Feira Internacional Bahia Vinho

Vinícolas do Velho e Novo Mundo estarão com estandes na terceira edição da feira internacional de vinhos Bahia Vinho Show, realizada pelo Clube Gourmet Bahia …





Bar e restaurante cult em Salvador


Sócios apostam em conceito cult, clima descontraído, cardápio variado e cervejas artesanais. Fotos  divulgação Thiago Del ReyCom o slogan “onde você esquece do mundo”, o restobar Mangô, localizado na Rua Professor Cassilandro Barbuda nº 355 Lj 01 – Costa Azul, abriu as portas neste mês de outubro. O nome é uma referência a um dos pontos fortes do ambiente: uma grande mangueira que, durante o almoço, oferecerá sombra aos clientes e, à noite, deixará o cenário ainda mais charmoso. Um ambiente agradável, cuidadosamente pensado para acolher aos que desejam desfrutar de boas companhias e, claro, degustar as delicias do variado cardápio.

Os empresários e amigos de longa data, João Nunes Jr. e Nuncio Diamantino, idealizaram o Mangô a partir do desejo em comum de compartilhar experiências gastronômicas ao lado de boas companhias. O empreendimento tem toques e referências pessoais, desde as escolhas do cardápio à decoração e paisagismo, respectivamente assinados por Marilia Portela e Roseli Perroni.

O menu foi elaborado através de pesquisas, conversas e trocas de opinião com o público alvo realizadas pelos próprios donos. “Queremos atender às expectativas e essa parte foi desenvolvida com atenção especial”, explica João. Os petiscos são as grandes apostas, bem como os drinks, vinhos e cervejas artesanais. Estas, inclusive, virão de uma chopeira com quatro tipos diferentes da bebida.

Mas as novidades não param por aí. Com uma proposta cult, o Mangô será, também, um reduto de artes e haverá programação variada para os amantes da música, dança e fotografia, por exemplo.

MANGÔ RESTOBAR

INSTAGRAM: @mangorestobarsalvador

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

Terça a Quinta das 17h às 22h30

sexta e sábado 17h às 23h30

Domingo das 17h às 22h30

Almoços: sexta, sábado e domingo


Festival Tempero Bahia com programação multicultural no Passeio Público


 

Música instrumental, Cozinha Show, Mercado do Passeio, Espaço infantil e Comidinhas da Bahia, são atrações nos dias 18 e 19 de agosto

O Festival Cultural e Gastronômico Tempero Bahia reserva um momento especial no Passeio Público de Salvador, no Campo Grande, nos dias 18 e 19, sábado e domingo. Além da gastronomia, e com o objetivo de ocupar com cultura, os espaços públicos, o evento oferecerá, gratuitamente, dois dias de entretenimento para a cidade, com um cardápio de boas opções para agradar a um público de todas as idades. Os portões do Passeio Público estarão abertos das 11h às 21h, para receber baianos e turistas com doses de boa música, artesanato e design, oficinas infantis e muito mais. O Tempero Bahia é uma realização do Governo Federal e Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet com patrocínio da CIELO, e apoio da Prefeitura de Salvador, Sebrae, Senac e Ipac.

Chef Tereza Paim-anfitriã. Divulgação

Atrações e novidades não vão faltar nessa segunda edição do evento. Dentre elas está a Cozinha Show, com uma maratona de aulas gratuitas com degustação, cheias de técnicas, receitas e curiosidades, pilotadas por chefs convidados, como Vitor Generoso, de Alagoas e Viviane Gonçalves, de São Paulo, e locais, a exemplo de Ricardo Silva, do Restaurante Carvão e Tereza Paim, do Casa de Tereza, entre outros. A aula da chef baiana, curadora do Tempero Bahia, terá como mote a inclusão na cozinha e será ministrada com intérprete de libras e áudio descritor, em parceria com instituições que atendem a portadores de necessidades especiais. As aulas serão ministradas das 11h às 16h30.

O Tempero Bahia também proporcionará atividades para a gurizada. Além da aula Mini Chef, na Cozinha Show, os pequenos poderão participar gratuitamente das oficinas de bolhas de sabão gigante, no sábado, 18, às 16h30, e da oficina de jardinagem com o grupo Canteiros Coletivos, no domingo, 19, às 15h30. Ambas as oficinas têm número de vagas limitado.

Música Instrumental

A programação musical, que valoriza a música instrumental, terá atrações escolhidas a dedo, para levar a boa música aos ouvidos mais apurados. No sábado, 18, às 17h30, o pôr-do-sol será embalado pelo Letieres Leite Quinteto. O músico, arranjador e maestro, líder da Orkestra Rumpillezz, ainda conduzirá a oficina musical As matrizes africanas na Música Brasileira – Abordagens rítmicas e a experiência sobre o universo sonoro brasileiro, para alunos da rede pública de ensino, às 16h.

Armandinho. Divulgação

Ainda no sábado, às 19h, quem sobe ao palco é o grupo CPIChoros Populares, com a participação do músico Armandinho Macedo. Com programação instrumental eclética, o Festival abre espaço no domingo, 19, para o Quarteto de Cordas da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), que fará apresentação às 17h30. E quem encerrará a programação é o grupo Skanibais, com o ritmo dançante ska, às 19h.

Comidinhas da Bahia

Outro destaque do Passeio Público é o espaço Comidinhas da Bahia, no qual chefs renomados comercializarão suas iguarias, das 11h às 21h. Dentre eles estão Tereza Paim, que trará Bolinho de feijoada, Maniçoba e Sarapatel; Beto Pimentel, do Paraíso Tropical, que oferecerá Moqueca de Camarão e Tarioba, e Casquinha de Aratu. Escondidinho de Camarão, Quiche de Palmito Pupunha, Peito de Peru e Alho Poró e crepes franceses, são as especialidades da chef Andrea Nascimento, do Solar, que estarão no cardápio.

No The Butcher House, da chef Emanuele Nascimento, as comidinhas serão o Choripan Chucro, Bitch Burger e Haste de Pupunha Grelhada. Já a chef Karine Poggio, do Coentro Gastronomia Afetiva, servirá Camarão com Vatapá de Banana da Terra, Abará com Molho Lambão Especial e Brownie de Chocolate 70%, enquanto o Buteco do Piri promoverá um autêntico ‘Festival do Bacalhau’, com Bolinhos de Bacalhau, Crocante de Bacalhau, Feijoada de Marisco, Pastel de Siri Catado e mini abarás.

Mercado do Passeio

O Mercado do Passeio é um espaço dedicado à venda de diversos produtos de arte, artesanato e design, que funcionará das 11h às 20h, no Passeio Público. Algumas das marcas mais cool da cidade estarão por lá: Preta Brasil, com seus adornos africanos; Kazza.9, com souplats e guardanapos; Fonte Atelier e sua moda autoral; Com Arte, brinquedos artesanais; Menina Terra, marca de cosmética natural; Catatábua, que faz objetos de madeira; os terrários do TMMJ; Criazon, jeans customizados; Atelier Maram, com produtos de couro e madeira; Candida Specht, apresentando bolsas e mochilas; óculos de sol Sonbrille; Ninho de Histórias, com livros infantis; facas artesanais da Cutelaria SG; Aquele Treco, arte e objetos; ICG camiseteria; acessórios raiz, com a Agô; Leila Daltro, com bijoux; Pé de Mato, comercializando temperos desidratados, Jasmim Atelier de crochê e Cordel Encantado.

Com o intuito de facilitar o acesso dos visitantes, o evento firma parceria com o aplicativo de mobilidade 99Pop!, que dará 30% de desconto na ida e na volta do Passeio Público.


Flipelô com mesa farta e literatura na Casa do Benin


Divulgação

Entre os dias 9 e 12 de agosto, a  Casa do Benin (Pelourinho) se junta à movimentação da 2ª Flipelô e oferece ao público uma programação especial que envolve literatura, culinária, música e muito mais. Com destaque para a produção literária de escritores afrodescendentes e da periferia da cidade, a mesa da Casa do Benin será, literalmente, bem servida.

A comida afrodiaspórica Ajeum da Diáspora dará o sabor para rodas de conversas literárias, performances poéticas, apresentações musicais, além de um encontro de saraus e de um slam (batalha poética). Também acontece uma feira livre com livros e produtos afins.

A Casa do Benin é um dos espaços culturais administrados pela Prefeitura Municipal de Salvador, através da Gerência de Equipamentos Culturais (Gecult) da Fundação Gregório de Mattos (FGM). Assumindo a idealização e coordenação geral da iniciativa, o gerente da Gecult, Chicco Assis, explica que a participação da Casa do Benin na Festa Literária exalta dois expoentes da literatura soteropolitana – a produção literária negra e das periferias.

Segundo o gerente, “Salvador, que há muito se destaca no cenário literário nacional e internacional, graças a obra de inúmeros dos seus escritores negros, tem sido bastante fortalecida atualmente pelos movimentos que tem acontecido nas periferias da cidade, capitaneados especialmente pela juventude negra, através saraus, slams e outros acontecimentos”.

O espaço, que já havia participado da edição anterior da Flipelô, ainda que de forma mais tímida, com contações de história e lançamento de livros, pretende atrair para o evento um público específico formado em sua maioria por artistas e outras pessoas que se interessam pelos motes que serão valorizados pelas atividades propostas. Assis complementa ainda que “sendo a Casa do Benin um espaço aglutinador e difusor das relações culturais estabelecidas entre a Bahia e a África, a sua participação na Festa Literária, enaltece a poética da negritude e das periferias.

Com isso, os laços do espaço com a ancestralidade afrodiaspórica é revalidado, além de uma grande contribuição para debates de extrema urgência na atualidade, como o combate ao racismo, à intolerância religiosa e ao extermínio da juventude negra que ainda insistem em nos rodear”.

Alex Simoes. Foto Lissandra Pedreira

Nos quatro dias de programação, o acervo da Casa do Benin, com obras coletadas por Pierre Verger em expedições à África, estará aberto à visitação sempre das 10 às 17h. No primeiro dia, 09, quinta-feira, o grupo Gangara realiza uma roda de capoeira. Já na sexta, dia 10, às 19h, as editoras Organismo e Segundo Selo realizam a primeira roda de conversas sobre Literatura Negra Contemporânea e Processos Criativos, coordenada por Silvânia Carvalho e que contará a participação dos autores baianos Davi Nunes, Vânia Melo e Alex Simões.

No sábado e no domingo, dias 11 e 12, das 10 às 17h, acontecerá no Pátio da Casa do Benin, a PeriFeirAfro Literária e, que tem a proposta de expor e comercializar de livros e produtos afins, além de promover sessões de autógrafos de escritores e escritoras negras e da periferia. Já estão confirmas as participações das editoras baianas Organismo, Segundo Selo, Galinha Pulando e da carioca Malê.

Ajeum da Diáspora da chef Angélica Moreira

O sábado será o dia da Ocupação Poéticas Periféricas, liderada pelo poeta Valdeck Almeida, do selo Galinha Pulando. Além da PeriFeirAfro, a partir de 11h, acontece o Ajeum Lítero-Sonoro, com a chef Angélica Moreira e seu Ajeum da Diáspora apresentando e servindo um suculento Cozido, acompanhado de entradas e de batidas preparadas com coco, tamarindo e maracujá, batizadas de Fufu, Dedeu e Jajá.

O almoço será servido ao som de Música Preta Periférica, set list especial que será discotecado pelo DJ Gug Pinheiro. Às 13h, acontece o Sarau Poéticas Periféricas com integrantes do livro recém lançado que reúne 100 jovens poetas periferia, que Almeida chama de “as novas vozes da poesia soteropolitana”. Às 14h, acontece mais uma roda de conversas, com o tema: A Poética Periférica no Centro da Literatura Sorteropolitana, com a participação dos poetas Gisele Soares, Sandro Sussuarana, Samuel Lima, Luz Preta Marques, Fabrícia de Jesus e Rilton Júnior.

E a partir das 15h, acontece o ápice da ocupação com um Encontro de Saraus, uma roda poética com representantes dos mais importantes saraus e coletivos poéticos da cidade – Sarau Bem Black, Sarau da Onça, Sarau do Cabrito, Sarau do JACA, Sarau da Raça, Sarau Bairro da Paz Vive e Coletivo Pé Descalço.

Para finalizar a programação, no domingo, além da PeriFeirAfro, será a vez do poeta Nelson Maca e seu Candomblacksia capitanearem a Ocupação Dia Preto, se preto ele for! A partir das 11h, acontece mais um Ajeum Lítero-Sonoro. Para este dia, a chef Angélica Moreira promete servir um dos pratos mais cobiçados no Ajeum da Diáspora, o Efó, que poderá ser acompanhado de Peixe ou Frango.

E, nas pick-ups de DJ Gug Pinheiro, muita Música Preta Brasileira. Às 13h: acontece a apresentação do CandomBlackesia: Axé e Poesia na Batida, que na Flipelô anterior atraiu uma multidão. Nelson Maca & Afro-Power-Trio: Dj Gug, João Teoria e Mestre Jorjão Bafafé realizam uma performance afro-poética e musical que conta com a participação de convidados especiais: Alexandra Pessoa, Lee27, Vera Lopes e Netas de Francisca: Lucia Santos e Luiza Gonçalves.

Já 14h, as atrizes Vera Lopes e Emile Lapa apresentam Letras e Vozes de Mulheres Negras, uma performance que promove o diálogo entre poemas de Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo. Às 15h, acontece a roda de conversas Escrita Atual da Bahia Preta, com os escritores e escritoras que participam da PeriFeirAfro Literária. O encerramento, às 16h, fica por conta da Free Pelô: Slam dos Slans, que promoverá uma batalha poética entre representantes de importantes slams que acontecem em Salvador – Slam da Onça, Slam Lonan, Slam das Minas e Slam da Raça.

O acesso à Casa do Benin é gratuito. Os produtos das feiras serão comercializados a preços acessíveis, e os pratos do Ajeum da Diáspora terão valor de R$30 por pessoa. “A ideia é que o público da Flipelô possa circular pela Casa do Benin, para conhecer o acervo deste espaço e ainda fortalecer a economia negra e periférica”, destaca Chicco Assis.

A programação da Casa do Benin na Flipelô é uma realização da Fundação Gregório de Mattos e da Prefeitura de Salvador. A parceria da Fundação Casa de Jorge Amado, realizadora da Flipelô, bem como das editoras Organismo, Segundo Selo, Malê, Galinha Pulando, do grupo Candomblacksia, dos poetas Nelson Maca e Valdeck Almeida, e dos diversos artistas e demais profissionais que participam do evento, é de fundamental importância para o sucesso do evento.

O quê: Programação da Casa do Benin na Flipelô

Quando: 9 a 12 de Agosto

Onde: Casa do Benin

Quanto: Programação Cultural e Visitação – Gratuita, Feira Literária – Livro com preços acessíveis, Ajeum da Diáspora – R$30,00 – Entrada e Prato Principal

CASA DO BENIN NA 2ª FLIPELÔ

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

– QUINTA, dia 09/08

10 às 17h – Visitação à Exposição Permanente do Acervo da Casa do Benin

19h – Roda de Capoeira com o Grupo Gangara

– SEXTA, dia 10/08

10 às 17h – Visitação à Exposição Permanente do Acervo da Casa do Benin

19h – Roda de Conversas: Literatura Negra Contemporânea e Processos Criativos – Roda de Conversas coordenada por Silvânia Carvalho, com a participação dos autores: Davi Nunes, Vânia Melo e Alex Simões. Organizado pelas editoras Organismo e Segundo Selo.

– SÁBADO, dia 11/08

10 às 17h – Visitação à Exposição Permanente do Acervo da Casa do Benin e PeriFeirAfro Literária – Exposição e venda de livros e produtos afins, com sessão de autógrafos de escritores e escritoras da periferia. Editoras convidadas: Organismo, Segundo Selo, Malê, Galinha Pulando e outras.

A partir de 11h – Ajeum Lítero-Sonoro – A chef Angélica Moreira e seu Ajeum da Diáspora – apresenta e serve o prato do dia: Cozido. DJ Gug Pinheiro discoteca Música Periférica Brasileira

A partir de 13h – Ocupação Poéticas Periféricas – organizada por Valdeck Almeida e pela Editora Galinha Pulando

13h – Sarau e lançamento do livro Poéticas Periféricas: A nova voz da poesia Soteropolitana, com a participação de poetas da coletânea.

14h – Roda de Conversas: A Poesia Periférica no Centro da Literatura Sorteropolitana, com a participação dos poetas Gisele Soares, Sandro Sussuarana, Samuel Lima, Luz Preta Marques, Fabrícia de Jesus e Rilton Júnior.

15h – Encontro de Saraus – Roda poética com representantes de importantes saraus e coletivos poéticos da cidade – Sarau Bem Black, Sarau da Onça, Sarau do Cabrito, Sarau do JACA, Sarau da Raça, Sarau Bairro da Paz Vive e Coletivo Pé Descalço.

– DOMINGO, dia 12

10 às 17h – Visitação à Exposição Permanente do Acervo da Casa do Benin e PeriFeirAfro Literária – Exposição e venda de livros e produtos afins, com sessão de autógrafos de escritores e escritoras da periferia. Editoras convidadas: Organismo, Segundo Selo, Malê, Galinha Pulando e outras.

A partir de 11h – Ajeum Lítero-Sonoro – A chef Angélica Moreira e seu Ajeum da Diáspora – apresenta e serve o prato do dia: Efó, com peixe ou com frango. DJ Gug Pinheiro discoteca Música Preta Brasileira

13h – CandomBlackesia: Axé e Poesia na Batida – Performance afro-poética e musical com Nelson Maca & Afro-Power-Trio: Dj Gug, João Teoria e Mestre Jorjão Bafafé e convidados: Alexandra Pessoa, Lee27, Vera Lopes e Netas de Francisca: Lucia Santos e Luiza Gonçalves

14h – Letras e Vozes de Mulheres Negras – Vera Lopes e Emile Lapa apresentam performance com diálogo entre poemas de Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo

15h – Roda de Conversas: Escrita Atual da Bahia Preta – Roda de conversa com escritores e escritoras que participam da PeriFeirAfro Literária

16h: Free Pelô: Slam dos Slans – Slam de poesia com representação de slams pioneiros de Salvador – Slam da Onça, Slam Lonan, Slam das Minas e Slam da Raça


Canavieiras realiza o 2º Festival Gastronômico do Caranguejo


Foto Regis Silbar

O Festival Gastronômico do Caranguejo de 2018, em sua segunda edição, acontecer entre os dias 6 e 9 de setembro, em Canavieiras, com atrações musicais e culturais, cozinha show (Casa do Chef), pratos típicos e gastronomia com o crustáceo mais amado do Brasil. O evento promete o mesmo sucesso  do ano passado, cuja vontade de comer um bom prato e conhecer umas das cidades praieiras mais bonitas da Bahia levou mais de 20 mil pessoas ao festival.

O primeiro dia (6 de setembro) começa com a abertura oficial, seguido por desfile temático e a abertura da Casa do Chef com o curador do evento Junior França. Durante os quatro dias o espaço receberá diversos profissionais, sendo locais e convidados, que apresentarão e ensinarão pratos onde a iguaria é a estrela. Entre os principais nomes estão o Chef Charles Silva do Rio de Janeiro, Henrique Cruz de Salvador, Clécio Campos, Dani Façanha e Marli Catarina. Haverá também a escolha da Musa do Caranguejo com 15 candidatas da cidade representando toda a beleza local e shows.

 

A grande atração do dia 7 (sexta-feira) é o Caranguejódromo, um espaço onde acontecerão concursos temáticos como quem come mais caranguejo ou quem cata a sua carne mais rápido. Esse também será o local onde os turistas poderão degustar o tão amado “caranguejo toc toc”, que é o ato de comer o crustáceo com o martelinho. Ainda na sexta-feira terá a Feira da Agricultura Familiar, Cerimonial 7 de setembro, Desfile Temático/Cívico, Apresentações Culturais e Aula Casa do Chef.

O evento ainda conta com feira de artesanato, apresentações culturais locais, palestras temáticas sobre a preservação dos mangues e do caranguejo, stand de exposições voltados para a história do crustáceo,palco de shows alternativo e palco principal que receberá nomes de peso nacional.

A parte gastronômica foi amplamente trabalhada com os restaurantes cadastrados que elaboraram pratos especiais sob a supervisão do chef Junior França. Durante todo o mês de agosto os donos dos estabelecimentos e o curador estiveram em workshops e reuniões para montar um cardápio onde. se pode apreciar bolinho de poã, poã a milanesa, poã recheada, casquinha de caranguejo, moqueca e caranguejo ao molho.

A história do evento é muito antiga em Canavieiras, em 1994 aconteceu o primeiro Festival do Caranguejo com shows musicais, nos anos seguintes uma feira de negócios passou a integrar a festa. Apenas em 2017, onze edições depois, o foco passou a ser gastronômico estimulando os restaurantes locais a criar pratos especiais para a data.

Junior França – Natural de Jequié, deu seus primeiros passos na culinária em um restaurante Italiano de massas caseiras em Itacaré. Após passear por vários estilos nos estabelecimentos locais alçou vôos mais alto e foi trabalhar na Espanha, em Valência, tornando-se Chef de brigada do Restaurante Burdeos In Love, um dos mais visitados. No retorno ao Brasil especializou-se em comida baiana e abriu seu próprio restaurante em Itacaré, o que o levou a participar de diversos festivais gastronômicos tornando-se em 2016 curador do Festival Sabores de Itacaré 2016. Já em 2017 assumiu a curadoria do 1º Festival Gastronômico do Caranguejo.

Hoje tem como trabalho resgatar a gastronomia local por onde passa com base na agricultura familiar, agregando valor.

O local – Canavieiras tem um dos maiores habitat do caranguejo-uçá (Ucides cordatus) que vivem exclusivamente áreas de manguezal, sendo esse um ecossistema costeiro, de transição entre os ambientes terrestre e marinho, provendo uma farta oferta de alimento e retém detritos, com sumária importância para a vida de várias espécies marinha e também para as que habitam a área de transição.

A cidade se destaca como uma das mais relevantes na culinária de peixes, mariscos e envolvidos dentre as cidades do litoral da Bahia. Uma variada oferta de produtos compõem os cardápios de bares e restaurantes do município. Com caranguejo são feitos catados, moquecas, mariscadas, Paella, Caranguejo Cozido, Puãs Empanadas, saladas, tapiocas, pizzas, lasanhas e casquinhos, o famoso prato Cabeça de Robalo, de origem e exclusivo da culinária Canavieirense.


Livros, música e boa comida na Flipelô


Restaurante Senac/Pelourinho. Divulgação

Nesta semana começa a  2ª Festa Literária do Pelô, a Flipelô, de 8 a 12 de agosto, com grandes atrações nacionais e internacionais no campo das letras que lançarão seus livros. Tudo isto mesclado com boa música e a gastronomia típica da Bahia para ninguém botar defeito em vários restaurantes espalhados pelo circuito.E também dicas de quem sabe fazer um delicioso prato típico da terra, como as renomadas escritoras Mabel Veloso, Paloma Amado e a chef Dadá.

Mesas de debates, bate-papos com crianças, jovens e adultos sobre os mais variados aspectos da literatura, lançamentos de livros, saraus de poesia, slam e uma rica programação infantil com contação de história e diversas atividades lúdicas marcarão esta edição. Haverá também exposições, apresentações teatrais e musicais e, pela primeira vez, a Rota Gastronômica A mados Sabores, que contará com a participação de 20 restaurantes do Centro Histórico, que produzirão pratos com preços especiais com receitas inspiradas no livro de Paloma Amado, “A Comida Baiana de Jorge Amado”.

Quase baiano, o pernambucano Diógenes Moura viveu em Salvador por muitos anos antes de migrar para São Paulo. Em O Livro dos Monólogos – Recuperação para Ouvir Objetos, que ele lança no dia 11.07, às 17h, no Salão Nobre da Faculdade de Medicina (Terreiro de Jesus), durante a Flipelô ele explora e expande o diálogo entre literatura e fotografia que marca a trajetória do escritor e curador em textos que falam de suas vivências nestas três cidades. Conhecido por duas décadas de trabalho como curador de fotografia, sobretudo à frente da Pinacoteca do Estado de São Paulo, ele mostrou sua prosa urgente, intensa e irônica em seis livros anteriores e também nas intervenções poéticas e personalíssimas que comentam as duas centenas de exposições de fotografia que organizou. Durante o lançamento o autor lerá o monólogo “O Furto no Apartamento 44”, presente no livro.

Enquanto houver poesia

Divulgação (SoundCloud)

 

Dann Silveira, músico e poeta feirense, faz apresentação musical especial com seu show Enquanto Houver Poesia na Flipelô, no dia 9.8, às 11h, no Café Teatro Zélia Gattai. Em 2016 ele lançou o livro também chamado Enquanto houver Poesia, pela Chiado Editora. O show tem formato lítero-musical, onde o músico declama poesias, junto à Lorena Carvalho, produtora, declamadora e articuladora da apresentação, e faz canções autorais e belíssimas releituras de músicas brasileiras. Link do Show Completo ao vivo: https://youtu.be/Bfp2_rpkvMc.

 

 

Cd Amor & Loucura do Grupo A Roda homenageia Myrian Fraga

Myriam Fraga, idealizadora da Flipelô, recebe tripla e justa homenagem na Festa Literária : exposição, lançamento de dois livros e do CD do grupo A Roda “Amor & Loucura”, dedicado a memória da escritora. Todas acontecem no dia 9.8, às 11h, na Galeria Solar Ferrão. O álbum com 22 faixas tem direção musical de  e é inspirado na peça teatral, de mesmo nome, que estreou em 2006 pelo grupo A Roda. A exposição que homenageia Myrian Fraga é “Poesia é Coisa de Mulher” e os livros lançados são “Pere grinos e Torta de Maçã”, ilustrado por Paloma Amado e o livro de crônicas “Mínimas Estórias Gerais”.

Flipelô com os pé na África

“Com os Pés na África” é o nome da mesa debate que irá reunir no dia 10.8, sexta-feira, às 20h, no Teatro Sesc-Senac o escritor angolano Gociante Patissa e o brasileiro Sérgio Túlio Caldas. Como mediador, o presidente da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo. Gociante Patissa lançou no ano passado no Brasil uma coletânea de contos que retratam a história e a cultura de Angola, intitulada “O Homem que Plantava Aves” e relança agora na Flipelô. Conhecido pelos leitores brasileiros, por seu perfil nas redes sociais e por seu primeiro livro publicado no Brasil, a coletânea poética “Almas de Porcelana” (Penalux, 2016), ele apresenta agora sua produção em prosa. Em o “O Homem que Plantava Aves” o escritor reuniu um conjunto de 14 contos e uma fábula, e o conto que dá título ao livro.

Cartas de amizade entre Amado e Saramago

Lívia Nestrovski e Fred Ferreira. Divulgação

Jorge Amado e José Saramago se encontram na 2ª Festa Literária Internacional do Pelourinho –  Flipelô (de 8 a 12 de agosto), através da apresentação musical “As Línguas das Canções”, com , ambos do Rio de Janeiro. A apresenta& ccedil;ão acontece em dois momentos do sábado, dia 11.08, no Teatro Sesc-Senac Pelourinho, às 16h e no Museu Eugênio Teixeira Leal às 20h. Inspirados no livro de correspondências entre Jorge Amado e José Saramago “Com o mar por meio – uma amizade em cartas”, a cantora Lívia Nestrovski e o guitarrista Fred Ferreira visitam a vida e obra destes dois escritores icônicos através de canções brasileiras e portuguesas.

Mabel Velloso. Divulgação

Mabel Velloso, Dadá e Paloma Amado
fazem encontro delicioso

Um encontro delicioso vai acontecer na Casa das Editoras Baianas, no dia 10.8, às 19h, na 2ª Festa Literária Internacional do Pelourinho. É o “Comendo Palavras” que reunirá Mabel Velloso, Dadá e Paloma Amado, para falar de livros e comida ! As três, além de saberem apreciar e fazer uma comida baiana digna dos deuses, sejam eles de que religião forem, são responsáveis por livros sensacionais. Mabel escreveu “Sal é um Dom – Receitas de Mãe Canô”, Dada escreveu o livro “Tempero da Dada” que tem edição bil&iac ute;ngüe organizada e apresentada por Paloma Jorge Amado e Paloma fez um verdadeiro tratado da cozinha baiana com base na obra de seu pai em “A Comida Baiana de Jorge Amado ou o Livro de Cozinha de Pedro Archanjo com as Merendas de Dona Flor”.

 

Senac transforma cultura em experiência gastronômica

Os apaixonados pela boa culinária vão poder participar das oficinas gastronômicas do Senac ofertadas na Flipelô nos dias 10 e 11 de agosto – turnos matutino e vespertino – de Frigideira de Maturi e Moqueca de Ostra, homenagem aos escritores Jorge Amado e João Ubaldo Ribeiro. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na Unidade Senac Pelourinho. E o Restaurante do Senac Pelourinho também está na Rota Gastronômica Amados Sabores circuito da Flipelô. Nos dias do evento (9 a 12/08) o restaurante do Senac estará com o preço promocional de R$59,90 – contemplando buffet típico com 40 pratos baianos e sobremesas.

Orquestra Afrosinfônica encerra Flipelô

Foto Rosilda Cruz. Divulgação

O maestro Ubiratan Marques preparou para o concerto de encerramento da Flipelô (12.8 às 17h, no Largo do Pelourinho) uma apresentação especial da Orquestra Afrosinfônica, com arranjos criados especialmente para músicas relacionadas ao universo da obra de Jorge Amado. Criada em 2009, a Orquestra Afrosinfônica se expressa a partir de uma abordagem erudita decorrente de pesquisas sonoras e conceitos intimamente ligados à música afro-brasileira, sendo estruturada por percussão popular e sinfônica, naipes de sopro e cordas e coro feminino.

Leia mais neste sitehttp://oquefazernabahia.com/2018/07/09/2a-festa-literaria-internacional-do-pelourinho-flipelo/

http://oquefazernabahia.com/2018/07/27/mateus-aleluia-abre-flipelo-com/

http://oquefazernabahia.com/2018/07/17/flipelo-tem-rota-da-gastronomia-e-tarifas-especiais-de-hospedagem/