Paraguaçu, da Feira de Economia Criativa e Agricultura Familiar, das exposições de carros antigos e miniaturas de saveiros do artesão Ubiracy Portugal, enquanto as crianças disputam o concurso de desenhos e redação promovido em parceria com as escolas de São Félix.

O Festival de Saveiros – I Festa Náutica do Vale do Paraguaçu foi idealizado por Wandick Vieira, tem a produção da Tabuleiro Produções e Um Som & Imagem e conta com patrocínio do Governo do Estado da Bahia, através das Secretarias de Turismo (Setur) e Comunicação – SECOM, e apoio institucional de Bartinho da Silva e Prefeitura de São Félix.

Confira a programação completa:

Dia 27 de maio – sexta-feira

07h – Limpeza das margens do Rio Paraguaçu

10h – Sessão Solene pelo Centenário de Dona Cadu

Local: Câmara de Vereadores de São Félix

14h – Mesa: “A importância dos saveiros para o Recôncavo Baiano” – com o historiador Walter Fraga, o fotógrafo Nilton Souza, o deputado Bira Coroa e a arquiteta Marília Barreto, uma das proprietárias do Saveiro É da Vida.

Mediação: historiador Fábio Batista

Local: Câmara de Vereadores de São Félix

20h – Encontro dos Sambas de Roda do Recôncavo

Samba de Roda Filhos de Nagô – São Félix,

Gêge Nagô – Cachoeira,

Samba Filhos de Dona Cadu – Maragojipe

Dia 28 de maio – sábado

Avenida Salvador Pinto (Porto) – Dia inteiro:

Feira de Economia Criativa e Agricultura Familiar

Exposição de carros antigos

Exposição de miniaturas de saveiro do artesão Ubiracy Portugal

Exposição dos Trabalhos Escolares

Às 13h Encontro de Jet Skis

16h Orquestra Reggae de Cachoeira

18h Nathan Gomess

20h Nelma Marks

22h Sine Calmon

Dia 29 de maio – domingo

Avenida Salvador Pinto (Porto) – Dia inteiro:

Feira de Economia Criativa e Agricultura Familiar

Exposição de carros antigos

Exposição de miniaturas de saveiro do artesão Ubiracy Portugal

Exposição dos Trabalhos Escolares

13:30h Bordejo de Saveiros

14:00h Show Corpos Negros

15:30h Show Orquestra Jovem do Recôncavo

16:00h Premiação

16:30h Saída do Presente para Oxum

17:30h Sarau de Jau

19:30h Juninho Cachoeira