Hoje é dia da Lavagem do Bonfim

  Uma das festas mais esperadas por baianos e turistas é a Lavagem do Bonfim, que neste ano acontece no dia 11 (quinta-feira), ou seja, …






Santo Amaro: Cortejo religioso, vídeos, exposições e show de Roberto Mendes


Um grande cortejo com Pai Pote e representantes do Terreiro Ilê Axé Ojú Oniré pelas ruas de Santo Amaro abrirá a segunda edição do projeto “Chulas na Feira”, neste sábado (18 de novembro), às 14h, no Mercado Municipal de Santo Amaro.

Integra a programação apresentações de vídeos e exposições fotográficas que contam o dia a dia da comunidade santo-amarense e sua reverência ao Samba Chula. O material foi produzido pelos fotógrafos Kithi, Marcelo Bruzzi, além dos cineastas Pola Ribeiro e Jorge Pacoa.

Um show de Roberto Mendes e manifestações culturais encerra a agenda da tarde. “Vamos homenagear grandes mulheres que têm o samba no corpo e na alma, a exemplo de Dona Dora. Será uma grande festa que tem como protagonista o povo. Todos estão convidados”, diz Roberto Mendes.

A proposta do projeto é compartilhar e preservar a manifestação cultural que originou o samba na Bahia e no Brasil – As Chulas do Recôncavo; despertando no povo o sentimento de pertencimento desse patrimônio cultural e a continuidade da história para as gerações futuras.

O cantor e compositor Roberto Mendes

Programação até janeiro

Até janeiro, diversos espaços culturais do município irão abrigar atividades como apresentações musicais, exposições, seminários, exibição de vídeos e realização de oficinas. Parte das ações terá como cenário o Solar Biju, edificação originária do século XIX, de propriedade do IPAC, construído em 1804 e localizado na Praça da Purificação.

O próximo show acontece no dia 2 de dezembro, e terá como convidados João do Boi e os Chuleiros de São Braz. O Seminário “Olhares do Patrimônio: valorização e preservação do patrimônio cultural imaterial através da oralidade” será realizado no dia 4 de dezembro, às 17h, no Solar Bijú.

Estarão presentes, Roberto Mendes, que falará sobre a Chula do Recôncavo – Um panorama da identidade cultural por meio da história do nascimento do samba em Santo Amaro; d. Dora, com o tema Chula: a representação do cotidiano do povo do Recôncavo Baiano; o professor Xavier Vatin, com o tema O registro da memória por meio da oralidade; o diretor do Ipac, João Carlos Oliveira, que irá debater a Chula: Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia – A proteção e valorização que o registro é capaz de oferecer, João Carlos Oliveira.

Sambadeiras de Santo Amaro em foto divulgação de Rita Barreto/Bahiatursa

No dia 18 de janeiro será aberta a exposição temporária “Chula: comportamento traduzido em canção”. Além de fotografias, o público terá a oportunidade de conferir painéis que irão retratar a história da chula, do samba e também depoimentos de personagens importantes do Recôncavo, como João do Boi, Alumínio, Dona Dalva, Rita da Barquinha.
“Chulas na Feira” é fruto de um termo de cooperação técnica assinado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural do Estado da Bahia (IPAC), vinculado a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA) e a Ong Roda Baiana. Tem apoios da Rede Bahia e Prefeitura de Santo Amaro.

18/11, às 14h – Show de Roberto Mendes e manifestações culturais no mercado municipal de Santo Amaro

02/12, às 14h – Show de Roberto Mendes e João do Boi e os Chuleiros de São Braz

04/12 – Seminário “Olhares do Patrimônio: valorização e preservação do patrimônio cultural imaterial através da oralidade” e Apresentação do Recôncavo Experimental
12/01 /18 – Lançamento da Exposição “Chula: comportamento traduzido em canção.


ExpoIrará reúne shows, oficinas, parque de diversão e cavalgada


A cidade de Irará realiza a 1ª. edição da feira regional ExpoIrará com exposições de animais e marcas ligadas à agricultura familiar, turismo, cultura, sustentabilidade e o agronegócio. São esperadas cerca de 12 mil pessoas para desfrutar de quase 50 horas de atividades. A feira acontece numa área de 9 mil², de  1º a 3 de dezembro, na Fazenda Saco Velho, em Irará, 138 km de Salvador, com toda programação gratuita e ainda, quem comparecer, poderá ajudar para o natal de famílias carentes

Além das exposições, na ExpoIrará, o público vai encontrar comidas típicas na praça de alimentação que trabalhará com as delícias da região e também conhecimento por meio de palestras com os temas: Biofertilizantes, Bioconstrução – moradias sustentáveis e Excelência no Atendimento aos Clientes. Para as palestras, a organização pede a contribuição de 1kg de alimento não perecível. Toda arrecadação irá contribuir com o natal de famílias carentes, assistidas pela Fundação Messias.

A programação promete muita animação para todas as idades com parque de diversão, montaria noturna e a Missa do Vaqueiro, antecedida por uma cavalgada e à noite apresentação das bandas: Parangolé (dia 2) e Unha Pintada (dia 3) e outras atrações.

Para Baly, presidenta da Associação Cultural Pé de Mula, entidade sem fins lucrativos e promotora do evento, esta edição é embrionária, porém com expectativas surpreendentes e positivas. “Num ambiente típico, vamos aliar temáticas que são vividas no dia a dia e, com isso, pretendemos contribuir para desenvolvimento da região, pois acreditamos que temos um brilho diferente e precisamos potencializá-lo”.

ExpoIrará
Quando: 1º, 2 e 3 de dezembro
Ingresso: entrada franca
Local: Fazenda Saco Velho, referência bar de Baly, em Irará-Ba
Programação: exposições, praça de alimentação, oficinas, parque de diversão, cavalgada, shows com Parangolé, Unha Pintada e outras atrações
Mais Informações: Pelo site: www.expoirara.com.br ou ou pelos telefones (75) 3247-2943 ou (71) 98867-4530.


Cachoeira: 17 dias de festa em homenagem a Nossa Senhora d’Ajuda


Cachoeira em foto divulgação de Geraldo Moniz (IPAC)

Os preparativos para a Festa da Nossa Senhora d’Ajuda, que acontece entre 5 e 21 de novembro, em Cachoeira, no Recôncavo, já estão sendo finalizados. A manifestação foi registrada em maio deste ano (2017) como Patrimônio Imaterial da Bahia graças às pesquisas e dossiê da equipe multidisciplinar do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) da Secretaria de Cultura (SecultBa).

A festa está inscrita no Livro do Registro Especial de Eventos e Celebrações do Estado. “A manifestação surgiu no século XIX como agradecimento dos senhores de engenho pelo sucesso e comercialização das colheitas da cana-de-açúcar”, relata o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. Segundo ele, a festa é uma das mais queridas dos cachoeiranos e acontece em calendário móvel. “Geralmente na primeira quinzena de novembro, no calendário litúrgico canônico e nunca em Dia de Finados”, diz.

Igreja D´Ajuda em foto divulgação

Programação – A programação D’Ajuda começa no dia 5 com saída da Praça Maciel. No dia 12, o Terno do Silêncio à 0 hora e, pela manhã, às 10h, a Lavagem das Baianas, no Largo da Igreja do Monte. Dia 14, o Terno dos Ciganos no Largo d’Ajuda, às 17h. No dia 15, o Terno das Crianças, às 10h, e às 20h o início do Tríduo em louvor à Nossa Senhora.

O Terno das Cozinheiras sairá do Largo d’Ajuda, às 17h, e às 20h novamente o Tríduo. Já no dia 17, o Embalo, às 17h no largo D’Ajuda, e às 20h o encerramento do Tríduo. A programação continua no dia 18 com Missa festiva às 19h, a Procissão de Nossa Senhora às 20h e atração musical às 22h. No dia 19, o Terno da Alvorada às 5h com saída do Largo D’Ajuda. E, finalmente, no dia 21, o terno da Saudade, também com saída do largo, às 17h.

Bando Anunciador em foto divulgação Elias Mascarenhas

O Bando Anunciador que abre no dia 5, geralmente é composto por carros, caminhões e carroças ornamentadas, desfilando pelas principais ruas da cidade, com charanga que convida a população para participar. Minerva Cachoeirana, toques de sino de igreja, Lavagem da Capela com água de cheiro e flores nas quartinhas, fogos de artifício, dobrados, marchas-rancho e hino em louvor à Nossa Senhora D’Ajuda, são outros itens importantes da festa. Feijoada, embalos, ternos com foliões, crianças fantasiadas, samba de roda, chulas, mandus e cabeçorras, são outras atrações da programação.

Terno das Crianças em foto divulgação de Elias Mascarenhas

 Veja a lista de Pesquisas e Dossiê de festas populares disponibilizada para download pelo IPAC

“As pesquisas incluem acompanhar as celebrações, com estudos etnográficos, de observação, coletas de imagens, depoimentos e escolha de iconografia para a elaboração do dossiê”, afirma o diretor de Preservação do Patrimônio do IPAC, Roberto Pellegrino. Ele diz que o dossiê descreve aspectos históricos, culturais, sociais, econômicos e políticos. “O sentimento de pertencimento e identidade comunitária, a grande afetividade que o povo nutre por este bem cultural tradicional, revela muito da forma de ser e de viver entre o sagrado e o profano”, finaliza Pellegrino.

O IPAC fez pesquisas, dossiês e livros da Festa de Santa Bárbara, Desfile de Afoxés, Carnaval de Maragojipe, Festa da Boa Morte, Ofício de Vaqueiros, dentre outras manifestações que se tornaram Bens Imaterial, com livros para download: https://goo.gl/RAU7RZ. Conheça outros vídeos Secom/IPAC: Educativo (https://goo.gl/rJggpk), Balé Folclórico (https://goo.gl/jZQjJN), Projeto Axé (https://goo.gl/34bd1a), Dinamização (https://goo.gl/S4EyRn), Museus (https://goo.gl/uQS9NG e https://goo.gl/vphG2s), Festa do Bembé (https://goo.gl/63H8Ve) e Capoeira (https://goo.gl/wFJdGN). Acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook Ipacba Patrimônio e twitter @ipac_ba.


Festival do Caranguejo vai movimentar a orla e o centro histórico de Canavieiras


O Festival do Caranguejo vai agitar a Costa do Cacau, pois acontece na orla e no centro histórico de Canavieiras (sul da Bahia), distante 425,6 km de Salvador, entre os dias 11 e 15 de outubro. Neste festival gastronomia e muita muita atração musical não vão faltar. A Banda Patchanka, liderada pelo cantor KHILL, é mais uma tração confirmada que se apresentará na orla da cidade ao lado de nomes como Pablo, Jau, Filomena e Kiko Salli.

O evento reunirá gastronomia e música. Na área do centro histórico de Canavieiras acontecerão os concursos de Miss Caranguejo e Masters Chefs. Nessa área, além de toldos e barracas, ainda estarão funcionando os bares e restaurantes credenciados pela comissão responsável pela execução e procedimentos do Festival.

Haverá sorteios de pratos típicos e premiações entre as barracas. Serão ofertadas algumas premiações para as catadeiras mais antigas. Para o pescador de caranguejo com a melhor estória de pescador. O festival atenderá a todas as idades de públicos e todos os nichos de mercados, com participação de todo o trade local, barracas de praias, baianas de acarajés e de abarás. Com decoração totalmente voltada para a proposta ambiental e os devidos respeito ao propósito de sustentabilidade e conservacionismo.

Canavieiras tem um dos maiores habitat do caranguejo-uçá (Ucides cordatus) que vivem exclusivamente áreas de manguezal, sendo esse um ecossistema costeiro, de transição entre os ambientes terrestre e marinho, provendo uma farta oferta de alimento e retém detritos, com sumária importância para a vida de várias espécies marinha e também para as que habitam a área de transição.

Festival do Caranguejo
​​Dias: 11 e 15 de outubro
​Onde: ​Canavieiras​/sul da Bahia​
​Aberto ao Público ​


A histórica Cachoeira terá a sétima edição da Festa Literária Internacional-Flica


A Festa Literária Internacional de Cachoeira – Flica já se tornou tradição no calendário de eventos literários do Brasil e neste ano será entre os dias 5 e 8 de outubro, com autores notáveis e programação infantil

A sétima edição segue trazendo para o Recôncavo Baiano influentes nomes da literatura nacional e internacional, com programação para adultos e crianças. Em 2017, como nas edições anteriores, estão programados debates literários, lançamento de livros, exposições, apresentações artísticas, contações de histórias e saraus.

Todos os anos, escritores de diversos matizes se reúnem para debater e interagir com o público, que tem acesso gratuito a todas as atrações do evento. Política, música, biografias, religião e principalmente literatura de ficção, a criação literária, são temas presentes nas mesas de debate da Flica. A festa costuma atrair mais de 20 mil visitantes a Cachoeira, cidade que durante a Flica respira literatura em múltiplas manifestações.

Homenageado – Este ano, Ruy Espinheira Filho (foto) será o homenageado. Autor de mais de 20 livros, recebeu diversos prêmios, como o Nacional de Poesia Cruz e Sousa, Nestlé, Ribeiro Couto, da União Brasileira de Escritores, de Poesia da Academia Brasileira de Letras, Portugal Telecom, Rio de Literatura, além de ganhar o Jabuti. Tem contos e poemas em diversas antologias publicadas no Brasil e no exterior (Portugal, Itália, França, Espanha e Estados Unidos).

Escritores participantes Para esta edição, já foram confirmados nomes como Maria Valéria Rezende, Franklin Carvalho, Ricardo Lísias e Daniela Galdino, além dos mediadores Milena Britto, Wesley Correia e Mônica Menezes. Entre as mesas que foram idealizadas estão “Memória, obsessões e outras matérias-primas da ficção”, “Intervenções, agitações e desvarios” e “A poesia em suas infinitas estações”.

Nas seis últimas edições, nomes internacionais como Pepetela (Angola, 2013), Gonçalo M. Tavares (Portugal, 2014), Sapphire (EUA, 2015), Matei Vişniec (Romênia, 2014), Uzodinma Iweala (EUA/Nigéria, 2012), Javier Moro (Espanha, 2012), Juan Gabriel Vásquez (Colômbia, 2016), Helon Habila (Nigéria, 2015) e Kiera Cass (EUA, 2013) estiveram no espaço do Claustro da Ordem Terceira, sede dos debates.

Do Brasil, já se apresentaram na Flica estrelas literárias como Ana Maria Machado (2016 e 2014), Martha Medeiros (2015), Mary Del Priore (2016), Cristovão Tezza (2013), Laurentino Gomes (2013), Milton Hatoum (2016), Antonio Prata (2016), Xico Sá (2012), Conceição Evaristo (2016), Fabrício Carpinejar (2013) e Marcia Tiburi (2012).

Não faltaram nomes baianos, como Mãe Stella de Oxóssi (2014), Antônio Torres (2015), João José Reis (2012), Ubiratan Castro (2011), Hélio Pólvora (2011), Ruy Espinheira Filho (2012), Capinan (2012), Jaime Sodré (2012), Ordep Serra (2012) e Makota Valdina (2013).

Tom Correa em foto divulgação de Rosana Souza

Curadoria da Flica 2017  Uma novidade deste ano será a curadoria. O escritor e jornalista Tom Correia assume este ano a função que foi ocupada, em 2016, por Emmanuel Mirdad, um dos idealizadores e coordenador geral da Flica.

Autor de quatro livros individuais de contos e com participação em várias coletâneas, Tom iniciou sua trajetória ao vencer o Prêmio Braskem de Literatura, com “Memorial dos medíocres”. Com diversos trabalhos em jornalismo literário, sua relação com a Flica surgiu desde a primeira edição. Em 2013, ele foi um dos autores convidados e, no ano seguinte, mediou uma mesa.

Fliquinha – Há sempre espaço para as crianças. Livros e brincadeiras criam um universo lúdico para a Fliquinha, um espaço literário direcionado aos pequenos. A curadoria é de Lília Gramacho e Mira Silva, que já estão no posto há cinco anos.

Aos amantes da literatura de todas as idades e gostos, a Flica é um espaço para contemplar o mundo das letras, sendo um dos maiores eventos literários do país. As mesas de debate ocorrem, desde a primeira edição, no já mencionado Claustro, enquanto a Fliquinha tem lugar no Cine-Theatro Cachoeirano, outro prédio tombado pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Local – Parte da programação acontece no Espaço Educar para Transformar, localizado em frente à Câmara Municipal de Cachoeira. Lá, o público pode participar de diferentes atividades, como lançamento de livros, exposições, apresentações artísticas, contação de histórias e saraus.

O Governo do Estado da Bahia apresenta a Flica 2017. O projeto é realizado pela Cali e Icontent e tem patrocínio do Governo do Estado, por meio do Fazcultura, e apoio do Hiperideal, da Prefeitura Municipal de Cachoeira e da Coelba.

Confira a programação