São João no Pelourinho com muitas atrações


Foto Rosilda Cruz (Bahiatursa)

O Pelourinho vai se transformar em um verdadeiro arraiá para quem decidiu passar os festejos juninos na capital não vai faltar opção de diversão. Grande nomes nacionais da música nordestina estarão se apresentando, nos dias 23 e 24 de junho, no Terreiro de Jesus como Geraldo Azevedo,Elba Ramalho, Targino Gondim, Lucy Alves, Trio Nordestino, Cicinho de Assis, Del Feliz, Fulô de Mandacaru, Zé de Tonha, Jó Miranda, Forrozão, Felipe Araújo, Marilia Mendonça e Devinho Novaes.

Esta programação, organizada pelo governo do estado, através da Bahiatursa, contempla o Terreiro de Jesus, Largo do Pelourinho, Tereza Batista, Quincas Berros D´Água, Pedro Arcanjo e Cruzeiro de São Francisco, no Centro Histórico, e a Praça João Martins, em Paripe.

A tradição dos 60 anos do Trio Nordestino abre a programação do palco principal (Terreiro de Jesus), no dia 23 (sábado). A 5ª geração da atração, que nasceu em 1958, se apresenta a partir das 17h. Na sequência, será a vez do mago do forró, Val Macambira, apresentar um repertório recheado de ritmos nordestinos. Grande atração da noite, Geraldo Azevedo apresenta canções como ‘Táxi Lunar’, ‘Bicho de Sete Cabeças’, ‘Veneza Americana’, ‘Semente de Adão’, ‘Caravana’, ‘Dia Branco’ e ‘Moça Bonita’. A noite ainda segue com Cicinho de Assis e Genard.

O segundo dia, 24, será aberto por outro ícone do forró: Targino Gondim, com o show ‘Sem Limites’. A apresentação inclui clássicos como ‘Esperando na Janela’, ‘Pra se Aninhar’, ‘Dance Forró mais Eu’ e ‘Toca pra nos dois’. Del Feliz, que propaga o forró no mundo, se apresenta na sequência, com canções em italiano, espanhol e inglês ao toque da sanfona.

Depois de ter gravado um CD com diversos outros nomes do forró, Elba Ramalho reforça o time deste dia. A artista apresenta seus clássicos, a exemplo de ‘De Volta Pro Aconchego’, ‘Bate Coração’, ‘Asa Branca’, ‘Banho de Cheiro’, ‘Eu Só Quero Um Xodó’, ‘Tenho Sede’ e ‘Na Base da Chinela’. A grade terá ainda dois grandes nomes: Fulô de Mandacaru e Lucy Alves.

No Largo do Pelourinho, o dia 23 terá Flor de Maracujá, André Macedo, Poizé, Zé de Tonha e Mariana Fagundes. No dia 24, Kiko Salli, Cangaia, Jorge Zarath, A Patroa e Jó Miranda se apresentam. A programação nas praças será de sexta-feira (22) até domingo (24), com 15 atrações por dia. “Ainda contaremos com o forró pé de serra em um espaço que vem conquistando o público, a sala de reboco, que fica no Cruzeiro de São Francisco”, revela o superintendente da Bahiatursa, Diogo Medrado. A programação tem patrocínio do Banco do Brasil e da Schin.

Decoração do Pelô

Todo esse espetáculo ganha vida no Pelourinho com a decoração típica. As bandeirolas coloridas, os bonecos, estandartes, a casa de reboco, entre outros elementos, levam ao espaço as características típicas de um tradicional ‘arraiá’. Com o tema ‘Os Símbolos dos Festejos Juninos’, a decoração é um atrativo a mais. Ao todo serão utilizados mais de 35 mil metros de bandeirolas nas ruas, praças e largos.

Com itens como balões, flamulas, sanfonas, triângulo e zabumba, casal de noivos, igrejas, a decoração estará em todo Pelourinho, fazendo referência aos três santos do mês: Santo Antônio, São João e São Pedro. Uma área de aproximadamente 780 mil metros quadrados será cuidadosamente decorada com a temática junina, criando assim o cenário ideal para a festa.

Festa no Subúrbio

A Praça João Martins vai contar com uma programação especial. No primeiro dia, 23, nomes como Forrozão, Larissa Marques, Felipe Araújo, Swing do Lu e Grupo Kantares se apresentam no local. Já o domingo (24) terá shows de Dinho Santos, Mariana Fagundes, Marilia Mendonça, Devinho Novaes e Johny Paixão. As apresentações no Subúrbio Ferroviário estão marcados para começar a partir das 17h, nos dois dias de festa.

Receptivo

Casal de dançarinos de quadrilha e trio de forró, com triângulo, sanfona e zabumba integram o receptivo especial de divulgação e boas-vindas aos turistas que chegam para o São João da Bahia, no interior do estado e em Salvador. A ação acontece nos dias 21 e 22 de junho, na Estação Rodoviária e Aeroporto Internacional de Salvador.

O receptivo toma a área interna do Portão de Desembarque Nacional da Estação Rodoviária na quinta (21), das 8h30 às 9h30, com as boas-vindas aos turistas. No mesmo dia e na sexta (22), das 13h às 14h30, na área interna do Portão de Desembarque Nacional do Aeroporto de Salvador, além de trio de forró, haverá um casal de dançarinos animando os visitantes.

Festa no interior

Neste ano, 163 cidades vão receber apoio do Governo do Estado, por meio da Bahiatursa, para os festejos juninos. O número representa o dobro dos anos anteriores. De acordo com Diogo Medrado, as festas juninas movimentam a maioria dos municípios baianos durante todo o mês de junho, em todas as zonas turísticas. O apoio às manifestações típicas do período contribui não apenas para o estímulo à economia de cada cidade, gerando emprego e renda, mas incrementa o fluxo turístico na Bahia durante o período.


Gerônimo e Lia Chaves no encontro de filarmônicas e Baile da Independência


Oficina de Frevos e dobrados do maestro Fred Dantas. Divulgação

Seis filarmônicas e um coral realizam o 27º Encontro de Filarmônicas no 2 de Julho, das 18h às 21h do dia da Independência do Brasil na Bahia, em frente ao Monumento ao Dois de Julho, no Campo Grande e com a participação especial de Gerônimo. No dia seguinte, 3 de julho, a partir das 19h, também no Campo Grande, o Baile da Independência celebra com o povo a data máxima da Bahia, com a participação também especial da cantora Lia Chaves. Os dois eventos são promovidos pela Fundação Gregório de Mattos, da Prefeitura Municipal de Salvador, com coordenação musical do maestro Fred Dantas.

No 27º Encontro de Filarmônicas no 2 de Julho a abertura será realizada pela Filarmônica e pelo Coral da Casa Pia de São Joaquim e pela Filarmônica Ambiental. Em seguida, se apresentam a Filarmônica 19 de Março, de Acupe (distrito de Santo Amaro da Purificação), a Minerva Cachoeirana, a Filarmônica 2 de Janeiro, de Jacobina, e a Oficina de Frevos e Dobrados, de Salvador, que terá a participação especial do compositor Gerônimo.

Filarmônicas na Capital – O Encontro de Filarmônicas é realizado há 27 anos sem interrupção e se tornou o principal meio de expressão das Bandas Filarmônicas diante do grande público na Bahia e a oportunidade de se apresentarem na capital, em uma data significativa para a nossa cultura, em um palco de grandes dimensões, com sonorização, iluminação e cobertura de todos os meios de comunicação. Este ano, duas corporações – de Cachoeira e Jacobina – vêm comemorar no Encontro 140 anos de atividades musicais.

As Filarmônicas baianas – são 285 em todo o estado – são o principal meio de inclusão social e profissional através da música, um quadro que se reproduz em todo o Brasil. Aqui na Bahia as filarmônicas abrigam cerca de 15 mil crianças e adolescentes recebendo aulas de música e aprendendo a conviver e ter responsabilidade dentro de um conjunto. Essas instituições estão há mais de 12 anos sem um programa governamental de apoio, sobrevivendo de suas apresentações e de suportes locais que cada uma vai conseguindo, como um corpo regular de sócios contribuintes.

Lia Chaves em foto de Rodrigo Tavares

Baile da Independência – No dia 3 de julho, a partir das 19h, o povo baiano poderá participar de um verdadeiro baile público a céu aberto e celebrar a data magna da Bahia. Este ano a convidada especial é a cantora Lia Chaves, uma das mais queridas e consagradas vozes da Bahia. Iniciativa da Fundação Gregório de Mattos, reviver o ancestral Baile da Independência, realizado em dia subsequente ao grande cortejo popular do 2 de Julho até a década de 50, significa reproduzir o clima de urbanidade e delicadeza que caracterizava a também esquecida Festa da Mocidade. A Orquestra Fred Dantas foi incumbida de reproduzir musicalmente os vários períodos desta festa urbana.

Para o Baile da Independência resgatou-se primeiramente o Hino de Salvador, composto por Oswaldo José Leal, mas o repertório vai do lundu à modinha, passando pelos boleros e sambas próprios para a dança de salão, até os mais atuais ritmos dançados em grupo. Neste baile popular, dançarinos exímios se exibem, enquanto outros casais simplesmente dançam ao som da orquestra. Num segundo momento, ritmos balançantes convidam a todos para um congraçamento. Este ano estão convocadas todas as academias e escolas de dança a transformar esta noite em uma ocasião especial. Serão distribuídas lembranças a estes participantes.

 As Filarmônicas

Fotos divulgação

Filarmônica e Coral da Casa Pia e Colégio de Órfãos de São Joaquim – Em uma escola fundada em 1799, destinada a acolher com instrução militar os órfãos e crianças desvalidas da Bahia, uma grande tradição musical foi estabelecida, com base na sua banda filarmônica. Ali floresceram os talentos de Guilherme de Mello, o primeiro musicólogo do Brasil, Vivaldo da Conceição, o mais conhecido maestro popular do século XX na nossa capital, o maestro Durval Montanha, fundador de diversas bandas de música religiosas, entre outros.

Há alguns anos a atividade do Colégio teve especial crescimento ao tornar-se Escola Técnica e incluir alunos de modo geral, chegando atualmente a mais de dois mil alunos, mas sempre com o olhar para os mais necessitados. Depois de alguns anos desativada, a Banda de Música da Casa Pia vem tendo admirável retomada. O mesmo ocorre com o Coral. Juntos, Banda Filarmônica e Coral irão cantar o Hino Nacional e o Hino ao 2 de Julho no Encontro de Filarmônicas.

Filarmônica Ambiental – Apenas um ano após o maestro Fred Dantas dar início ao admirável projeto da Escola Ambiental, em Barra do Pojuca, Camaçari, Bahia, ele mesmo criou e preparou as crianças da área em leitura musical e instrumentos musicais de sopro, iniciando a Filarmônica Ambiental que, como já ocorreu em anos anteriores, participa da Abertura do Encontro de Filarmônicas de 2018.

Já são pelo menos cinco turmas bem diferenciadas – alguns integrantes atuais são filhos de ex participantes – que já se apresentaram diversas vezes em Salvador, em Camaçari, e muito frequentemente em outras escolas da rede pública. A Filarmônica ambiental já participou do PercPan, da gravação da Missa Ambiental, do CD Todo Canto, da CESE e em diversos programas de TV. Em seu repertório, além dos dobrados próprios das bandas de música, estão arranjos da rica tradição popular do Litoral Norte, como o Reisado do Guará, Samba de viola e o Zé de Vale.

Sociedade Filarmônica 19 de Março – Fundada em 19 de março de 1943 em Acupe, distrito de Santo Amaro da Purificação, a filarmônica 19 de Março vem se mantendo independente, com estatutos próprios, educando musicalmente jovens e crianças de uma pequena comunidade cujos habitantes são em maioria pescadores, local de rica cultura popular onde se destaca o Nêgo Fugido, uma representação teatral de rua, simbolizando episódios de resistência à escravidão.

Em contraste com esse ambiente de riqueza popular, a filarmônica mantém um acervo de partituras musicais manuscritas de importância clássica, e mantém seus jovens aprendizes no tradicional sistema de leitura musical e execução de instrumentos profissionais. Vários de seus ex-integrantes se tornaram músicos militares e populares com destaque. Recentemente a 19 de Março organizou um Encontro de Filarmônicas em sua localidade, sem nenhum apoio oficial. Tem participado de eventos regionais como o conhecido Festival de Filarmônicas do Recôncavo e de todas as ocasiões onde as filarmônicas são convocadas em Santo Amaro da Purificação e em todo o Recôncavo.

Sociedade Lítero Musical Minerva Cachoeirana – Fundada em 1878, a Minerva de Cachoeira comemorou com grandes festas os seus 140 anos de atividades ininterruptas em sua heróica Cachoeira, e estende essa comemoração ao nosso 27º Encontro de Filarmônicas no 2 de Julho. Sua escola de música não para de produzir novos músicos, que vão integrar o seu corpo musical, para depois se empregarem em bandas militares, grupos populares e escolas de música.

Seu currículo inclui a participação em cerimônias tradicionais da sua cidade, como o Cortejo da Independência na Bahia, Festa da Boa Morte e de N. Sra da Ajuda, além das Flica-Feira Literária de Cachoeira. A Minerva apresentou-se ao lado de Dorival Caymmi, em 1973 sob regência do Maestro Carlos Veiga. Gravou um Cd próprio, pela Casa das Filarmônicas, em 2003. Apresentou-se no Teatro Castro Alves, em Salvador. Obteve classificação em concertos, festivais e encontros, como os Festivais de Filarmônicas do Interior (Setrabes-BA), Festival de Filarmônicas do Recôncavo (Dannemann –São Félix), Encontro Filarmônicas da Chapada Diamantina de 2014, em Morro do Chapéu, Cortejo do 2 de Julho em Salvador e em edições anteriores do Encontro de Filarmônicas no 2 de Julho.

Filarmônica 2 de Janeiro de Jacobina – Fundada em 1878, a Filarmônica 2 de Janeiro de Jacobina vem comemorar seus 140 anos de existência, com atividades ininterruptas. Ela faz parte da rica história cultural da cidade de Jacobina, responsável por animar os antigos micaretas, carnavais da região e os grandes bailes que existiam na cidade. Jacobina fica a 330 quilômetros de Salvador e é também conhecida como Cidade do Ouro, uma herança das minas de ouro que atraíram os bandeirantes paulistas no início do século XVII.

Rodeada por serras, morros, lagos, rios, fontes e cachoeiras, apresenta também um rico patrimônio histórico, artístico e cultural. Hoje a Filarmônica 2 de Janeiro, atende centenas de pessoas, oferecendo oportunidades das crianças e jovens de Jacobina ter acesso a linguagem musical e uma futura profissão, pelo que recebe apoio financeiro da Prefeitura Municipal de Jacobina, num exemplo que bem poderia ser imitado por outros municípios. A 2 de Janeiro tem participado com sucesso dos diversos encontros e festivais de filarmônicas no estado da Bahia, tendo sido campeã no Festival de Filarmônicas do Recôncavo em 2016.

Gerônimo será convidado

Oficina de Frevos e Dobrados – Fundada por Fred Dantas em 1982, para receber em Salvador o seu mestre de bandas João Sacramento Neto, a Oficina ao longo de 34 anos de atividades sem interrupção tem ajudado no crescimento de diversas turmas de músicos. As pesquisas realizadas e a execução de músicas revelaram para a modernidade diversos mestres compositores.

Gravou Cds, participou e promoveu festivais, realizou edições de partituras e livros didáticos e históricos. Seu Cd Oficina 15 anos – reproduzido em várias mídias sociais – é considerado um dos melhores registros fonográficos já realizados nesta área de pesquisa. Em Salvador a Oficina tornou-se a banda da cidade, participando de eventos cívicos, como o próprio 2 de Julho, religiosos, como a tradicional Procissão de Santo Antônio, e culturais, a exemplo das Jornadas Culturais da UFBA e do Carnaval do Pelourinho.

A banda participou do Especial da TV Bahia dedicado aos 80 anos de João Gilberto. Este ano se apresentou com destaque executando o Hino Nacional Brasileiro na Abertura do Fórum Social Mundial, na Reitoria da Universidade Federal da Bahia. Este ano a Oficina tem como convidado especial o cantor, compositor e trombonista Gerônimo, que vai interpretar, com arranjos exclusivos feitos para banda filarmônica, sucessos como É d´Oxum, Jubiabá e Lambada Delícia, e ainda uma homenagem especial aos Caboclos, a composição Fumo e Mel.

Programação

18:00 – Abertura com execução do Hino ao 2 de Julho (Santos Títara-Santos Barreto) com o Coral e Filarmônica da Casa Pia e Colégio de Órfãos de São Joaquim – regência do Coral por Irma Ferreira e da Filarmônica por Edvan Moreira – e Filarmônica Ambiental, com regência de Antônio Dácleo.

18:30 – Filarmônica 19 de Março, de Acupe (distrito de Santo Amaro da Purificação), sob regência do mestre Jairo Pinho.

19:00 – Filarmônica Minerva Cachoeirana, com regência do mestre Claricio Mascarenhas Marques e do mestre decano Felisberto José da Silva – Imagens – https://youtu.be/Vky4DqJi-YA

19:30 – Filarmônica 2 de Janeiro, de Jacobina, com regência de Celso Santos – Imagens – https://youtu.be/txoCuFXkJVg

20:00 – Oficina de Frevos e Dobrados, com regência do maestro Fred Dantas, com participação especial de Gerônimo

Baile da Independência – 3 de julho de 2018, no Campo Grande, a partir das 19h30, com Orquestra Fred Dantas e participação de Lia Chaves.

 

 


Conceição do Coité sediará Semana da Cultura da região


A Semana da Cultura já se tornou tradição na cidade de Conceição do Coité, cerca de 211 km distante da capital. Neste ano, o evento traz como tema Saberes, Sabores, Fazeres e Artes do Povo do Sisal e a grande novidade é a sua expansão, possibilitando a participação de moradores não só de Coité como da região do sisal.

A sexta edição acontecerá entre os dias 6 e 11 de julho, com atividades gratuitas na Praça Doutor José Gonçalves, conhecida também como Praça da Babilônia. As inscrições irão até o dia 22 de junho, no Centro Cultural Ana Rios de Araújo, ou pelos contatos: [email protected] / 75 3262. 5950.

Diversos artistas se reúnem, a cada edição, para interagir com o público, que tem acesso gratuito a todas as atrações do evento que segue com novidades nas programações para crianças e adultos. Neste ano,  como nas edições anteriores, estão programados festivais, exposições, apresentações artísticas, oficinas de formações culturais e lançamento de livros.

Conceição do Coité, Praça 8 de Dezembro, em foto de PFragaso/Flickr

A programação começa no dia 6 de julho às 9h com uma Caminhada Cultural pelas principais ruas de Coité, já durante a noite, às 19h, acontece a abertura oficial, seguida de apresentações e shows juninos.

A expansão  do evento abrangerá todo o Território do Sisal, o que dará possibilidade a qualquer pessoa desta região se inscrever, gratuitamente, e concorrer em qualquer festival da Semana da Cultura. As premiações, juntas, terão valor total de R$ 26mil, divididas entre os festivais de Gastronomia, Música autoral, Dança, Teatro, Poesia, Quadrilha junina e manifestações populares.

A Semana da Cultura tem como realizador o CPECC (Centro de Promoção da Educação e da Cidadania) em parceria com a Secretaria de Educação, Cultura e Esporte de Conceição do Coité, apoio financeiro do Governo do Estado, por meio do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

Inscrições abertas – Semana da Cultura de Conceição do Coité

Onde: Centro Cultural Ana Rios de Araújo

Período: até 22 de junho de 2018

Email: [email protected]

Telefone: 75 3262 5950

Evento acontece:

Onde: Praça Doutor José Gonçalves (Praça da Babilônia)

Quando: 6 a 11 de julho de 2018

Gratuito


Melhor Festa de São Pedro da região é em Dias D’Ávila


Divulgação

Quatro dias de muita festa com várias atrações em Dias D’Ávila para homenagear São Pedro. A cidade localizada na Região Metropolitana de Salvador (RMS), a 57 km da capital, é famosa por preparar o melhor São Pedro da região e, neste anol, terá uma estrutura e tecnologia de um grande festival de música. O evento começa no dia 29 de junho vai até o dia 2 de julho, levando ao palco grandes nomes da música nacional para uma plateia estimada em 200 mil pessoas durante os quatro dias de festa.

As Bandas Arreio de Ouro, Cavaleiros do Forró e os cantores Devinho Novaes, Silvano Salles e Targino Gondim estão entre as atrações principais do evento. Também subirão ao palco principal os cantores Sandro Coutto, Romero Vai Forrozão, Valdério do Forró, Thizio do Acordeon, Gabriel Musse, Sobe Poeira, Forró de Seis e Junior Brasil.

Neste ano, a festa contará com uma arquibancada próximo ao palco e parte da arena será coberta. Além do palco principal a Praça do Imbassaí receberá uma torre de música eletrônica, um novo Casarão do Forró e um palco alternativo, por onde passarão diversas atrações incrementando ainda mais a programação.

Cidade: Onde se encontra as melhores fontes de água da Bahia, por isto  é chamada de “Cidade das Águas”. O município pertence à RMS (Região Metropolitana de Salvador), é vizinho ao Pólo Petroquímico de Camaçari, cidade esta em que já foi distrito, uma estância para veraneio, sendo emancipada em 1985.

Atualmente é habitada por uma grande massa de trabalhadores que se mudaram após a implantação e ampliação do Pólo Petroquímico de Camaçari. Uma cidade dormitório, com sua maioria de origem externa, até pelo fato de a cidade ter pouco mais de 30 anos desde a sua emancipação política de Camaçari, emancipação esta que até hoje é criticada, de acordo com historiadores, devido aos limites territoriais estabelecidos para a cidade, que limitou o seu desenvolvimento.

 

As Atrações

 

Targino Gondim é uma das atrações. Divulgação

A banda pernambucana Arreio de Ouro toca desde o vaneirão ao forró de vaquejada, xote, elétrico e toadas! Diferentemente das outras bandas de forró da atualidade eles tocam muita música de vaquejada, além das toadas na voz do inigualável Buscapé.

A volta de Jailson e Ramon para a Cavaleiros do Forró e a nova formação da banda junto com Peruano, movimentou o meio forrozeiro e os números mostram isso. O CD “É saudade que fala, né?” recentemente lançado, já alcançou mais de um milhão e meio de plays e 200 mil downloads. Além disso, o projeto Elas cantam Eliza, lançado no canal da banda, já acumula mais de um milhão e meio de visualizações com apenas dois vídeos.

Devison, conhecido no mundo artístico como “Devinho Novaes o Boyzinho”, virou a sensação dos paredões e se tornou a grande novidade e revelação do arrocha. Hoje está vivendo o sonho de se tornar um grande artista, fazendo em média seis shows por semana, lotando todas as praças, espaços e casas de show por onde passa.

Os shows do “Cantor Apaixonado” Silvanno Salles alcançam todos os públicos; adultos, jovens e até o pessoal da melhor idade. Em todas as classes sociais, pessoas são tocadas pelas interpretações deste que é considerado um dos mais celebres interpretes do estilo Arrocha ou Brega. A naturalidade com que interpreta as mais diversas canções de amor alicerça uma carreira de sucesso.

E, para abrilhantar ainda mais o melhor São Pedro da região, não podia faltar o “Sanfoneiro de Ouro”. Targino Gondim, pernambucano que espalha forró por todo o Brasil, passou a executar com maestria as músicas do Rei do Baião. Com 28 discos gravados, seu melhor cartão de visita talvez seja a autoria do maior hit de Gilberto Gil nos últimos tempos, “Esperando na Janela”.

Programação Oficial 2018

Sexta-feira (29/06)

Targino Gondim, Sandro Coutto, Romero Vai Forrozão e Valdério do Forró

Sábado (30/06)

Silvano Salles, Cavaleiros do Forró, Thizio do Acordeon, Gabriel Musse e Sobe Poeira

Domingo (1º/07)

Devinho Novaes, Arreio de Ouro, Forró de Seis e Júnior Brasil

Segunda (2/07)
Concurso de Quadrilhas Juninas e show com atração surpresa

Concurso de Quadrilhas

Pelo segundo ano consecutivo o Concurso de Quadrilhas Juninas terá seu espaço garantido. Promovido pela Prefeitura em parceria com Federação Baiana de Quadrilhas Juninas, as apresentações ocorrerão no dia 02 de Julho, onde os melhores grupos serão premiados.

Estrutura

A Praça do Imbassaí receberá mais de 200 mil pessoas nos 04 dias de evento. Com o grande crescimento da festa ano após ano, o local passará por melhorias na infraestrutura, onde serão montados três palcos, uma potente plataforma de som, um novo Casarão do Forró, além de uma torre de música eletrônica.

Mais de 300 profissionais, entre médicos, enfermeiros, socorristas, bombeiros, policiais, agentes de trânsito, de fiscalização e de limpeza estarão escalados para atender a demanda do evento.

Uma grande estrutura de alimentação e venda de bebidas será montada. Serão 88 barracas, diversos trailers e mais de 100 vendedores ambulantes.

São Pedro de Dias D’Ávila em números

4 dias de festa

60 horas de shows

12 atrações no palco principal

22 atrações nos outros espaços

10 mil metros quadrados de área ocupada

50 toneladas de equipamento

São Pedro de Dias d’Ávila

Quando: De sexta-feira a segunda (29 Junho a 02 de julho)

Onde: Praça do Rio Imbassaí


Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Elba Ramalho no São João da Bahia


Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Elba Ramalho são as grandes atrações no Terreiro de Jesus (Pelourinho), Centro Histórico de Salvador, no São João da Bahia, promovido pelo governo do estado, por meio da Bahiatursa. Os artistas são os maiores expoentes da música nordestina e tradicionalmente promovem o Grande Encontro, onde se apresentam juntos em várias cidades do país, mas nesta grande festa cada um vai animar em um dia.

Alceu intérprete de sucessos como Bobo da Corte, Coração Bobo, Anunciação, Girassol e Como Dois Animais e outros, o artista faz show na sexta-feira, dia 22 de junho. E Geraldo apresenta canções como Salve São Francisco, Tempero do Forró, Bicho de Sete Cabeças, Dona da Minha Cabeça, Moça Bonita e outras, no sábado, dia 23.

Já o último dia, domingo, 24 o forró fica por conta de Elba que deve agitar o Terreiro com seus clássicos como De Volta Pro Aconchego, Bate Coração, Asa Branca, Banho de Cheiro, Eu Só Quero Um Xodó, Tenho Sede e Na Base da Chinela. A cantora também deve apresentar músicas de Dominguinhos, já que foi considerada uma das grandes interpretes do sanfoneiro, gravando mais de 30 canções do artista.

De acordo com o superintendente da Bahiatursa, Diogo Medrado, “a ideia é misturar uma atração nacional com os artistas locais, que são destaques fora da Bahia também, e ter o Centro Histórico como uma referência para quem procura ouvir um bom forró”.

A programação do São João da Bahia acontece nos dias 22, 23 e 24 de junho, no Largo do Pelourinho, Cruzeiro de São Francisco e praças Tereza Batista, Quincas Berro d’Água e Pedro Archanjo, além do subúrbio ferroviário de Paripe.