Vale do Pati: um contato direto com a natureza


Vale do Paty. Foto de Rodrigo Galvão

Em um viagem à Bahia a visita à Chapada Diamantina é de suma importância para ter o contato direto com a natureza em meio as suas cachoeiras, morros, vales e vegetação, mas o Vale do Pati não deve ser deixado nunca de fora desta viagem, principalmente para quem gosta de trekking ( palavra sul-africana que seguir um trilho ou o chamado percurso pedestre e fazê-lo a pé. Como desporto está inserido na modalidade de caminhada ou/e trilha) . Localizado no município de Mucugê é um dos destinos de contato com a natureza, beleza, trilha e ecoturismo mais conhecidos do país.

 

O trekking no Vale do Pati percorre uma área do Parque Nacional da Chapada Diamantina, região riquíssima e de muita exuberância do estado da Bahia, passando por entre vales, montanhas e vegetação densa de mata atlântica e pelas mais incríveis paisagens.

Gruta Morro do castelo no Vale do Pati

Os amantes de ecoturismo afirmam que não basta apenas um dia para se explorar esta maravilha da natureza e sim no mínimo três dias para que o visitante possa usufruir das trilhas incríveis desafiadoras e das cachoeiras, destacando o Cachoeirão, considerada a segunda maior queda da Chapada Diamantina com 270 metros.

O acesso ao Cachoeirão é do município de Mucugê indo até o povoado de Guiné, onde tem o ponto conhecido como Aleixos, a partir daí os visitantes pegam uma trilha íngreme e depois caminha pelo planalto, um percurso de mais ou menos quatro horas. O que vale a pena demais porque a visão que o visitante ira se deparar é deslumbrante!

Um momento único para cada pessoa, que do alto poderá observar a beleza da Chapada com suas serras e a vegetação exuberante!.

Mucugê. (Guia Mucugê)

 

Mucugê- Fica a cerca de 450 km de distância de Salvador, é uma das mais antigas da região da Chapada Diamantina, fundada no fim do século XVIII. A cidade foi um dos principais centros de exploração de ouro e de diamantes, assim como a famosa cidade de Lençóis, apresentando até hoje os casarões coloniais de estilo português. Favorável para o Ecoturismo, Mucugê é um local bastante visitado por pessoas que apreciam o turismo cultural.

De arquitetura colonial totalmente preservada, e ruas bem limpas, chamam a atenção os seus jardins e canteiros muito floridos. O Alto do Capa Bode é considerado um local de contemplação, onde habitantes e visitantes garantem ali terem avistado OVNIs – Objetos Voadores Não-Identificados. Mucugê oferece também locais de rara beleza, como cachoeiras, paisagens, vales e cânions, histórias de lutas pela posse do garimpo, de defesa contra a invasão da Coluna Prestes e de destemidos coronéis que eram respeitados pelo poder e riqueza.

O Centro Histórico da cidade é preservado nos arredores do Parque Nacional. Pequena, a cidade tem circulação simples: existem apenas duas avenidas centrais, ambas de paralelepípedo, uma continuação da outra. As duas igrejas, a praça com coreto e o calçamento de pedras são irresistíveis para um passeio a pé. Há a Associação de Guias, onde o visitante poderá agendar seus passeios. (Secom/Prefeitura de Mucugê)

 


“City Tour Panorâmico” com visita a 6 cartões-postais de Salvador


​Um roteiro de passeios que é uma verdadeira imersão aos principais pontos turísticos da primeira capital do Brasil. O “City Tour Panorâmico” inclui visitas ao Farol da Barra e ao Forte Santo Antônio, uma das edificações militares mais antigas da América Portuguesa (1539). Um passeio ao poético Dique do Tororó, ilustrado pelas esculturas dos orixás assinados pelo artista Tati Moreno, banhando as margens da Arena Fonte Nova.

Além de paradas na Cidade Baixa, onde é possível receber as bênçãos na Igreja do Bonfim e conhecer o Forte Nossa Senhora do Monte Serrat e o famoso Mercado Modelo, conhecido por ser o maior centro de artesanato da cidade e o local ideal para comprar lembrancinhas e mimos. Todo este roteiro é programado pela agência de viagens e turismo, LCR Brisa, há 15 anos no mercado.

A primeira capital do país não passa despercebida nas suas belezas naturais, arquitetura, culinária e muito menos na receptividade dos soteropolitanos. Banhada pela Baía de Todos-os-Santos, a capital fundada em 1549 nos instiga pela sua criatividade, autenticidade e diversidade de cores, sabores e credos.

E quem visita estas terras possui uma série de possibilidades em passeios e experiências inesquecíveis sejam para as praias, igrejas, barzinhos, monumentos históricos ou tradicionais bairros da cidade, mas o difícil é saber por onde começar. Por isso, a LCR Brisa criou este roteiro para os visitantes.

O passeio, que dura em torno de 3h, acontece durante todo o ano, no período da manhã, contando com guias qualificados, capazes de contar fascinantes histórias dos lugares visitados, seja em português, inglês ou espanhol. Os roteiros são realizados de maneira segura e rentável com responsabilidade social e ambiental e uma equipe capacitada para desempenhar um atendimento personalizado e eficiente.

A agência se compromete pelo seguro viagem, sem custos adicionais e disponibiliza kit primeiros socorros, além dos acessórios obrigatórios de proteção. Os interessados no passeio e em outros pacotes de serviços da LCR Brisa podem obter mais informações no site da empresa através do site www.lcrbrisa.com ou / Atendimento 24h nos telefones operacionais: (71) 3241-0005, (75) 9 9161 9167 e (75) 9 8828 9880.

 


Ecoturismo na Chapada Diamantina


Lençóis em Foto Rita Barreto/Setur-BA

Fazer trilhas, tomar banho de cachoeira e conhecer a fauna, flora e a história da Chapada Diamantina são ótimas opções para turistas que gostam de aventuras e até mesmo quem quer descansar da agitação das cidades grandes, usufruindo de ar puro com belas paisagens e cachoeiras para se banhar.

O ecoturismo é o grande foco de Lençóis, ponto de partida para muitos passeios – Morro do Pai Inácio, grutas Pratinha e Lapa Doce, poços Azul e Encantado e cachoeiras como Ribeirão do Meio, dentre outros. A cidade atrai turistas de todo o mundo e preserva um casario de estilo colonial datado do século XIX que remonta ao tempo em que era conhecida como Capital do Diamante.

Morro do Pai Inácio em foto de João Ramos/Bahiatursa

Boa pedida para o visitante é conhecer o Museu Vivo do Garimpo, em Mucugê, que lembra a história da exploração de ouro e pedras preciosas e o projeto Sempre Viva – focado na educação ambiental e ponto de partida para trilhas leves, com guiamento para as cachoeiras da Piabinha e do Tiburtino. Também vale esticar o passeio para visitar Igatu, distrito de Andaraí, município vizinho. Conhecida como a Machu Picchu baiana, a vila é o destino perfeito para quem gosta de história e praticantes de escalada.

Cachoeira da Fumaça

Vale do Capão, distrito de Palmeiras,  é um dos locais mais procurados para quem deseja descansar ou se aventurar em contato com a natureza.Entre os principais atrativos de Palmeira estão a Trilha Águas Claras e a Cachoeira da Fumaça, queda d’água com 360 metros. Como o fluxo turístico é grande nesta época de verão, além de hotéis, há a oferta de vagas com o aluguel de casas.


Passeio aprazível nas Ilhas de Morro de São Paulo e Boipeba


No verão as ilhas de  Morro de São Paulo e Boipeba, localizadas no Arquipélago de Tinharé, no município de Cairu, Baixo Sul da Bahia são muito procuradas por turistas de todo o país e exterior. Para facilitar o atendimento ao turista, a Prefeitura de Cairu através da Secretaria Especial de Morro de São Paulo (Semosp) e da Secretaria de Turismo, está realizando “Operação Verão”.

São aproximadamente 5400 leitos que estão distribuídos entre pousadas, hotéis e casas de aluguel. Segundo a Setur Cairu, grande parte dos leitos já estão ocupados para o período. A Expectativa do Trade é grande.

A Prefeitura Municipal de Cairu já registra 11 mil leitos ocupados em Morro de São Paulo e cerca de 4 mil em Boipeba para os meses de dezembro e janeiro. A ocupação anima o trade e movimenta economia local, que começa a sentir o aumento de turistas no arquipélago.

Praia da Cueira em Boipeba

Segundo as Secretarias de Turismo e de Desenvolvimento Sustentável, a Operação Verão contempla desde a criação de uma agenda cultural a melhorias dos serviços de saúde, segurança, limpeza e iluminação pública, além da fiscalização de rua para manter a ordem. O objetivo é melhorar a infraestrutura e atender melhor as demandas dos turistas.

Para o verão os turistas vão contar com uma programação cultural diversificada, entre festas e shows em bares e restaurantes de Morro de São Paulo e Boipeba, principais destinos do arquipélago.

Para quem quer descansar em todo o arquipélago o turista pode aproveitar as belas paisagens paradisíacas.

 

 

 


Visite a Ilha dos Frades


Os peixes e outros seres marinhos circulando à vista de todos, até mesmo nas menores poças d’água, a mata intocada e o habitante nativo reforçam o carimbo de paraíso que a Ilha dos Frades, em Salvador, adquiriu ao longo do tempo. Com aproximadamente oito quilômetros de extensão, a ilha é de acesso exclusivo a barcos particulares e escunas de turismo que saem do Terminal Náutico de Salvador, Comércio. O local atinge, nos meses de alta estação, o pico de até 5 mil turistas em apenas um fim de semana, entre visitantes nacionais e internacionais.

A maioria dos visitantes conhece a localidade pelo esquema bate e volta, com permanência de seis a oito horas. Curiosamente, a ilha possui formato de uma estrela de 15 pontas, possuindo em praias em todas elas. Desde 1982 o lugar foi tombado como reserva ecológica, passando a integrar a Área de Proteção Ambiental (APA) da Baía de Todos-os-Santos.

Única opção para hospedagem, a Pousada Janaína é gerida por Conceição de Jesus, 60 anos. Nativa da ilha, ela é responsável pelos quilinhos a mais dos visitantes que desfrutam dos quitutes sempre baseados na cozinha regional nordestina, como raízes cozidas, refogados, moquecas e um cardápio especial de frutas.

“Estamos funcionando há 25 anos. Recebemos turistas do mundo inteiro e eles, sempre que podem, retornam trazendo amigos e familiares, porque realmente gostam da praia e do que oferecemos por aqui”, diz Conceição. O estabelecimento tem apenas cinco suítes e diárias a partir de R$150 para o casal, com café da manhã incluso. O almoço sai a partir de R$ 20 por pessoa.

Roteiro – Dentre as opções de diversão na Ilha dos Frades consta a Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe, construída possivelmente no século XVII e que dá nome à principal praia do lugar. Neste início de dezembro, a atração teve a confirmação da renovação do selo Bandeira Azul, com processo conduzido pela Secretaria Cidade Sustentável e Inovação (Secis), em parceria com entidades como a Fundação Baía Viva. Concedida pela Foundation for Environmental Education (FEE), a certificação premia a qualidade das principais praias em todo o mundo, seguindo critérios como segurança, qualidade da água, gestão e educação ambiental. O roteiro inclui ainda as praias do Loreto, da Viração, do Tobar e Tobazinho, entre outras. Além do banho, outras atividades constantes por lá são o mergulho e a vela.

História – De acordo com historiadores, a ilha ganhou a denominação “dos Frades” por conta de religiosos que se abrigaram na localidade após escaparem de um naufrágio. Contudo, acabaram sendo devorados por índios da etnia Tupinambá que residiam por lá. A ilha também foi entreposto de escravos para o Recôncavo Baiano. Uma das áreas da região funcionou como leprosário. Uma das grandes figuras históricas da Ilha dos Frades foi o Barão de Loreto (1836-1906), personagem política da época do Império.

Como chegar: Para chegar até à Ilha dos Frades, o visitante tem duas opções. Uma delas é pegar uma das escunas que saem diariamente do Terminal Náutico da Bahia, no bairro do Comércio, com preços a partir de R$60 por pessoa. A outra opção é seguir até o município vizinho de Madre de Deus, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), onde há lanchas que fazem o trajeto regular ou fretado.