Peça de Glauber Rocha “Jango: uma tragédya” no Vila Velha


“Jango: Uma Tragedya” – única peça teatral de Glauber Rocha é levada ao palco por Márcio Meirelles no Teatro Vila Velha, mesmo palco em que o cineasta baiano, em 2010, foi anistiado. O texto revive o ex-presidente João Goulart, exilado após o Golpe Militar, e instala na cena um debate contemporâneo sobre o cenário político atual. Em cartaz de 4 a 28 de janeiro de2018.

Tropicalista, carnavalesca, irônica, mágica e polifônica, a montagem de Márcio Meirelles é um épico musical, em que a coreografia de Cristina Castro e a trilha sonora original e identidade visual do Tropical Selvagem (Ronei Jorge/João Meirelles e Lia Cunha/Iansã Negrão) se juntam para criar um painel de encontros, trânsitos, memórias e entraves ideológicos do projeto político de João Goulart, conforme escrito por Glauber Rocha.

Jango teve o mandato cassado, pelo golpe que estabeleceu a ditadura militar no Brasil por duas décadas, por ter proposto reformas que beneficiavam o povo e a economia brasileira, ameaçavam e contrariavam interesses das elites nacionais e internacionais. Permaneceu exilado até a morte. Que é encenada premonitoriamente pela peça escrita menos de um mês antes.

As suas ideias, no texto, confundem-se com o pensamento do próprio Glauber, que o conheceu em 1972, durante o exílio, e com quem compartilhava uma admiração recíproca.“Jango: Uma Tragedya” reflete a história, mas segue o fluxo dos movimentos e diversas questões do agora.

4 a 28/01 // quinta a sábado 20h // domingo 19h

Ingressos: R$ 20 (inteira) / R$10 (meia) até 30/12/17

Sala Principal


Forró no Rio Vermelho todas as terças do verão


Uma excelente opção para quem quer curtir um forrozinho de raiz, a dica é conferir o Capitão Corisco & Bando Virado no Mói de Coentro que realizam shows todas as terças no Largo de Santana (Acarajé da Dinha) Rio Vermelho às 20h . As apresentações estão prevista até final do verão de 2018 sempre com convidados.

O Projeto Bando na Praça com tem o apoio da Prefeitura de Salvador através da Secult (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo) e comerciantes do Largo de Santana.

Bando na Praça com Capitão Corisco & Bando Virado no Mói de Coentro

Quando: Todas as terças às 20h

Onde: Largo de Santana – Rio Vermelho

Quanto: Gratuito

 

 


Jazz, mar e pôr do sol no Museu de Arte Moderna por 8 e 4 reais


Fotos divulgação Lígia Rizério (Setur)

O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), no Solar do Unhão, fica em um dos locais mais lindos de Salvador, com uma esplendorosa vista para a Baía de Todos-os-Santos. Imagine uma excelente música instrumental em meio a uma paisagem inesquecível, com direito a um pôr do sol maravilhoso? Quem quer curtir isto, é só agendar os sábados à tarde porque começou a nova temporada da JAM no MAM com apresentações de jazz na área externa do museu.

O projeto JAM no MAM, que conta com o apoio da Secretaria Estadual do Turismo (Setur) e Governo da Bahia, traz a banda Geleia Solar com um repertório rico em standards internacionais do jazz e da música instrumental brasileira. Com 18 anos de Jam Sessions, a banda vai comemorar no sábado, 26 de agosto, mas a nova temporada prevê sessões ininterruptas aos sábados, até o dia 30 de setembro de 2017.

A banda Geleia Solar é formada por André Becker, Bruno Aranha, Felipe Guedes, Gabi Guedes, Ivan Bastos, Ivan Huol, Joatan Nascimento, Matias Traut, Paulo Mutti e Rowney Scott. O grupo cria experimentações sonoras inusitadas, podendo incluir referências do baião, samba, frevo, salsa, blues e swing, mesclado ao jazz e à tradição percussiva da música baiana.

O Unhão é um expressivo conjunto arquitetônico do século XVII, integrado pelo solar, Capela de Nossa Senhora da Conceição, cais privativo, chafariz, senzala e um alambique. O conjunto atualmente sedia o Museu de Arte Moderna da Bahia. Oferece uma das mais belas paisagens para o pôr do sol na Baía de Todos-os-Santos.

O quê: JAM no MAM
Onde: Museu de Arte Moderna da Bahia (Av. Contorno, Solar do Unhão)
Quando: Sábado (19), das 18h às 21h
Quanto: Ingresso: R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia) – Vendas no local

 


Alexandre Leão em temporada na Varanda do Teatro Sesi


O cantor e compositor, que tem show residente no espaço há onze anos, entrega ao público um repertório dançante, sempre com convidados surpresa e descontração todas as sextas, às 22 horas. no Sesi do Rio Vermelho. Acompanhado de percussão, metais, teclado e bateria, Leão faz releituras de músicas como Ginga de Ballet, Chão da Praça, Firme e Forte, apresenta canções autorais, como as novas Oxaguiã e Ser Feliz, de pot-pourri de samba-reggaes, ijexás, sambas de roda e lambadas, numa exaltação à musicalidade baiana e brasileira.

Nascido em Salvador, Alexandre Leão começou sua carreira com o pé direito aos 17 anos, sendo gravado por Maria Bethânia. A música chama-se Paiol do Ouro (Alexandre Leão e Olival Matos) e introduziu o cantor, compositor e músico na vida profissional. Na sequência, várias de suas canções também foram interpretadas por outros artistas e Pop Zen (Alexandre Leão, Manuca Almeida e Lalado), em especial, se tornou conhecida na voz de Ivete Sangalo, da Banda Lampirônicos, da Família Caymmi e mais recentemente por Arnaldo Antunes.

Além disso, várias canções suas foram temas de trilhas de novelas a Rede Record, SBT e Band, além de filmes como Se Eu Fosse Você, de Daniel Filho, e Falsa Loira, de Carlos Reichenbach. Além disso, venceu por duas vezes o Festival da Rádio Educadora da Bahia, com Canção para Cristina (melhor música de 2004) e, recentemente, com O que é que ela quer (melhor intérprete de 2012).

Horário: 22 horas

Dias: Todas as sextas

Couvert: R$ 30,00

Teatro Sesi Rio vermelho

Rua Borges dos Reis – Atendimento: 3616.7064 (14h às 20h)


Segundas de música com Camaleon Latin Jazz


Quem disse que não tem o que fazer na segunda? Uma ótima opção é curtir o grupo latino Camaleon Latín Jazz que todas as segundas-feiras, das 19 às 22 horas, se apresenta na Rua Cruzeiro do São Francisco, após a Praça do Terreiro de Jesus, formado pelos músicos Geová Nascimento, sax, flauta e clarineta; Ginni Zambelli, guitarra; Keko, baixo; Antônio Carlos, bateria e Geraldo Santos, percussão.