Visite a Ilha dos Frades

Os peixes e outros seres marinhos circulando à vista de todos, até mesmo nas menores poças d’água, a mata intocada e o habitante nativo reforçam …





Confira as principais festas populares que marcam o calendário festivo de Salvador


Em dezembro começa o ciclo das festas de largo e lavagens em Salvador, a primeira é a de Santa Bárbara, no dia 4, logo a seguir, dia 8, a da Conceição da Praia e segue o calendário de festejos até fevereiro, antes do Carnaval, com muita devoção, música, alegria, comida e bebidas típicas! (Noemi Flores)

As festas de largo são homenagens prestadas aos santos do dia pelos católicos na sua respectiva Igreja e também pelos seguidores do Candomblé, pois cada santo representa um orixá para estes adeptos.

Geralmente os festejos dos católicos são com novenas ou tríduos, missas, procissões e quermesses. Mas paralelo a isto, outros organizadores realizam a festa profana com barracas instaladas nas proximidades do largo das igrejas com shows, comidas e bebidas típicas.

Algumas festas têm a chamada Lavagem acrescentando-se o nome do santo, exemplo Lavagem do Bonfim, porque de acordo com historiadores, na colonização portuguesa estas devoções vieram com estes colonizadores, quando havia uma festa do santo, antes da celebração, os escravos eram incumbidos de lavarem as igrejas e as escadarias.Como vieram da África e acreditavam nos orixás, foram identificando com os santos católicos e colocando nomes nestes santos em ioruba, conforme o que representavam para eles, a exemplo de Santa Bárbara, chamada Iansã, a Senhora dos Ventos da Tempestade, cuja saudação é Eparrei!. E muitos se converteram no catolicismo definitivamente.

Santa Bárbara

O calendários das festas de largo se inicia no dia 4 de dezembro com Santa Bárbara na Igreja do Rosário dos Pretos, localizada na Ladeira do Pelourinho. Foi construída na época do Brasil Colônia (1780) pelos negros escravos e alforriados devotos de Nossa Senhora do Rosário, São Benedito, Santa Efigênia e Santo Elesbão.

Esta festa é muito comemorada com procissão até pelo centro Histórico em direção ao Corpo de Bombeiros, localizado na Ladeira da Praça, cuja a santa é a protetora destes militares. Aí mescla as duas crenças, pois geralmente tem missa na corporação e também é oferecido um caruru, segundo os adeptos, o prato da orixá Iansã.

Conceição da Praia

Já no dia 8 de dezembro acontece a famosa festa de Nossa Senhora Conceição da Praia, localizada na Cidade baixa, Comércio, logo na descida do Elevador Lacerda, à esquerda. Nos dias que antecedem a festa, os comerciantes armam barracas de comidas, frutas e bebidas, se preparando para o grande dia.

A festa profana é tradicional, há décadas passadas teve seu auge, mas com o tempo foi decaindo muito. E, nos últimos anos, vem retomando o seu destaque entre as principais festas do calendário. Geralmente, um palco é armado nas proximidades do Mercado Modelo com várias atrações musicais com ostensivo policiamento.

Santa Luzia

No dia 12 a homenagem é para Santa Luzia, Protetora dos Olhos e da Visão, na igreja localizada no Pilar, também no Comércio. Lá  tem uma fonte de água em que os fiéis com problemas nos olhos no dia fazem fila para encher potes e levar para banhar os olhos, pois dizem se milagrosa. Os devotos percorrem as ruas do Comércio até  a igreja da Conceição em procissão e retornam a igreja. Embora esta festa seja mais para devotos, há instalação de barracas, na rua da igreja, com comidas e bebidas típicas.

Boa Viagem

Após Santa Luzia, as festas de largo só acontecem no outro ano, em janeiro, exatamente no dia 1º com a Festa da Boa Viagem e do Bom Jesus dos Navegantes, na igreja e bairro da Boa Viagem. É muito linda porque a santa sai da Igreja da Conceição da Praia, pela manhã, levada no dia anterior (31), na embarcação chamada Galeota Gratidão do Povo, construída em 1891, acompanhada por inúmeros barcos, que percorrem a Baía de Todos-os-Santos em direção a igreja na Praia da Boa Viagem.

Geralmente acompanhada pelo arcebispo, Dom Murilo krieger, que celebra uma missa campal na Praia da Boa Viagem, em frente a igreja que também segue com programação de missa o dia todo. Já quem vai somente para diversão na festa, encontra barracas montadas, na praia e em ruas próximas da igreja, com sons musicais, comidas e bebidas típicas.

Festa do Bonfim

Já na segunda quinta-feira do mês, a Festa de Nosso Senhor do Bonfim, uma das mais tradicionais da Bahia, em que a devoção é tanta que os fiéis saem da Igreja da Conceição da Praia, no Comércio, pela manhã, e seguem em cortejo até a Igreja do Bonfim, localizada na Península de Itapagipe, caminhando cerca de 7 quilômetros.

Lá tem a tradicional Lavagem das baianas vestidas a rigor, com as cores de Oxalá (azul e branco), que representa a divindade, o mesmo para os católicos, pois Nosso Senhor do Bonfim é Deus e Jesus Cristo.

Paralela às manifestações religiosas, a festa profana se desenvolve nas barracas, bares e restaurantes, próximos à igreja, com muita música, atrações musicais, comidas e bebidas típicas.

Quem não aguenta  percorrer os 7 quilômetros pode ficar no bairro do Comércio, onde após a passagem da procissão, desfilam minitrios, levando música e alegria para a galera, em meio a várias barracas instaladas e vendedores ambulantes no local.

Festa de Iemanjá

É a única festa exclusivamente dedicada a um orixá, Iemanjá, a Rainha do Mar, cuja a saudação é: Odoyá! Comemorada no dia 2 de fevereiro, no bairro boêmio do Rio Vermelho, na praia do mesmo nome, onde os pescadores construíram uma casa exclusiva para a orixá. Lá, durante todo o dia até por volta das 16 horas, são colocadas as oferendas dos devotos em balaios para serem lançadas ao mar pelos organizadores da festa, pertencentes a Colônia de Pesca do Rio Vermelho.

Esta festa tem uma magia muito forte, além das barracas instaladas em quase todo o bairro, os bares, restaurante, hotéis e pousadas realizam pacotes para os festejos, geralmente para quem quer ficar em um ambiente mais tranquilo, não se expondo ao sol e a multidão. Inclusive com direito a oferendas também, pois colocam balaios e posteriormente, auxiliados por pescadores, lançam ao mar.

Lavagem de Itapuã


Esta festa acontece uma semana antes do Carnaval, é a última do calendário antes da festa momesca. Começa na madrugada pelo Bando Anunciador, formado por um grupo de percussionistas e pelos organizadores, que percorrem o bairro anunciando a festa.O cortejo geralmente sai por volta das 10 horas com a participação de baianas que saem da Praia de Placaford até a Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Itapuã, na praça Dorival Caymmi, onde lavam as escadarias.

Conta com a participação do bloco-afro  Malê Debalê, fundado  em 23 de março de 1979 por um grupo de moradores de Itapuã que sonhavam que seu bairro participasse do Carnaval de Salvador e isto se transformou em realidade. E hoje, o bloco possui uma das melhores percussões da Bahia, pois foi um dos escolhidos para representar o Brasil na programação do New Orleans Jazz & Heritage Festival, em New Orleans, nos EUA, em 2013 e já conquistou mais de 5 vezes o prêmio de  ‘Melhor Bloco Afro do Carnaval’, ganhando o Troféu Castro Alves.


Visite o Arquipélago de Tinharé e usufrua das belezas, badalações ou tranquilidade de suas praias


Arquipélago de Tinharé  possui 26 ilhas e abriga os destinos mais desejados dos turistas para as praias de Morro de São Paulo, Boipeba, Garapuá e Moreré, caminhos certos para quem procura sol e praia, apenas 173 km de Salvador por via terrestre e 60 km por via náutica. As ilhas sempre contam com programação especial durante feriados e finais de semana.

Praia de Morro de São Paulo em foto divulgação de Elton Andrade)

Com a proximidade do verão as ilhas do Arquipélago de Tinharé, pertencente ao município de Cairu, se preparam para receber turistas da Bahia e de diversas partes do Brasil e exterior. A perspectiva da secretaria de turismo é de atingir 95% de ocupação nas quatro ilhas.

O município possui mais de 400 km2 de belezas naturais. O arquipélago reúne 26 ilhas. É de lá que estão algumas das praias mais procuradas do Baixo Sul: Morro de São Paulo, Boipeba, Garapuá e Moreré são destinos de nativos e turistas em curtas e longas temporadas.

Boipeba em foto divulgação de Karlo Dias

Entre os atrativos região, além das águas claras e mornas, estão as belas paisagens, esportes radicais, visitação as baleias, manguezais, trilhas e o turismo histórico na sede Cairu. Morro de São Paulo, é também um lugar com vida noturna movimentada o Bar e Dance Club Toca do Morcego e a boate Pulsar são as opções de diversão para os visitantes, não é por acaso que  Morro é o terceiro destino turístico e recebe aproximadamente 350 mil turistas por ano. Do total 85% de turistas ficam em Morro, 15% vão para as outras praias da região, como Boipeba e Moreré.

Pôr do Sol da Gamboa do Morro em foto divulgação de Elton Andrade

Como chegar no Arquipélago de Tinharé:

Partindo de Salvador existem várias opções: Se for de carro, a melhor opção é utilizar o sistema ferry-boat “Salvador – Bom Despacho”, na Ilha de Itaparica, de onde é possível seguir pela rodovia BA-001, passando por Nazaré das Farinhas, até a cidade de Valença, por 105 km. Chegando a Valença existem barcos e lanchas rápidas que saem a cada uma hora. O trajeto pode durar de 30min a 1h30 mim.

Outra opção é seguir de Salvador direto para Morro, por via marítima. Em frente ao Mercado Modelo, saem vários catamarãs. A viagem é feita beirando a costa e dura em média 2h30. Existe ainda a possibilidade de fazer o trajeto semi terrestre, ou seja, metade por mar, metade por terra. A viagem dura 2h30, com três baldeações. Existem barcos particulares que fazem a linha de Morro para Boipeba, Garapuá, Moreré e Cairu.

Para os que querem uma viagem mais rápida e panorâmica, a opção é via aérea. Existem vôos diretos fretados que saem do Aeroporto Internacional Luiz Eduardo Magalhães para Morro de São Paulo e para Boipeba. A duração da viagem é de aproximadamente 30min. Apenas duas empresas operam no trajeto, por isso vale à pena fazer a reserva antecipadamente. Para os turistas que saem de São Paulo, a empresa Azul opera um voo semanal Campinas Valença, com chegadas e saídas apenas às quintas-feiras.

 


5 pontos turísticos para se aproveitar em um dia em Salvador


Chegou em Salvador para uma visita rápida na cidade? Pensa em tantos lugares para ir, mas por conta de compromisso com o congresso, seminário, negócios ou resoluções de pendências particulares que devem ser cumpridas talvez não dê tempo suficiente para curtir muita coisa boa desta cidade abençoada por todos os santos e orixás! Mas tire um dia, apenas um dia e sinta a energia desta cidade! (Noemi Flores)

Neste dia escolhido, é possível se fazer um pouquinho de tudo que se tem direito, ao visitar uma cidade, em apenas cinco lugares que podem ser fundamentais para viver momentos inesquecíveis nesta terra tropical e acolhedora. Basta  seguir um roteiro especial preparado pelo OqueFazernaBahia e se sentir à vontade na sua estada.

1- Em primeiro lugar vá a praia logo cedinho, para o dia render mais. O Porto da Barra é o lugar ideal por ser uma praia mais central que auxiliará no roteiro traçado a ser seguido. Lá o mar é quase uma piscina, não tem ondas muito altas e dá para começar o dia com um banho de sol e mar regados a um coco bem gelado. De lanche pode ser um acarajé, abará ou peixe frito; queijo assado na brasa e há sempre alguém vendendo sanduiche natural!

Mercado Modelo e Elevador Lacerda em foto de Jota Freitas Bahiatursa

2- A manhã já avançou, então chegou o momento de pensar em onde almoçar. O segundo lugar será o Mercado Modelo que fica localizado no bairro do Comércio, Cidade Baixa, a 5,2 km de distância, desta praia. Aí se dirija até um ponto de ônibus, onde passam os executivos (frescão) e pegue um que vai para Comércio, ou se preferir um táxi ou uber. Lá vai encontrar restaurantes típicos com bela vista para a Baía de Todos-os-Santos, além de várias lojas com souvenires para levar de lembrança.

3- Saindo do mercado, a sua locomoção vai mudar radicalmente: atravesse a rua e em terceiro lugar se dirija a um dos cartões postais mais importantes da cidade, o primeiro elevador urbano do mundo, fundado em 8 de dezembro de 1873, o Elevador Lacerda, e em 30 segundos estará na parte alta da cidade!

4- Agora chegou no Centro Histórico de Salvador, onde poderá fazer um passeio agradável no Pelourinho ou Pelô (como os baianos carinhosamente chamam), sempre há grupos de capoeira na Praça do Terreiro e alguns restaurante e barzinhos com música ao vivo, além de lojas de souvenires espalhadas no local.

No Pelô, ainda dá tempo de passar no Restaurante e Espaço Cultural Cantina da Lua, contando com a simpatia do dono Clarindo Silva e música ao vivo; se  tiver sorte pode ouvir o som do batuque de blocos que ensaiam lá como o Olodum e a Banda Didá (só de mulheres). E visitar o Museu da Cidade, ao lado a Fundação Casa de Jorge Amado e tomar um cafezinho no Café Zélia Gattai, todos localizados no Largo do Pelourinho.

 

5- Mais tarde, no quinto lugar a ser explorado pode ser um bairro localizado na orla de Salvador, o Rio Vermelho, a uma distância de 6,7 do Pelourinho. Para esta locomoção também a opção pode ser um ônibus frescão, na Praça da Sé, ponto próximo do Elevador Lacerda. Quando chegar neste bairro, considerado o mais boêmio da cidade, há ótimos restaurantes para jantar e baianas tradicionais vendendo acarajés e abarás em todos os largos do bairro também com vista para o mar. Se quiser espichar a noite tem um leque de estabelecimentos com músicas ao vivo para todos os gostos!

 


Dique do Tororó: caminhada, passeio de barco, pescaria e muito mais lazer


Foto de Hans Sterkendries

Um dos locais mais belos e atrativos de Salvador, um verdadeiro encontro com a natureza, praticamente no centro da cidade é o Dique do Tororó. A lagoa, onde patos, gansos, garças, pássaros e flores azem parte da paisagem natural, é também rodeada por árvores centenárias e possui 110m³ de água, 25 mil m²  de área, extensão de 1,6km e profundidade máxima de 5,6m. (Por Noemi Flores)

Inúmeras pessoas, que desejam uma ótima preparação física, preferem as pistas ao redor da lagoa para realizarem suas corridas e caminhadas em meio a uma vegetação saudável. E também para a prática da pescaria, uma boa opção para quem visita a cidade com familiares, dentre estes crianças e adolescentes. Inclusive tem quem alugue varas e iscas para aqueles que só querem praticar o esporte.

A pescaria no Dique é permitida, onde o pescador pode encontrar alguns peixes como tilápia, surubim, pacu e tucunaré. Esporadicamente a Bahia Pesca, vinculada à Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia (Seagri), faz repovoamento do manancial de tilápia, geralmente solta cerca de cinco mil peixes. Uma iniciativa que tem como objetivo estimular o fortalecimento da pesca esportiva e a atividade de subsistência no local.

Próximo à Arena da Fonte Nova o dique é o único manancial natural da cidade, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Ótimo lugar para o visitante passar momentos deliciosos em plena natureza, pois tem equipamentos de lazer e ginástica, a ciclovia,  além da opção de passeio em pedalinhos  e pequenos barcos em plena lagoa, apreciando tudo de mais belo que a natureza oferece.

Pode-se passar horas e horas sem se preocupar com o que comer ou beber porque lá e ao redor encontra-se bares e restaurantes que servem pratos apetitosos e bebidas a gosto. E tem também quiosques e vendedores ambulantes com coco verde, refrigerantes e cervejas em lata.

A beleza das esculturas na paisagem

Apreciar a beleza do Dique, um local de reverência a Oxum, a Rainha das Águas Doces, crença do Candomblé, religião de raiz africana, seguida por seus descendentes e adeptos. E foi assim que o artista Tati Moreno quis homenagear este sincretismo baiano produzindo 12 esculturas com sete metros de altura cada, que representam 12 orixás.

Oito estão nas águas do dique formando uma visão bela do local, são elas: Oxum, orixá da água doce, prosperidade e riqueza; Xangô, orixá do fogo, do trovão, do raio e da justiça; Ogum, orixá da guerra; Oxalá, pai  de todos os orixá e mortais; Oxossi, orixá da caça e da fartura; Nanã, senhora da morte e da ressurreição; Iansã, orixá dos  raios e do fogo; e Iemanjá orixá das águas salgadas.

As esculturas citadas formam a Roda dos Orixás no dique, segundo os seguidores do sincretismo estão em posição de Xirê. Já na terra estão as esculturas de Oxumaré, orixá da chuva e da riqueza; Ossanha ou Ossain, orixá das folhas sagradas; Logun-Edé, orixá jovem da caça e da pesca e Ewá, orixá da beleza e dos mistérios.

 

 


Festival Internacional do Chocolate e Cacau em Ilhéus

Quatro dias especiais com direito a saborear uma das melhores iguarias de todos os tempos, em todas as formas e adicionadas aos mais variados sabores! Vem aí o Chocolat Bahia – Festival Internacional do Chocolate e Cacau, em sua 9ª edição


Foto divulgação de Mauricio Maron

“Chocolate, chocolate… Eu só quero chocolate!”, os versos de “Chocolate” do “síndico” Tim Maia, deixam bem clara a paixão do brasileiro por esse alimento, feito a partir da amêndoa fermentada e torrada do cacau.

Para celebrar a intimidade entre o sul da Bahia e o melhor desta iguaria apreciada em todo o mundo acontece entre os dias 20 e 23 de julho a 9ª edição do Chocolat Bahia – Festival Internacional do Chocolate e Cacau.

A festa é apoiada pelo governo do estado, através do edital de Eventos Calendarizados, do Fundo de Cultura da Bahia. Voltado para consumidores e profissionais da área, o Chocolat atrai anualmente milhares de visitantes, marcando o calendário turístico da cidade e firmando o Sul da Bahia como principal região produtora de chocolate de origem do Brasil.

Estátua de Jorge Amado no bar conhecido através do romance “Gabriela Cravo e Canela

Durante o festival, serão reunidos mais de 30 marcas de chocolate e cerca de 80 expositores no pavilhão de feiras Centro de Convenções de Ilhéus, além de promover cursos de capacitação, debates sobre temas do setor, rodadas de negócios e palestras ministradas por especialistas internacionais.

A programação inclui workshops gratuitos de receitas à base de chocolate com renomados chefs do país. Um deles é Lucas Corazza, aclamado confeiteiro e jurado do reality show Que Seja Doce, do canal GNT. Serão também realizadas visitas a fazendas produtoras de cacau, exposição de esculturas de chocolate e uma vasta programação.

O idealizador e organizador do projeto, Marco Lessa conta que o Festival Internacional do Chocolate e Cacau da Bahia alcançou sucesso nas oito edições anteriores e que sua inclusão no rol dos Eventos Calendarizados atendidos pelo Fundo de Cultura da Bahia garante a ampliação e crescimento de um projeto que traduz como nenhum outro a cultura centenária da região sul da Bahia em todos os seus aspectos.